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Brasil

Receita fecha primeiro lote do IR 2025 em maio

Contribuintes que enviarem a declaração até 9 de maio poderão entrar no primeiro lote de restituição, que prioriza idosos e pessoas com doenças graves. Pagamento será feito em 30 de maio.

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A Receita Federal confirmou nesta quarta-feira (30) que o fechamento do primeiro lote de restituição do Imposto de Renda 2025 será no dia 9 de maio. Isso significa que apenas os contribuintes que entregarem suas declarações até essa data estarão aptos a entrar no grupo inicial de pagamentos. A consulta ao primeiro lote será liberada no dia 23 de maio, com pagamento agendado para 30 de maio.

Prioridades no recebimento da restituição

Apesar do envio antecipado, a maioria dos pagamentos no primeiro lote continuará priorizando contribuintes com direito legal à preferência, conforme a ordem estabelecida pelo Fisco:

  1. Idosos com 80 anos ou mais;
  2. Idosos entre 60 e 79 anos, pessoas com deficiência e com doenças graves;
  3. Contribuintes cuja principal fonte de renda é o magistério;
  4. Quem utilizou a declaração pré-preenchida e escolheu restituição via Pix;
  5. Quem optou por uma das duas condições acima;
  6. Demais contribuintes.

O critério de desempate é o horário da entrega da declaração: quem envia antes, recebe antes.

Como será feita a restituição

A restituição é paga quando o valor do imposto retido ao longo do ano é superior ao valor devido. A Receita Federal devolve esse excedente em cinco lotes mensais, sempre no último dia útil.

Calendário da restituição do IR 2025:

  • 1º lote: 30 de maio
  • 2º lote: 30 de junho
  • 3º lote: 31 de julho
  • 4º lote: 29 de agosto
  • 5º lote: 30 de setembro

Quem precisa declarar o Imposto de Renda em 2025

Deve declarar o Imposto de Renda 2025 quem:

  • Recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 33.888 em 2024;
  • Teve rendimentos isentos ou tributados exclusivamente na fonte superiores a R$ 200 mil;
  • Obteve ganho de capital na venda de bens ou direitos;
  • Vendeu e comprou imóvel residencial com isenção de IR dentro de 180 dias;
  • Vendeu mais de R$ 40 mil na Bolsa de Valores, ou teve lucro tributável com ações;
  • Tinha bens ou patrimônio acima de R$ 800 mil em 31 de dezembro;
  • Obteve receita bruta superior a R$ 169.440 em atividade rural ou quer compensar prejuízos;
  • Passou a morar no Brasil em 2024;
  • Declarou bens em offshore ou como titular de trust;
  • Atualizou o valor de imóveis com base na legislação especial de dezembro de 2024;
  • Teve rendimentos de aplicações financeiras no exterior.

A declaração deve ser enviada até 23h59 do dia 30 de maio. Quem perder o prazo pagará multa de, no mínimo, R$ 165,74 ou até 20% do valor do imposto devido.

Com o fechamento do primeiro lote se aproximando, os contribuintes que desejam receber a restituição mais cedo devem se apressar para enviar suas declarações até o dia 9 de maio. Prioridades continuam valendo, mas rapidez também conta pontos. Ficar atento às regras evita multas e garante um processo mais tranquilo com o Leão.

Redação Saiba+

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Brasil

Wagner Moura processa Silas Malafaia por calúnia

Ator pede indenização de R$ 100 mil após declarações durante período de premiações internacionais

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Silas Malafaia apontou não entender as motivações do processo movido por Moura | Bnews - Divulgação Divulgação e Reprodução

O ator baiano Wagner Moura ingressou com uma ação judicial contra o pastor Silas Malafaia, alegando ter sido vítima de calúnia e difamação. O processo foi protocolado na Justiça do Rio de Janeiro e está relacionado a publicações feitas pelo religioso nas redes sociais durante o período de destaque internacional do artista.

De acordo com informações divulgadas, a ação pede uma indenização no valor de R$ 100 mil, com base em mensagens que teriam atingido a honra e a reputação do ator. As declarações teriam ocorrido no momento em que Wagner Moura ganhava projeção internacional por sua atuação no filme O Agente Secreto, durante a temporada de premiações.

