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Tesla realiza primeira entrega com direção 100% autônoma

Model Y vai da fábrica à casa do cliente sem intervenção humana, marcando novo passo na evolução dos carros autônomos

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Em um avanço que parece ter saído de um filme de ficção científica, a Tesla realizou a primeira entrega totalmente autônoma de um veículo nos Estados Unidos. A façanha envolveu um Tesla Model Y, que percorreu sozinho o trajeto entre a fábrica da marca, no Texas, e a residência de um cliente, sem qualquer intervenção humana no volante.

A entrega foi feita diretamente da Gigafactory Texas, unidade que também funciona como ponto de retirada, já que a Tesla não adota o tradicional modelo de concessionárias. O trajeto de cerca de 30 minutos foi monitorado por uma equipe técnica da empresa, mas nenhuma ação manual foi necessária durante o percurso.

O feito foi possível graças ao avanço do software de direção autônoma da montadora, o Full Self-Driving (FSD), que operou no modo de táxi-robô, reconhecendo e respondendo a situações reais do trânsito em tempo real. O mesmo sistema já é utilizado em testes de robotáxis em algumas regiões dos EUA, embora a aplicação ainda enfrente limitações legais e estruturais.

“A primeira entrega totalmente autônoma de um Tesla Model Y da fábrica para a casa de um cliente do outro lado da cidade, incluindo rodovias, foi concluída”, celebrou Elon Musk, CEO da Tesla, em publicação na rede X.

Segundo a montadora, a expectativa é que a funcionalidade seja gradualmente expandida para outros mercados, à medida que as legislações locais e os testes de segurança avançarem. Apesar das polêmicas envolvendo a segurança e a confiabilidade da tecnologia, o caso representa um marco na transição da indústria automotiva para a mobilidade autônoma.

Além da inovação tecnológica, a entrega autônoma também levanta discussões sobre o futuro do transporte, segurança viária, e os impactos regulatórios e éticos de veículos autônomos no cotidiano urbano.

Redação Saiba+

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Lua do Veado ilumina o céu e poderá ser vista em todo o Brasil

Fenômeno astronômico conhecido como “Lua do Veado” ocorre apenas uma vez por ano e tem origem em tradições indígenas da América do Norte.

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Os brasileiros poderão acompanhar nesta quarta-feira a tradicional Lua cheia de julho, popularmente chamada de “Lua do Veado” ou “Lua do Cervo”, um fenômeno que poderá ser observado a olho nu em todas as regiões do país, desde que as condições climáticas favoreçam a visibilidade.

O evento chama a atenção não apenas pela beleza do satélite natural em sua fase completa, mas também pela história por trás de seu nome. A denominação tem origem em antigas tradições dos povos indígenas da América do Norte, que nomeavam cada Lua cheia do ano de acordo com acontecimentos marcantes da natureza e das mudanças das estações.

No caso da Lua cheia de julho, o nome faz referência ao período em que os veados e cervos machos iniciam o crescimento de uma nova galhada. Após perderem os chifres antigos, os animais desenvolvem uma nova estrutura óssea revestida por uma camada aveludada, que protege o crescimento até que ela atinja sua formação completa.

Embora o nome tenha origem cultural e não represente um fenômeno astronômico diferente das demais luas cheias, a Lua do Veado desperta grande interesse entre admiradores da astronomia, fotógrafos e observadores do céu, tornando-se um dos eventos mais aguardados do calendário lunar.

Para apreciar o espetáculo, a recomendação é procurar locais com pouca iluminação artificial e céu limpo, preferencialmente em áreas abertas. Nessas condições, será possível observar a Lua cheia em todo o seu brilho, sem a necessidade de equipamentos como telescópios ou binóculos.

Além de seu valor científico e cultural, a Lua do Veado reforça a conexão entre os ciclos da natureza e as tradições ancestrais, mantendo viva uma nomenclatura que atravessa gerações e continua despertando curiosidade em diferentes partes do mundo.

