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Avião com 49 pessoas a bordo cai e não há sobreviventes

Fuselagem foi localizada em chamas por equipes de resgate; autoridades confirmam que nenhum passageiro sobreviveu

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Vista aérea do local da queda do avião de passageiros Antonov AN-24 fora da cidade de Tynda, na região de Amur, no extremo leste da Rússia Foto: Handout / Investigative Committee of Russia / AFP

Um avião de passageiros com 49 pessoas a bordo caiu nesta quinta-feira (22), segundo informaram autoridades russas. A aeronave, que realizava um voo doméstico, desapareceu do radar durante o trajeto entre Blagoveshchensk e Tinda e mobilizou operações de busca e resgate.

De acordo com o Ministério de Situações de Emergência da Rússia, a fuselagem foi localizada em chamas por um helicóptero Mi-8 da Rosaviatsia, a autoridade de aviação civil do país. O centro de proteção civil confirmou que não há sobreviventes.

Os destroços estavam a cerca de 16 quilômetros da cidade de Tinda, segundo informações preliminares, mas os trabalhos de investigação continuam. As causas do acidente ainda são desconhecidas.

Acidentes aéreos são frequentes em regiões remotas da Rússia, onde o deslocamento por avião é muitas vezes a única alternativa diante das longas distâncias e da escassez de infraestrutura rodoviária.

As autoridades locais seguem no local para apurar as circunstâncias da tragédia, enquanto a população acompanha com apreensão os desdobramentos do caso.

Redação Saiba+

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Camilla lidera pressão contra príncipe Andrew

Rainha consorte estaria defendendo medidas mais rígidas para preservar a imagem da monarquia britânica diante de novos desgastes envolvendo o irmão do rei Charles III.

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A família real britânica enfrenta mais um capítulo de tensão nos bastidores. Segundo informações divulgadas pela imprensa internacional, o príncipe Andrew estaria sob crescente pressão para ser definitivamente afastado da realeza em meio às controvérsias que continuam cercando seu nome.

De acordo com relatos de fontes próximas ao Palácio, a rainha consorte Camilla teria assumido uma posição de destaque na defesa do afastamento permanente de Andrew das atividades ligadas à monarquia. A movimentação ocorre em um momento em que a instituição busca reforçar sua credibilidade e preservar sua imagem diante da opinião pública.

O príncipe Andrew voltou ao centro das atenções após sucessivas polêmicas relacionadas à sua suposta ligação com o financista Jeffrey Epstein. Embora já tenha perdido diversas funções oficiais nos últimos anos, novas discussões internas indicam que membros da família real desejam encerrar de vez qualquer possibilidade de retorno ao núcleo ativo da Coroa.

Fontes ligadas ao ambiente da realeza afirmam que Camilla considera a sobrevivência e a estabilidade da monarquia como prioridades absolutas, mesmo quando decisões difíceis envolvem parentes próximos. A avaliação interna seria de que escândalos não resolvidos representam riscos significativos para a reputação da instituição em um período de intensa exposição pública.

A postura da rainha consorte reflete uma visão pragmática sobre o futuro da família real. Nos bastidores, a percepção é de que preservar a confiança da população e garantir a continuidade da monarquia exige ações firmes diante de situações que possam gerar desgaste prolongado.

Enquanto isso, o rei Charles III se vê diante de um desafio delicado: equilibrar os laços familiares com a responsabilidade de liderar uma das instituições mais tradicionais do mundo. O tema continua gerando repercussão internacional e alimentando especulações sobre possíveis decisões futuras envolvendo o papel de Andrew na estrutura da realeza.

A expectativa agora é sobre como a Coroa britânica conduzirá o assunto nos próximos meses e se haverá uma posição definitiva sobre o futuro do príncipe Andrew dentro da família real.

