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Política

STF inicia julgamento de grupo acusado de planejar assassinatos de Lula, Alckmin e Moraes

Suprema Corte abre fase decisiva contra integrantes do chamado “Núcleo 3”, apontados como responsáveis por organizar atentados e ações golpistas durante a crise de 2022.

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Primeira Turma do STF vai julgar núcleo 3 da trama golpista; Fux, que deixou a turma, não participa Foto: LUIZ SILVEIRA/STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) deu início ao julgamento do chamado “Núcleo 3”, grupo formado por dez réus, entre eles militares de elite e ex-agentes de segurança, acusados de integrar uma organização criminosa que planejava assassinatos de autoridades, incluindo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o vice Geraldo Alckmin e o ministro Alexandre de Moraes.

A ação faz parte das investigações sobre os atos golpistas de 2022 e 2023, considerados um dos episódios mais graves contra o Estado Democrático de Direito desde a redemocratização. Segundo a acusação, o grupo atuava com divisão de tarefas e planejamento tático-militar, com o objetivo de instalar o caos institucional e provocar uma ruptura do regime democrático.

O relator do processo, ministro Alexandre de Moraes, destacou que as provas reunidas indicam uma estrutura organizada, com recursos logísticos, armas e comunicação criptografada, evidenciando o alto grau de periculosidade do grupo. As sessões devem ocorrer em várias etapas, e o julgamento poderá definir penas severas e novas ordens de prisão preventiva.

Nos bastidores, a avaliação é de que o resultado desse julgamento pode influenciar diretamente o ambiente político e o nível de confiança nas instituições, marcando um divisor de águas na forma como o Brasil lida com tentativas de subversão da ordem constitucional.

A decisão final da Suprema Corte deve definir não apenas o destino dos acusados, mas também o tom do enfrentamento jurídico e político às ameaças à democracia no país.

Redação Saiba+

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Política

Zema e Erika Hilton trocam críticas nas redes

Debate sobre trabalho e educação de jovens gera embate político no X

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O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e a deputada federal Erika Hilton (Psol-SP) protagonizaram um embate público nas redes sociais na última segunda-feira (4). A troca de acusações ocorreu na plataforma X e rapidamente repercutiu no cenário político nacional.

A discussão teve início após Erika Hilton afirmar que setores da direita defendem que jovens abandonem os estudos para ingressar precocemente no mercado de trabalho, citando a escala 6×1 como exemplo de modelo exaustivo. A declaração gerou reação de Romeu Zema, que contestou a fala e criticou a interpretação apresentada pela parlamentar.

O debate se intensificou com novas publicações de ambos os lados, ampliando a visibilidade do tema e dividindo opiniões entre usuários da rede social. A troca de críticas evidenciou diferenças ideológicas sobre educação, trabalho e políticas públicas voltadas à juventude.

Analistas apontam que episódios como esse reforçam o papel das redes sociais como espaço central para o confronto político, especialmente em temas sensíveis que envolvem direitos trabalhistas e formação educacional.

A repercussão do caso segue nas plataformas digitais, com discussões sobre o impacto das declarações e a importância de políticas que conciliem acesso à educação e inserção responsável no mercado de trabalho.

Redação Saiba+

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Política

Jerônimo e Rui reúnem prefeitos em Salvador

Encontro com gestores do Norte da Bahia reforça articulação política para eleições

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O governador da Bahia e pré-candidato à reeleição, Jerônimo Rodrigues (PT), participou na noite de segunda-feira (4) de uma reunião estratégica com 14 prefeitos da Região Norte do estado, em Salvador. O encontro ocorreu no Ed. Wall Street Empresarial e contou também com a presença do ex-ministro e pré-candidato ao Senado, Rui Costa (PT).

A reunião foi marcada por manifestações de apoio ao trabalho desenvolvido por Jerônimo Rodrigues à frente do governo estadual. Prefeitos presentes destacaram ações administrativas e investimentos regionais como fatores relevantes para a continuidade da gestão.

Além de reforçar a articulação política no interior da Bahia, o encontro também simbolizou a união de lideranças em torno de um projeto eleitoral mais amplo. Durante o diálogo, foi reafirmado o apoio à recondução de Jerônimo ao governo estadual e à candidatura de Rui Costa ao Senado.

O movimento político também incluiu menções à tentativa de reeleição do senador Jaques Wagner (PT) e ao projeto nacional envolvendo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), evidenciando um alinhamento entre lideranças estaduais e federais.

Analistas apontam que encontros como este fortalecem a base política regional e ampliam o diálogo com gestores municipais, considerados peças-chave nas estratégias eleitorais.

Redação Saiba+

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Política

Lula articula reunião após crise no STF

Governo avalia próximos passos após rejeição de indicação ao Supremo

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A semana política em Brasília começa sob forte expectativa com a possibilidade de uma reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ministros de seu governo para discutir os desdobramentos da crise gerada após a derrota da indicação de Jorge Messias para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF).

De acordo com informações de bastidores, o encontro deve ocorrer logo no início da semana, embora ainda não haja confirmação oficial da data. A reunião é vista como estratégica para alinhar posições e definir os próximos passos do governo diante do cenário adverso.

A rejeição da indicação representou um revés político relevante para o Palácio do Planalto, evidenciando desafios na articulação com setores decisivos e reacendendo debates sobre a relação entre Executivo e Judiciário. O episódio também levanta questionamentos sobre os critérios e o timing das escolhas para cargos de alta relevância institucional.

Nos bastidores, aliados defendem a necessidade de reorganizar a base de apoio e fortalecer o diálogo político, buscando evitar novos desgastes. Já interlocutores do governo avaliam que o momento exige cautela e estratégia para preservar a governabilidade.

A possível reunião ministerial deve abordar não apenas a indicação ao STF, mas também impactos políticos mais amplos e medidas para recompor a articulação no Congresso e em outras esferas de poder.

O cenário reforça a importância de decisões bem calibradas em momentos de tensão institucional, com reflexos diretos na agenda do governo e no andamento de pautas prioritárias.

Redação Saiba+

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