Redação Saiba+

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Estagiária da OTAN é presa na Bélgica por suspeita de espionagem

Cidadã canadense de origem chinesa foi detida durante investigação da polícia federal belga por suposta atuação em benefício de um terceiro país.

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Uma cidadã canadense de origem chinesa que realizava estágio na Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) foi presa na última quinta-feira durante uma operação conduzida pela polícia judiciária federal da Bélgica. A informação foi confirmada neste sábado pelas autoridades belgas, que investigam o caso sob suspeita de espionagem.

A estagiária exercia atividades no Quartel-General Supremo das Potências Aliadas na Europa (SHAPE), localizado na cidade de Mons, uma das principais estruturas militares da aliança. O local desempenha papel estratégico na coordenação de operações e no planejamento de ações envolvendo os países membros da OTAN.

De acordo com a Procuradoria Federal da Bélgica, a investigada é suspeita de praticar atos de espionagem em benefício de um terceiro país, além de responder por suspeita de participação em uma organização criminosa. As autoridades, no entanto, não divulgaram oficialmente qual seria o país beneficiado nem apresentaram detalhes sobre a suposta atuação da estagiária.

A investigação segue sob sigilo, enquanto os órgãos de segurança buscam esclarecer a extensão das atividades atribuídas à suspeita e verificar se houve acesso indevido a informações estratégicas relacionadas à aliança militar.

O caso reforça a preocupação crescente das autoridades europeias com ameaças à segurança, espionagem internacional e proteção de informações sensíveis, especialmente em instituições ligadas à defesa e à cooperação militar entre países aliados.

A expectativa é que novas informações sejam divulgadas à medida que as investigações avancem e que a Justiça belga defina os próximos passos do processo envolvendo a estagiária.

Redação Saiba+

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Doença dos vikings afeta as mãos e pode limitar movimentos

Conhecida cientificamente como doença de Dupuytren, a condição provoca deformidades progressivas nas mãos e está associada a fatores genéticos, com maior incidência em pessoas de ascendência do norte da Europa.

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Apesar do nome curioso, a chamada “doença dos vikings” é uma condição médica real que pode comprometer significativamente os movimentos das mãos e dificultar atividades simples da rotina. Seu nome científico é doença de Dupuytren, uma enfermidade que provoca alterações na palma da mão e pode levar à contração permanente dos dedos ao longo do tempo.

A doença recebe esse apelido por apresentar maior frequência entre pessoas com ascendência do norte da Europa, especialmente em países como Noruega, Suécia, Dinamarca e Islândia. Embora possa afetar indivíduos de diferentes origens, a incidência é historicamente mais elevada nessas populações, o que contribuiu para a popularização do termo.

Os primeiros sinais costumam surgir de forma gradual, com o aparecimento de pequenos nódulos ou espessamentos na palma da mão. Com a evolução da doença, formam-se cordões de tecido fibroso que puxam os dedos em direção à palma, tornando difícil realizar movimentos completos de extensão.

Entre as principais dificuldades enfrentadas pelos pacientes estão apoiar a mão sobre superfícies planas, cumprimentar alguém com um aperto de mão, segurar objetos e executar tarefas do cotidiano, especialmente quando a doença atinge estágios mais avançados.

Pesquisas recentes também apontam que fatores genéticos desempenham papel importante no desenvolvimento da doença de Dupuytren. Estudos identificaram variantes hereditárias que podem aumentar a predisposição à condição, incluindo algumas associadas à herança genética proveniente dos neandertais.

Embora não exista uma forma conhecida de prevenção, o diagnóstico precoce é fundamental para acompanhar a progressão da doença e avaliar as opções de tratamento disponíveis. Dependendo da gravidade, o paciente pode ser orientado a realizar acompanhamento especializado, terapias específicas ou procedimentos para recuperar a mobilidade das mãos e preservar a qualidade de vida.

Especialistas ressaltam que, diante de qualquer alteração persistente na palma da mão ou dificuldade progressiva para movimentar os dedos, a avaliação médica é essencial para identificar a causa e definir a melhor abordagem terapêutica.

Redação Saiba+

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