Bahia
Ivana Bastos reforça apoio à agricultura familiar e critica “tarifaço” em agenda oficial
Presidente da AL-BA participa da entrega de equipamentos e celebra investimento de R$ 35 milhões no setor rural; parlamentar também defende soberania nacional diante de sanções internacionais

Durante compromisso oficial realizado nesta quarta-feira (23), a deputada estadual e presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Ivana Bastos (PSD), comentou o anúncio de R$ 35 milhões em investimentos no setor da agricultura familiar, dentro do Plano Safra Bahia 2025/2026, e reafirmou o compromisso do Legislativo baiano com o desenvolvimento econômico regional.
Segundo a parlamentar, quase R$ 5 milhões já estão assegurados neste momento. “É um plano que movimenta a economia, fortalece a base produtiva dos municípios e gera emprego e renda, especialmente no interior do estado”, declarou Ivana.
No mesmo evento, a chefe do Legislativo estadual participou da entrega de dois tratores e 11 automóveis para municípios, equipamentos voltados ao fortalecimento das estruturas operacionais da agricultura familiar. Ivana Bastos destacou o papel da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR) e do secretário Jeandro Ribeiro, além da importância da articulação parlamentar no avanço das políticas públicas para o setor.
“O nosso mandato integra essas conquistas e seguirá contribuindo com o avanço da agricultura familiar na Bahia”, afirmou a deputada.
Retorno das atividades legislativas e resistência ao “tarifaço”
Ainda durante a agenda, Ivana Bastos comentou sobre o retorno das atividades legislativas no segundo semestre e apontou como destaque na pauta da Casa o debate em torno do “tarifaço” — possível imposição de tarifas adicionais por países estrangeiros contra produtos brasileiros.
“A Assembleia Legislativa da Bahia já emitiu nota oficial, subscrita por todos os deputados, expressando repúdio à medida. O Parlamento baiano defenderá a soberania nacional e não aceitará interferências externas que comprometam a competitividade da nossa produção”, reforçou.
A deputada concluiu a entrevista ressaltando que a Bahia tem demonstrado resiliência em momentos de crise e que a Assembleia seguirá comprometida com o diálogo institucional.
“Vamos receber novos projetos, avaliar matérias relevantes e contribuir para o desenvolvimento com responsabilidade e equilíbrio”, completou.
Bahia
Van capota e provoca lentidão na Avenida Magalhães Neto
Acidente envolvendo uma Citroën Jumpy mobilizou motoristas e impactou o trânsito na Pituba, em Salvador

Uma van modelo Citroën Jumpy capotou na manhã desta segunda-feira (13) na Avenida Professor Magalhães Neto, no bairro da Pituba, em Salvador. O acidente chamou a atenção de quem passava pelo local e causou lentidão no trânsito em um dos principais corredores viários da capital baiana.
As circunstâncias que provocaram o capotamento ainda serão apuradas pelas autoridades competentes. O veículo permaneceu na pista durante o atendimento da ocorrência, exigindo atenção redobrada dos condutores que trafegavam pela região.
Equipes responsáveis pelo atendimento de acidentes e pela organização do tráfego foram acionadas para sinalizar a via, controlar o fluxo de veículos e realizar os procedimentos necessários para a remoção da van.
O congestionamento se formou logo após o acidente, afetando o deslocamento de motoristas durante o período da manhã. A orientação para os condutores foi reduzir a velocidade e buscar rotas alternativas enquanto a situação era normalizada.
Até o momento, não foram divulgadas informações oficiais sobre o número de ocupantes do veículo ou a existência de vítimas. O caso segue sob apuração.
Bahia
Antiga sede dos Correios na Pituba é vendida por menos de 40% do valor inicial
Após 20 tentativas de leilão, imóvel em área valorizada de Salvador foi negociado por R$ 97,8 milhões e passa a despertar interesse do mercado imobiliário

A venda da antiga sede dos Correios, localizada no bairro da Pituba, em Salvador, tornou-se um dos negócios mais comentados do mercado imobiliário baiano. O complexo, formado pelo edifício e pelo terreno onde funcionava a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), foi adquirido por R$ 97,8 milhões, valor que representa menos de 40% da avaliação inicial do imóvel.
Antes da negociação ser concretizada, o patrimônio passou por um longo processo de comercialização. Ao todo, o imóvel foi levado a leilão 20 vezes sem encontrar compradores interessados, mesmo estando situado em uma das regiões mais valorizadas da capital baiana.
Na primeira avaliação, o conjunto foi ofertado por R$ 248 milhões. Com a ausência de propostas, o preço foi reduzido para R$ 130,3 milhões após uma nova reavaliação. Somente na terceira oferta, o imóvel foi finalmente arrematado por R$ 97,8 milhões, considerado por especialistas do setor como um valor de oportunidade, levando em conta o potencial de exploração imobiliária da área.
A negociação reforça o interesse crescente por grandes terrenos urbanos em Salvador, especialmente em bairros consolidados como a Pituba, onde a disponibilidade de áreas para novos empreendimentos é cada vez mais limitada. O espaço poderá receber projetos de uso residencial, comercial ou de ocupação mista, dependendo das definições urbanísticas e dos investimentos futuros.
O desfecho da venda também evidencia como ativos de grande porte podem sofrer significativa desvalorização quando permanecem por longos períodos sem compradores, abrindo espaço para aquisições estratégicas por investidores atentos às oportunidades do mercado.
Bahia
Moradores denunciam abandono no Cemitério de Plataforma
Caixões descartados a céu aberto e falta de manutenção geram revolta e preocupação com a saúde pública no Subúrbio de Salvador

Moradores do Subúrbio Ferroviário de Salvador denunciam as condições do Cemitério Municipal de Plataforma, onde o descarte de caixões usados em área aberta e a ausência de manutenção têm provocado indignação na comunidade. As reclamações apontam para problemas estruturais que, segundo os moradores, comprometem a conservação do espaço e levantam preocupações relacionadas à saúde pública.
Durante visita ao local, foi constatada a existência de dezenas de caixões já utilizados acumulados de forma irregular em uma área próxima à Rua David Ferreira. Parte do material estava coberta por lonas, enquanto diversos caixões permaneciam totalmente expostos ao tempo, situação que chamou a atenção de moradores e frequentadores da região.
Além do descarte considerado inadequado, os relatos também destacam a falta de limpeza, conservação e manutenção geral do cemitério, cenário que tem motivado pedidos por providências dos órgãos responsáveis pela administração do espaço público.
Moradores afirmam que a situação se arrasta há algum tempo e defendem uma intervenção urgente para garantir melhores condições de funcionamento do cemitério. A principal preocupação é que o acúmulo de materiais e o estado de abandono possam representar riscos sanitários e comprometer o respeito devido às famílias que utilizam o local.
O caso amplia o debate sobre a necessidade de investimentos na manutenção dos cemitérios públicos de Salvador e na adoção de medidas que assegurem o descarte adequado de materiais funerários, preservando tanto a saúde da população quanto a dignidade dos espaços destinados às despedidas de entes queridos.
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