Política
Eduardo Bolsonaro agradece Trump por sanção a Moraes e promete: “Tem muito mais por vir”
Eduardo Bolsonaro agradece Trump por sanção a Moraes e promete: “Tem muito mais por vir”

O deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) agradeceu publicamente ao ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e ao secretário de Estado americano, Marco Rubio, pela decisão de revogar os vistos do ministro do STF Alexandre de Moraes, de seus aliados e familiares diretos. A medida, anunciada na noite desta sexta-feira (18), amplia o desgaste institucional entre o Brasil e os EUA, e marca um novo capítulo na ofensiva internacional promovida por apoiadores de Jair Bolsonaro contra o Supremo Tribunal Federal.
Em postagem feita na rede social X (antigo Twitter), Eduardo escreveu:
“Muito obrigado presidente Donald Trump e secretário Marco Rubio. Eu não posso ver meu pai, e agora tem autoridade brasileira que não poderá ver seus familiares nos EUA também — ou quem sabe até perderão seus vistos.”
O parlamentar, que atualmente reside nos Estados Unidos e está licenciado do cargo justamente para articular sanções contra autoridades brasileiras, afirmou que a medida é apenas o começo. “Eis o CUSTO MORAES para quem sustenta o regime. De garantido só posso falar uma coisa: tem muito mais por vir!”
Além dele, o influenciador conservador Paulo Figueiredo também se manifestou, sugerindo que as próximas ações de Washington poderão ser ainda mais duras, comparando a possibilidade à Lei Magnitsky, legislação americana que permite sanções econômicas contra pessoas envolvidas em corrupção ou violações graves dos direitos humanos.
O anúncio da revogação dos vistos foi feito por Marco Rubio, que afirmou:
“A caça às bruxas política do Ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, contra Jair Bolsonaro criou um complexo de perseguição e censura tão abrangente que não apenas viola direitos básicos dos brasileiros, mas também se estende além das fronteiras do Brasil, atingindo os americanos.”
A tensão escalou ainda mais nesta sexta-feira, quando Moraes determinou o uso de tornozeleira eletrônica por Bolsonaro e a proibição do ex-presidente de usar redes sociais. A decisão foi endossada pela Primeira Turma do STF.
A Procuradoria-Geral da República, ao apoiar a decisão, citou justamente as ameaças feitas por Rubio como argumento para as medidas cautelares. O embate jurídico e diplomático ganhou contornos internacionais, gerando repercussão entre parlamentares brasileiros.
O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), comentou:
“Alexandre de Moraes trucou o presidente Donald Trump.”
Já o vereador de São Paulo, Adrilles Jorge (União Brasil), disse que a decisão de Moraes foi uma “afronta pessoal ao presidente americano” e previu novas retaliações econômicas ao Brasil.
Política
Acordo político tenta tirar “Caso Master” das eleições na Bahia
Articulação entre aliados de ACM Neto e Jaques Wagner busca reduzir impacto eleitoral da polêmica

Um acordo costurado nos bastidores da política baiana entre grupos ligados ao ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) e ao líder do governo no Senado, Jaques Wagner, tem como objetivo retirar o chamado “Caso Master” do centro da disputa eleitoral na Bahia neste ano.
A movimentação ocorre após os nomes de pré-candidatos ao governo do estado e ao Senado serem associados ao caso nas últimas semanas, gerando desgaste político e ampliando a tensão entre grupos adversários. Diante desse cenário, interlocutores das duas frentes atuaram para construir um entendimento que minimize os impactos da polêmica no debate público.
Segundo apuração de bastidores, o acordo prevê uma espécie de “pacto de silêncio” informal, no qual lideranças evitariam explorar o tema durante a campanha, reduzindo o potencial de desgaste mútuo. A estratégia busca manter o foco das eleições em propostas e agendas administrativas, afastando discussões consideradas sensíveis.
Apesar da articulação, o tema ainda gera repercussão nos meios políticos e pode voltar ao debate caso novos desdobramentos surjam. Analistas avaliam que o sucesso do acordo dependerá da disciplina dos aliados e da ausência de novos fatos ligados ao caso.
O cenário reforça a complexidade do ambiente eleitoral na Bahia, onde alianças e estratégias de contenção de crises têm papel decisivo. A tentativa de neutralizar o impacto do Caso Master evidencia a preocupação dos grupos políticos com a imagem pública e o desempenho nas urnas.
Política
Otto Alencar critica possível vice de ACM Neto
Senador questiona liderança de Zé Cocá e minimiza força política no cenário estadual

O senador Otto Alencar (PSD) afirmou que o prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), não possui densidade política suficiente para compor como vice em uma eventual chapa liderada por ACM Neto (União Brasil) nas eleições para o governo da Bahia.
A declaração foi feita durante entrevista à Rádio Metrópole, na segunda-feira (23), em meio a especulações sobre a formação da chapa majoritária da oposição no estado. Segundo Otto, Zé Cocá é praticamente desconhecido na maior parte dos municípios baianos, o que, na avaliação do senador, enfraquece a possibilidade de sua indicação para o cargo.
“Não tem liderança estadual consolidada”, destacou o parlamentar, ao comentar a suposta articulação política. A fala evidencia o cenário de disputa antecipada nos bastidores e reforça o clima de tensão entre diferentes grupos que se posicionam para o pleito.
O debate sobre a escolha do vice é considerado estratégico, já que a composição da chapa pode influenciar diretamente na capilaridade eleitoral e na capacidade de articulação política em diversas regiões. Analistas avaliam que a definição de nomes com maior reconhecimento e base consolidada pode ser determinante para o desempenho nas urnas.
Enquanto isso, a movimentação política segue intensa na Bahia, com lideranças buscando alianças e consolidando apoios de olho nas próximas eleições. A possível candidatura de ACM Neto e a escolha de seu vice continuam no centro das discussões políticas no estado.
Política
TCU rejeita pedido de Flávio Bolsonaro sobre empréstimo aos Correios
Corte de Contas mantém negociação bilionária e reforça autonomia administrativa da estatal

O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu não acatar o pedido do senador Flávio Bolsonaro (PL) para suspender a negociação de um empréstimo de até R$ 20 bilhões destinado à Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. A decisão mantém o andamento das tratativas financeiras consideradas estratégicas para a estatal.
O parlamentar havia solicitado a interrupção do processo, levantando questionamentos sobre a viabilidade e os impactos da operação. No entanto, o TCU entendeu que não há elementos suficientes que justifiquem a suspensão imediata da negociação, permitindo que os Correios prossigam com a busca por recursos.
A operação de crédito é vista como uma medida para reforçar o caixa da empresa, ampliar investimentos e modernizar serviços logísticos, em um cenário de crescente competitividade no setor. A decisão da Corte de Contas reforça o entendimento de que processos administrativos devem seguir seu curso regular, salvo indícios concretos de irregularidades.
Nos bastidores, o tema tem gerado debates sobre a gestão financeira de estatais e o papel dos órgãos de controle. Especialistas apontam que a decisão do TCU sinaliza uma postura técnica, priorizando a análise criteriosa antes de interferências em negociações de grande porte.
Com a manutenção do processo, a expectativa é de que os Correios avancem nas tratativas do empréstimo, considerado fundamental para garantir sustentabilidade financeira e competitividade no mercado.
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