Política
Confira o desfecho do julgamento de Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal e as expectativas para o dia de hoje
Ontem, no primeiro dia do julgamento, Os ministros da Primeira Turma rejeitaram, de forma unânime, todas as contestações feitas pelos acusados.

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) está prestes a concluir o julgamento da denúncia contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete integrantes do que a Procuradoria-Geral da República (PGR) classificou como o “núcleo crucial” de uma suposta organização criminosa.
Este grupo, composto pelo alto escalão do governo da época, é acusado de orquestrar as principais ações de um plano de golpe de Estado. Caso a denúncia seja aceita – o que é amplamente esperado – uma ação penal será aberta. Os acusados se tornarão réus, enfrentarão julgamento e poderão ser condenados.
Hoje, a sessão está programada para iniciar às 9h30, com o presidente da turma, ministro Cristiano Zanin, abrindo os trabalhos ao ler a ata da sessão de terça-feira – o primeiro dia do julgamento. Em seguida, ele passará a palavra para o relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, que começará a apresentar seu voto.
Como as questões preliminares já foram discutidas ontem, Moraes irá direto ao mérito, decidindo se aceita ou não a denúncia contra Bolsonaro e os outros sete acusados. Segundo fontes, o voto de Moraes provavelmente será a favor da abertura da ação penal. Os demais ministros da turma seguirão com seus votos, iniciando pelo mais novo, Flávio Dino, e terminando com Zanin, o presidente do colegiado.
Bolsonaro esteve presente no plenário durante o primeiro dia de julgamento, sentado na primeira fila do auditório da Primeira Turma do STF. Após as sessões da manhã e da tarde, ele indicou que retornaria para o dia de hoje.
Bolsonaro saiu sem dar declarações, mas anunciou que falaria com a imprensa na quarta-feira, após a análise da denúncia. É incomum ver alguém denunciado comparecer pessoalmente ao julgamento no plenário da Corte. A presença do ex-presidente no primeiro dia pegou todos de surpresa. Por outro lado, o atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que foi preso na Operação Lava-Jato, nunca compareceu a um julgamento do caso, sendo representado por sua equipe de advogados liderada por Cristiano Zanin, atual ministro do STF e presidente do colegiado que julga Bolsonaro.
Quanto à possibilidade de Bolsonaro ser preso, especialistas em direito consultados pelo Valor afirmam que, neste momento, as chances são remotas. A prisão só seria viável se houvesse motivos para um pedido de prisão preventiva, como tentativa de fuga ou obstrução da justiça. A advogada Maíra Beauchamp Salomi destaca que a PGR não solicitou a prisão preventiva dos acusados na denúncia, tornando improvável que isso seja abordado durante a sustentação oral do procurador-geral.
Os especialistas apontam que, se houver condenação, a prisão só ocorrerá após a conclusão da ação penal e análise de todos os recursos da defesa. O ex-presidente enfrenta cinco acusações que, somadas, podem resultar em até 43 anos de prisão.
O ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete de seus aliados, incluindo militares e ex-ministros, estão sendo julgados por sua suposta participação em uma trama golpista. Além de Bolsonaro, o “núcleo crucial” da denúncia inclui nomes como o general Braga Netto, o tenente-coronel Mauro Cid e o ex-ministro da Justiça Anderson Torres, entre outros.
Todos são acusados pela Procuradoria-Geral da República de crimes como organização criminosa armada, tentativa de golpe de Estado e dano ao patrimônio da União. O julgamento teve início com as sustentações orais tanto da acusação quanto da defesa.
Política
Lentidão da PF para avançar no caso do INSS envolvendo Lulinha incomoda Mendonça

Chegou ao Planalto uma informação que alarmou Lula, segundo um aliado. Relator do escândalo do INSS no Supremo, o ministro André Mendonça teria cobrado a Polícia Federal sobre uma suposta inércia nas investigações contra Lulinha.
Pelo relato levado ao palácio, o ministro teria questionado a ausência de diligências contra o filho de Lula. A PF já poderia ter pedido pelo menos a apreensão do passaporte de Lulinha.
Diante das cobranças, investigadores da PF ouvidos pelo Radar ponderaram que o trabalho em relação ao filho de Lula está, sim, avançando. A leitura é de que o caso evolui ancorado em provas. “O concreto é que há um relato sobre pagamentos ao Lulinha. Quem operaria isso está preso pela PF e sendo investigado”, diz uma fonte da instituição.
Política
Otto Alencar desmente rumores sobre possível filiação de ACM Neto ao PSD
Senador nega encontro entre o pré-candidato e Gilberto Kassab e reforça que informação não procede

O senador e presidente do PSD na Bahia, Otto Alencar, utilizou suas redes sociais nesta terça-feira (3) para desmentir a informação de que o pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União), teria se reunido com o presidente nacional da sigla, Gilberto Kassab, para discutir uma eventual filiação ao partido.
Segundo Otto, a notícia não tem qualquer fundamento e não corresponde à realidade das articulações internas do PSD. O senador destacou que a legenda mantém sua linha de atuação definida e que não houve qualquer encontro entre Kassab e ACM Neto com esse propósito.
A manifestação pública de Otto Alencar ocorre após a circulação de rumores em bastidores políticos e redes sociais, que levantaram especulações sobre possíveis movimentações partidárias envolvendo o ex-prefeito de Salvador. Ao negar a informação, o senador buscou estabelecer clareza e evitar interpretações equivocadas sobre o posicionamento do PSD na Bahia.
O episódio evidencia o ambiente de intensa disputa e especulação que costuma marcar o período pré-eleitoral, reforçando a importância de informações oficiais para evitar distorções no debate público.
Política
CPMI do INSS deve protocolar convocação que preocupa Flávio Bolsonaro
Requerimento previsto para esta semana pode atingir diretamente o senador e pré‑candidato à Presidência, segundo apuração de bastidores.

Um requerimento de convocação deve ser protocolado ainda nesta semana na Comissão Mista Parlamentar de Inquérito (CPMI) do INSS, movimentando os bastidores políticos em Brasília. A medida, segundo informações divulgadas pela coluna de Lauro Jardim, tem potencial para preocupar o senador e pré‑candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL).
Embora os detalhes do documento ainda não tenham sido oficialmente divulgados, a expectativa é de que o requerimento trate de temas sensíveis relacionados às investigações conduzidas pela CPMI, que apura possíveis irregularidades no Instituto Nacional do Seguro Social. A eventual convocação pode ampliar a pressão sobre o senador em um momento estratégico, às vésperas da consolidação das pré‑candidaturas para a disputa presidencial.
A movimentação dentro da comissão indica que parlamentares pretendem aprofundar a apuração e ampliar o escopo de depoimentos, o que pode gerar novos desdobramentos políticos. O clima é de atenção redobrada entre aliados e adversários, que acompanham de perto os próximos passos da CPMI.
O protocolo do requerimento deve intensificar o debate no Congresso e colocar novamente em evidência a atuação da comissão, que se tornou um dos focos de tensão no cenário político nacional.
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