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Política

Deputado Marcone Amaral prestigia abertura da Festa do Divino em Poções

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Foto: Repdoução redes sociais.

Natural de Poções, o deputado estadual Marcone Amaral (PSD) esteve presente na abertura da tradicional Festa do Divino Espírito Santo, um dos eventos religiosos e culturais mais importantes do sudoeste baiano. A celebração, que acontece de 4 a 8 de junho, reúne moradores, fiéis e visitantes em uma programação intensa marcada por fé, tradição e alegria.

O evento conta com missas, novenas, alvoradas, procissões e uma grade de atrações musicais que movimentam o centro da cidade. Neste ano, artistas como Tarcísio do Acordeon, Kart Love, Larissa Gomes, Latitude 10, além dos Artistas da Terra, prometem animar o público nos cinco dias de festa.

Durante a abertura, Marcone destacou a importância da festa para a identidade do povo de Poções.

“A Festa do Divino é um símbolo de união, fé e tradição. É um orgulho enorme voltar à minha terra e participar desse momento que representa tanto para nossa cultura e religiosidade”, declarou o parlamentar.

O deputado também fez questão de agradecer à prefeita de Poções Dona Nilda, aos vereadores Célio Amorim e Joaquim Moreno pela recepção calorosa e pelo convite para participar da abertura e da chegada da bandeira — momento simbólico e marcante da festa.

Além do aspecto religioso, Marcone ressaltou o impacto positivo da celebração para o turismo local.

“Eventos como este movimentam a economia, geram emprego temporário e impulsionam o turismo regional. É um ciclo virtuoso que beneficia desde os comerciantes até os pequenos produtores locais”, destacou.

Ao longo da programação, o deputado tem aproveitado para dialogar com lideranças locais, participar das celebrações e reafirmar seu compromisso com o fortalecimento das tradições culturais e religiosas de Poções e de toda a Bahia.

Reconhecida em todo o estado, a Festa do Divino de Poções é mais do que uma manifestação religiosa: é um momento de encontro, pertencimento e renovação da fé do povo baiano.

Redação Saiba+

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Política

STF coloca sob sigilo investigação sobre filme Dark Horse

Pedido apresentado por Lindbergh Farias envolve Jair Bolsonaro e os deputados Flávio e Eduardo Bolsonaro

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O Supremo Tribunal Federal (STF) registrou sob sigilo nível 3 o pedido de investigação relacionado ao suposto financiamento do filme Dark Horse pelo banqueiro Daniel Vorcaro. A medida restringe o acesso às informações do processo enquanto a análise da Corte estiver em andamento.

O caso tem origem em uma notícia-crime apresentada pelo deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ), que solicita a apuração de fatos envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e os deputados federais Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Eduardo Bolsonaro (PL-SP).

Segundo o pedido encaminhado ao STF, o parlamentar requer a investigação sobre a suposta participação dos citados em questões relacionadas ao financiamento da produção cinematográfica. O processo, no entanto, segue protegido por sigilo judicial, o que limita a divulgação de detalhes sobre os elementos apresentados à Suprema Corte.

A classificação em sigilo nível 3 impede o acesso público ao conteúdo integral dos autos, permitindo consulta apenas às partes envolvidas e aos órgãos autorizados. Esse tipo de restrição é utilizado em procedimentos que exigem preservação das informações durante a fase inicial de análise.

Até o momento, não há decisão sobre o mérito da notícia-crime, cabendo ao Supremo avaliar os elementos apresentados e definir os próximos passos processuais. O registro do pedido sob sigilo não representa conclusão sobre eventual responsabilidade dos citados, mas integra o procedimento previsto para análise de pedidos dessa natureza.

A tramitação do caso ocorre no âmbito do STF, que deverá decidir se há fundamentos suficientes para determinar a abertura de investigação formal ou adotar outras medidas previstas na legislação.

Redação Saiba+

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Política

Ministros do STF defendem flexibilização de penduricalhos

Proposta prevê exceções para pagamentos de férias e licenças-prêmio adquiridos antes da decisão da Corte

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Os ministros Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), defenderam nesta sexta-feira (26) ajustes na tese que limitou os chamados penduricalhos no Judiciário. A proposta apresentada pelos magistrados prevê flexibilização das regras para determinados pagamentos considerados excepcionais.

Entre as sugestões está a possibilidade de autorizar o pagamento em dinheiro de férias e licenças-prêmio adquiridas por magistrados e membros do Ministério Público antes de maio, período anterior à decisão do STF que estabeleceu novas restrições sobre benefícios remuneratórios.

Segundo os ministros, a alteração busca preservar direitos já incorporados antes da fixação da tese pelo Supremo, evitando impactos sobre situações consolidadas anteriormente. A flexibilização, no entanto, seria restrita a casos específicos e não representaria uma revogação da decisão que limitou os benefícios.

A análise ocorre no âmbito do plenário virtual do STF, onde os ministros avaliam eventuais ajustes na tese aprovada pela Corte. A decisão definitiva deverá ser concluída até a próxima terça-feira (30), data prevista para o encerramento do julgamento virtual.

O debate envolve a regulamentação dos chamados penduricalhos, expressão utilizada para designar verbas adicionais pagas a integrantes do Judiciário e do Ministério Público. A decisão original do Supremo estabeleceu critérios mais rígidos para esses pagamentos, buscando uniformizar o entendimento sobre a legalidade dos benefícios.

Caso a proposta seja aprovada pela maioria dos ministros, algumas verbas anteriores à decisão poderão ser preservadas, mantendo o pagamento de direitos considerados adquiridos antes da mudança de entendimento da Corte.

Redação Saiba+

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Política

PF apreende R$ 240 mil com deputada de Roraima

Operação Testa de Ferro investiga suposto esquema de lavagem de dinheiro por meio da compra e venda de veículos

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A Polícia Federal (PF) apreendeu cerca de R$ 240 mil em dinheiro vivo na residência da deputada estadual de Roraima Tayla Peres (Republicanos) durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão nesta sexta-feira (26). Parte do montante estava em dólares, segundo informações divulgadas pela investigação.

A ação faz parte da Operação Testa de Ferro, que apura a atuação de um grupo suspeito de praticar lavagem de dinheiro por meio da compra e venda de veículos em Boa Vista, capital de Roraima.

De acordo com a investigação, os policiais federais realizaram diligências para reunir provas relacionadas ao suposto esquema financeiro. Durante as buscas, os agentes localizaram o dinheiro em espécie, que foi apreendido e passará por perícia no decorrer das investigações.

A operação busca identificar a origem dos recursos movimentados pelo grupo investigado, bem como verificar a existência de empresas ou pessoas utilizadas para ocultar ou dissimular valores obtidos de forma ilícita. As autoridades também analisam documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais recolhidos durante as diligências.

Até o momento, a Polícia Federal não divulgou detalhes sobre a participação individual dos investigados, ressaltando que o inquérito permanece em andamento. A deputada estadual ainda poderá apresentar sua defesa ao longo da investigação, conforme garantem os princípios do contraditório e da ampla defesa.

A Operação Testa de Ferro integra as ações de combate aos crimes financeiros e à lavagem de dinheiro, buscando desarticular organizações suspeitas de utilizar negócios aparentemente legais para movimentar recursos de origem ilícita.

Redação Saiba+

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