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Brasil

Evite multa: Declare o IR 2025 incompleto e retifique depois

Prazo termina nesta sexta-feira (30) às 23h59; medida pode impedir multa mínima de R$ 165,74 e preservar direitos à restituição

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O prazo final para declarar o Imposto de Renda 2025 termina às 23h59 desta sexta-feira, 30 de maio, e muitos contribuintes ainda não prestaram contas com a Receita Federal. Para quem está na reta final e ainda não reuniu todos os documentos, uma estratégia possível para evitar multa é enviar a declaração incompleta e, posteriormente, fazer uma retificadora com todos os dados corretos.

A tática pode evitar a penalidade mínima de R$ 165,74, que pode chegar a 20% do imposto devido. O contribuinte deve preencher dados obrigatórios, enviar a declaração dentro do prazo, e depois complementar as informações por meio da declaração retificadora.

Segundo a Receita, até 17h30 de quinta-feira (29), cerca de 38 milhões de declarações foram entregues, enquanto a expectativa é receber 46,2 milhões até o final do prazo.

José Carlos Fonseca, supervisor nacional do IR, alerta para os riscos: “Declarar incompleto impede a troca de modelo de tributação após o prazo. Se o contribuinte escolher o desconto simplificado por engano, não poderá alterá-lo depois para deduções legais, mesmo que essa fosse a melhor opção.”

Como declarar o IR 2025 incompleto

Para o envio da declaração incompleta, é preciso preencher integralmente a ficha de identificação, com nome, CPF, data de nascimento, ocupação e endereço atualizado. O contribuinte também deve informar se residia fora do Brasil e retornou em 2024.

Com isso, o sistema aceita o envio da declaração — mesmo que outras fichas estejam em branco — desde que não haja pendências vermelhas. Pendências amarelas não impedem o envio.

Modelos de tributação: qual escolher?

A tributação por deduções legais permite abater despesas com saúde, educação, dependentes e previdência, resultando, muitas vezes, em maior restituição ou menor imposto a pagar. Já o modelo simplificado aplica um desconto padrão de 20%, ideal para quem teve poucos gastos dedutíveis.

Se o contribuinte enviar a declaração incompleta e optar por um modelo sem ter certeza, não poderá alterá-lo depois de 30 de maio, mesmo na declaração retificadora.

Como retificar a declaração

A retificação deve ser feita no mesmo programa utilizado para o envio original. É necessário informar o número do recibo da declaração entregue, acessar as fichas em branco e preencher com:

  • Rendimentos de 2024
  • Bens, dívidas, investimentos
  • Gastos dedutíveis (educação, saúde, dependentes, previdência)
  • Dados de atividade como autônomo, se aplicável

A retificadora deve ser feita com base em documentos comprobatórios e pode ser enviada a qualquer momento, mas não permite mudar o modelo de tributação após o prazo oficial.

Declaração pré-preenchida: agilidade no processo

Para agilizar o processo, a declaração pré-preenchida pode ser acessada pelo PGD (Programa Gerador da Declaração), pelo site da Receita Federal, via portal Gov.br (nível prata ou ouro), ou pelo aplicativo da Receita. Essa modalidade já traz diversas informações preenchidas, reduzindo riscos de erro e facilitando a entrega.

Quem deve declarar o Imposto de Renda 2025

Estão obrigados a declarar:

  • Quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 33.888
  • Quem recebeu rendimentos isentos ou tributados exclusivamente na fonte acima de R$ 200 mil
  • Quem obteve ganho de capital com imóveis ou ações
  • Quem teve bens acima de R$ 800 mil em 31 de dezembro de 2024
  • Quem teve receita bruta da atividade rural superior a R$ 169.440
  • Quem passou a residir no Brasil em 2024
  • Quem opera na Bolsa de Valores com vendas acima de R$ 40 mil ou obteve lucros
  • Quem optou por declarar bens no exterior, offshores ou trusts
  • Quem atualizou valor de imóveis conforme nova regra de 2024

Calendário de restituição do IR 2025

  • 1º lote: 30 de maio
  • 2º lote: 30 de junho
  • 3º lote: 31 de julho
  • 4º lote: 29 de agosto
  • 5º lote: 30 de setembro

Dica final: Se você ainda não declarou, envie agora, mesmo que incompleto, e evite a multa. Depois, com calma e todos os documentos em mãos, retifique sua declaração e garanta seus direitos.

Redação Saiba+

Brasil

Wagner Moura processa Silas Malafaia por calúnia

Ator pede indenização de R$ 100 mil após declarações durante período de premiações internacionais

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Silas Malafaia apontou não entender as motivações do processo movido por Moura | Bnews - Divulgação Divulgação e Reprodução

O ator baiano Wagner Moura ingressou com uma ação judicial contra o pastor Silas Malafaia, alegando ter sido vítima de calúnia e difamação. O processo foi protocolado na Justiça do Rio de Janeiro e está relacionado a publicações feitas pelo religioso nas redes sociais durante o período de destaque internacional do artista.