Redação Saiba+

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Mundo

Papa Leão XIV faz apelo pela paz durante celebração de Pentecostes

Pontífice afirmou no Vaticano que “só a Onipotência do amor” pode salvar a humanidade da guerra

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Papa pronuncia sua homilia — Foto: Divulgação

O papa Leão XIV realizou neste domingo (24) um forte apelo em defesa da paz mundial durante a celebração de Pentecostes na Basílica de São Pedro, no Vaticano. Em uma das datas mais simbólicas do calendário cristão, o pontífice destacou que “só a Onipotência do amor” é capaz de salvar a humanidade diante dos conflitos e guerras que atingem diferentes regiões do planeta.

A cerimônia reuniu milhares de fiéis e líderes religiosos na Praça São Pedro, em um momento marcado por mensagens de fé, união e esperança. Durante a homilia, o papa ressaltou a necessidade de diálogo entre os povos e reforçou a importância da solidariedade como caminho para enfrentar crises humanitárias e tensões internacionais.

Pentecostes é celebrado cinquenta dias após a Páscoa e representa, segundo a tradição católica, a descida do Espírito Santo sobre os apóstolos. A data simboliza o nascimento da Igreja e é considerada uma das celebrações mais importantes para os cristãos em todo o mundo.

Ao abordar os desafios atuais enfrentados pela humanidade, o papa Leão XIV destacou que o amor e a compaixão precisam prevalecer sobre o ódio e a violência. A mensagem do líder da Igreja Católica ocorre em um cenário global marcado por guerras, disputas geopolíticas e crises humanitárias, aumentando a repercussão internacional do pronunciamento feito no Vaticano.

Além do discurso voltado à paz, a celebração também foi marcada por momentos de oração coletiva e homenagens à missão evangelizadora da Igreja. Fiéis acompanharam a cerimônia com bandeiras e mensagens religiosas, reforçando o clima de devoção durante o evento.

A fala do pontífice repercutiu rapidamente entre católicos e lideranças religiosas, sendo vista como um novo chamado da Igreja para a promoção da paz mundial e da fraternidade entre as nações.

Redação Saiba+

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Cuba sinaliza abertura econômica, mas critica postura dos EUA

Embaixador cubano na ONU afirma que país está disposto a reformas, mas questiona boa-fé de Washington nas negociações diplomáticas

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Ernesto Soberón Guzmán, embaixador de Cuba na ONU — Foto: Hiroko Masuike

Cuba afirmou estar disposta a implementar mudanças em sua economia e em seu modelo de governo, além de demonstrar interesse em avançar nas negociações diplomáticas com os Estados Unidos. No entanto, o governo cubano avalia que Estados Unidos não estaria participando das conversas com boa-fé.

A declaração foi feita pelo embaixador cubano nas Nações Unidas, Ernesto Soberón Guzmán, em entrevista ao jornal The New York Times. Segundo ele, Havana mantém disposição para diálogo, mas enxerga obstáculos políticos que dificultam avanços concretos nas relações bilaterais.

O diplomata destacou que Cuba demonstra abertura para ajustes internos e busca por maior integração econômica internacional, ao mesmo tempo em que critica o que considera uma postura pouco cooperativa por parte do governo norte-americano nas tratativas diplomáticas.

De acordo com Soberón Guzmán, o país caribenho segue interessado em reconstruir pontes diplomáticas e ampliar canais de negociação, especialmente em temas econômicos e humanitários. No entanto, ele reforçou que a confiança entre as partes ainda é um dos principais entraves para o progresso das conversas.

As relações entre Cuba e Estados Unidos têm histórico marcado por tensões políticas e econômicas, com períodos de aproximação e afastamento ao longo das últimas décadas. Atualmente, as negociações enfrentam novos desafios relacionados a sanções, comércio e divergências políticas.

A sinalização de abertura por parte de Cuba ocorre em meio a um cenário internacional de reconfiguração diplomática, enquanto as expectativas sobre possíveis avanços nas relações com Washington permanecem cautelosas.

Redação Saiba+

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