O caso tramita na 5ª Vara Cível da Barra da Tijuca, em regime de segredo de Justiça. A defesa do ator sustenta que as publicações ultrapassaram os limites da liberdade de expressão, configurando ataques pessoais com potencial dano à imagem pública do artista.

Reconhecido nacional e internacionalmente, Wagner Moura acumula uma carreira marcada por atuações de destaque no cinema e na televisão. Já Silas Malafaia é conhecido por sua forte presença nas redes sociais e posicionamentos públicos sobre temas políticos e sociais.

O episódio reacende o debate sobre os limites entre liberdade de expressão e responsabilidade nas redes sociais, especialmente quando envolve figuras públicas e declarações com grande alcance.

Redação Saiba+

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Prisão de ex-presidente do BRB revela patrimônio milionário

Investigação da Polícia Federal identifica imóveis de alto padrão ligados ao ex-dirigente, com valores que ultrapassam R$ 140 milhões

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Mensagens indicam tentativa de negociação de imóvel de alto padrão em meio ao avanço das investigações | Bnews - Divulgação Ana Paula Paiva e Paulo H. Carvalho

A prisão do ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, nesta quinta-feira (16), trouxe à tona detalhes que chamaram a atenção das autoridades: um patrimônio imobiliário de alto luxo, composto por imóveis em áreas valorizadas e negociações realizadas em circunstâncias consideradas suspeitas.

Durante as investigações, a Polícia Federal (PF) identificou ao menos seis imóveis vinculados ao esquema. Desses, quatro estão localizados em São Paulo e dois em Brasília, todos em regiões nobres e com características de alto padrão. No total, o valor estimado dos bens ultrapassa R$ 140 milhões, conforme levantamento divulgado pela imprensa.

Os investigadores destacaram que algumas transações teriam sido feitas de forma acelerada, o que levantou suspeitas sobre a origem dos recursos e a possível tentativa de ocultação patrimonial. A apuração segue em andamento, com o objetivo de esclarecer a natureza das negociações e identificar eventuais irregularidades.

O caso amplia a repercussão em torno da gestão do banco e reforça o trabalho de órgãos de controle no combate a práticas ilícitas envolvendo recursos públicos e privados. A descoberta do patrimônio milionário intensifica as investigações, que agora buscam rastrear o fluxo financeiro por trás das aquisições.

A operação também evidencia o uso de imóveis de luxo como instrumento em esquemas investigados, prática que costuma ser monitorada por autoridades em casos de suspeita de lavagem de dinheiro e enriquecimento ilícito.

Redação Saiba+

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Brasil

Moraes manda PF devolver equipamentos a jornalista investigado

Decisão do STF envolve apuração sobre suposta perseguição contra o ministro Flávio Dino

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Devolução dos itens foi solicitada pela defesa do jornalista | Bnews - Divulgação Victor Piemonte

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, determinou que a Polícia Federal devolva os equipamentos apreendidos do jornalista Luís Pablo Conceição Almeida, no âmbito de uma investigação em andamento.

O profissional é alvo de apuração por suposto crime de perseguição contra o ministro Flávio Dino, integrante da Corte. A decisão de Moraes não encerra o caso, mas estabelece que os itens recolhidos durante as diligências sejam restituídos ao jornalista, mantendo o curso normal das investigações.

A medida foi interpretada por especialistas como um gesto de equilíbrio entre a continuidade da apuração e a preservação de direitos individuais, especialmente no que diz respeito ao exercício da atividade jornalística e ao uso de ferramentas de trabalho.

Nos bastidores, a decisão reforça o entendimento do STF de que ações investigativas devem respeitar limites legais, mesmo em casos sensíveis envolvendo autoridades públicas. Ainda assim, o inquérito segue sob responsabilidade das autoridades competentes, com análise de provas e possíveis desdobramentos judiciais.

O caso chama atenção por envolver liberdade de imprensa, atuação institucional e segurança de autoridades, temas que frequentemente geram debate no cenário jurídico e político nacional.

A Polícia Federal ainda não detalhou o cronograma para a devolução dos equipamentos, mas deverá cumprir a determinação dentro dos prazos estabelecidos pelo Supremo.

Redação Saiba+

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