De acordo com informações divulgadas, a ação pede uma indenização no valor de R$ 100 mil, com base em mensagens que teriam atingido a honra e a reputação do ator. As declarações teriam ocorrido no momento em que Wagner Moura ganhava projeção internacional por sua atuação no filme O Agente Secreto, durante a temporada de premiações.

O caso tramita na 5ª Vara Cível da Barra da Tijuca, em regime de segredo de Justiça. A defesa do ator sustenta que as publicações ultrapassaram os limites da liberdade de expressão, configurando ataques pessoais com potencial dano à imagem pública do artista.

Reconhecido nacional e internacionalmente, Wagner Moura acumula uma carreira marcada por atuações de destaque no cinema e na televisão. Já Silas Malafaia é conhecido por sua forte presença nas redes sociais e posicionamentos públicos sobre temas políticos e sociais.

O episódio reacende o debate sobre os limites entre liberdade de expressão e responsabilidade nas redes sociais, especialmente quando envolve figuras públicas e declarações com grande alcance.

Redação Saiba+

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Brasil

Prisão de ex-presidente do BRB revela patrimônio milionário

Investigação da Polícia Federal identifica imóveis de alto padrão ligados ao ex-dirigente, com valores que ultrapassam R$ 140 milhões

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Mensagens indicam tentativa de negociação de imóvel de alto padrão em meio ao avanço das investigações | Bnews - Divulgação Ana Paula Paiva e Paulo H. Carvalho

A prisão do ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, nesta quinta-feira (16), trouxe à tona detalhes que chamaram a atenção das autoridades: um patrimônio imobiliário de alto luxo, composto por imóveis em áreas valorizadas e negociações realizadas em circunstâncias consideradas suspeitas.

Durante as investigações, a Polícia Federal (PF) identificou ao menos seis imóveis vinculados ao esquema. Desses, quatro estão localizados em São Paulo e dois em Brasília, todos em regiões nobres e com características de alto padrão. No total, o valor estimado dos bens ultrapassa R$ 140 milhões, conforme levantamento divulgado pela imprensa.

Os investigadores destacaram que algumas transações teriam sido feitas de forma acelerada, o que levantou suspeitas sobre a origem dos recursos e a possível tentativa de ocultação patrimonial. A apuração segue em andamento, com o objetivo de esclarecer a natureza das negociações e identificar eventuais irregularidades.

O caso amplia a repercussão em torno da gestão do banco e reforça o trabalho de órgãos de controle no combate a práticas ilícitas envolvendo recursos públicos e privados. A descoberta do patrimônio milionário intensifica as investigações, que agora buscam rastrear o fluxo financeiro por trás das aquisições.

A operação também evidencia o uso de imóveis de luxo como instrumento em esquemas investigados, prática que costuma ser monitorada por autoridades em casos de suspeita de lavagem de dinheiro e enriquecimento ilícito.

Redação Saiba+

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Brasil

Moraes manda PF devolver equipamentos a jornalista investigado

Decisão do STF envolve apuração sobre suposta perseguição contra o ministro Flávio Dino

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Devolução dos itens foi solicitada pela defesa do jornalista | Bnews - Divulgação Victor Piemonte

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, determinou que a Polícia Federal devolva os equipamentos apreendidos do jornalista Luís Pablo Conceição Almeida, no âmbito de uma investigação em andamento.

O profissional é alvo de apuração por suposto crime de perseguição contra o ministro Flávio Dino, integrante da Corte. A decisão de Moraes não encerra o caso, mas estabelece que os itens recolhidos durante as diligências sejam restituídos ao jornalista, mantendo o curso normal das investigações.

A medida foi interpretada por especialistas como um gesto de equilíbrio entre a continuidade da apuração e a preservação de direitos individuais, especialmente no que diz respeito ao exercício da atividade jornalística e ao uso de ferramentas de trabalho.

Nos bastidores, a decisão reforça o entendimento do STF de que ações investigativas devem respeitar limites legais, mesmo em casos sensíveis envolvendo autoridades públicas. Ainda assim, o inquérito segue sob responsabilidade das autoridades competentes, com análise de provas e possíveis desdobramentos judiciais.

O caso chama atenção por envolver liberdade de imprensa, atuação institucional e segurança de autoridades, temas que frequentemente geram debate no cenário jurídico e político nacional.

A Polícia Federal ainda não detalhou o cronograma para a devolução dos equipamentos, mas deverá cumprir a determinação dentro dos prazos estabelecidos pelo Supremo.

Redação Saiba+

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