Política
Nunes Marques convida Bolsonaro para posse no TSE
Mesmo em prisão domiciliar, ex-presidente Jair Bolsonaro foi incluído na lista de convidados da cerimônia de posse do novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral.

O ministro Nunes Marques, que assume oficialmente a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta terça-feira (12), convidou o ex-presidente Jair Bolsonaro para participar da cerimônia de posse, mesmo diante da atual condição de prisão domiciliar do ex-chefe do Executivo.
Segundo interlocutores próximos ao magistrado, o convite seguiu o protocolo tradicional adotado em solenidades da Corte Eleitoral. A orientação foi encaminhar convites a todos os ex-presidentes da República vivos, independentemente da situação política ou jurídica de cada um.
Além de Bolsonaro, nomes como Dilma Rousseff, Fernando Collor de Mello e José Sarney também receberam convite para a cerimônia. A decisão de manter Bolsonaro na lista chamou atenção nos bastidores políticos e jurídicos devido ao contexto envolvendo o ex-presidente.
A posse de Nunes Marques acontece em um momento de forte movimentação política em Brasília e de expectativa sobre os próximos passos da Justiça Eleitoral diante do cenário nacional. O ministro foi indicado ao Supremo Tribunal Federal durante o governo Bolsonaro e agora assume uma das funções mais estratégicas do Judiciário brasileiro.
Nos bastidores, aliados avaliam que o gesto busca preservar a tradição institucional e reforçar a neutralidade protocolar do TSE em eventos oficiais. A presença ou ausência dos convidados, entretanto, ainda gera expectativa entre autoridades e representantes políticos que participarão da solenidade.
A cerimônia deve reunir ministros, parlamentares, representantes dos poderes e autoridades de diferentes estados, marcando oficialmente o início da nova gestão da Corte Eleitoral.
Política
STF coloca sob sigilo investigação sobre filme Dark Horse
Pedido apresentado por Lindbergh Farias envolve Jair Bolsonaro e os deputados Flávio e Eduardo Bolsonaro

O Supremo Tribunal Federal (STF) registrou sob sigilo nível 3 o pedido de investigação relacionado ao suposto financiamento do filme Dark Horse pelo banqueiro Daniel Vorcaro. A medida restringe o acesso às informações do processo enquanto a análise da Corte estiver em andamento.
O caso tem origem em uma notícia-crime apresentada pelo deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ), que solicita a apuração de fatos envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e os deputados federais Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Eduardo Bolsonaro (PL-SP).
Segundo o pedido encaminhado ao STF, o parlamentar requer a investigação sobre a suposta participação dos citados em questões relacionadas ao financiamento da produção cinematográfica. O processo, no entanto, segue protegido por sigilo judicial, o que limita a divulgação de detalhes sobre os elementos apresentados à Suprema Corte.
A classificação em sigilo nível 3 impede o acesso público ao conteúdo integral dos autos, permitindo consulta apenas às partes envolvidas e aos órgãos autorizados. Esse tipo de restrição é utilizado em procedimentos que exigem preservação das informações durante a fase inicial de análise.
Até o momento, não há decisão sobre o mérito da notícia-crime, cabendo ao Supremo avaliar os elementos apresentados e definir os próximos passos processuais. O registro do pedido sob sigilo não representa conclusão sobre eventual responsabilidade dos citados, mas integra o procedimento previsto para análise de pedidos dessa natureza.
A tramitação do caso ocorre no âmbito do STF, que deverá decidir se há fundamentos suficientes para determinar a abertura de investigação formal ou adotar outras medidas previstas na legislação.
Política
Ministros do STF defendem flexibilização de penduricalhos
Proposta prevê exceções para pagamentos de férias e licenças-prêmio adquiridos antes da decisão da Corte

Os ministros Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), defenderam nesta sexta-feira (26) ajustes na tese que limitou os chamados penduricalhos no Judiciário. A proposta apresentada pelos magistrados prevê flexibilização das regras para determinados pagamentos considerados excepcionais.
Entre as sugestões está a possibilidade de autorizar o pagamento em dinheiro de férias e licenças-prêmio adquiridas por magistrados e membros do Ministério Público antes de maio, período anterior à decisão do STF que estabeleceu novas restrições sobre benefícios remuneratórios.
Segundo os ministros, a alteração busca preservar direitos já incorporados antes da fixação da tese pelo Supremo, evitando impactos sobre situações consolidadas anteriormente. A flexibilização, no entanto, seria restrita a casos específicos e não representaria uma revogação da decisão que limitou os benefícios.
A análise ocorre no âmbito do plenário virtual do STF, onde os ministros avaliam eventuais ajustes na tese aprovada pela Corte. A decisão definitiva deverá ser concluída até a próxima terça-feira (30), data prevista para o encerramento do julgamento virtual.
O debate envolve a regulamentação dos chamados penduricalhos, expressão utilizada para designar verbas adicionais pagas a integrantes do Judiciário e do Ministério Público. A decisão original do Supremo estabeleceu critérios mais rígidos para esses pagamentos, buscando uniformizar o entendimento sobre a legalidade dos benefícios.
Caso a proposta seja aprovada pela maioria dos ministros, algumas verbas anteriores à decisão poderão ser preservadas, mantendo o pagamento de direitos considerados adquiridos antes da mudança de entendimento da Corte.
Política
PF apreende R$ 240 mil com deputada de Roraima
Operação Testa de Ferro investiga suposto esquema de lavagem de dinheiro por meio da compra e venda de veículos

A Polícia Federal (PF) apreendeu cerca de R$ 240 mil em dinheiro vivo na residência da deputada estadual de Roraima Tayla Peres (Republicanos) durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão nesta sexta-feira (26). Parte do montante estava em dólares, segundo informações divulgadas pela investigação.
A ação faz parte da Operação Testa de Ferro, que apura a atuação de um grupo suspeito de praticar lavagem de dinheiro por meio da compra e venda de veículos em Boa Vista, capital de Roraima.
De acordo com a investigação, os policiais federais realizaram diligências para reunir provas relacionadas ao suposto esquema financeiro. Durante as buscas, os agentes localizaram o dinheiro em espécie, que foi apreendido e passará por perícia no decorrer das investigações.
A operação busca identificar a origem dos recursos movimentados pelo grupo investigado, bem como verificar a existência de empresas ou pessoas utilizadas para ocultar ou dissimular valores obtidos de forma ilícita. As autoridades também analisam documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais recolhidos durante as diligências.
Até o momento, a Polícia Federal não divulgou detalhes sobre a participação individual dos investigados, ressaltando que o inquérito permanece em andamento. A deputada estadual ainda poderá apresentar sua defesa ao longo da investigação, conforme garantem os princípios do contraditório e da ampla defesa.
A Operação Testa de Ferro integra as ações de combate aos crimes financeiros e à lavagem de dinheiro, buscando desarticular organizações suspeitas de utilizar negócios aparentemente legais para movimentar recursos de origem ilícita.
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