Brasil
Carolina Soil anuncia fábrica de R$ 100 milhões em São Paulo
Empresa líder em substratos para mudas vai ampliar capacidade produtiva com nova unidade automatizada prevista para iniciar operações em 2027.

A Carolina Soil, referência nacional no mercado de substratos para produção de mudas, anunciou um investimento superior a R$ 100 milhões na construção de uma nova fábrica no município de Pardinho, no interior de São Paulo. O empreendimento representa o maior aporte realizado pela companhia em seus 25 anos de atuação no setor.
A nova unidade industrial tem previsão para entrar em operação no primeiro trimestre de 2027 e integra a estratégia de expansão da empresa para atender à crescente demanda do agronegócio brasileiro. O projeto reforça o compromisso da companhia com inovação, tecnologia e aumento da capacidade produtiva.
Desde 2021, a Carolina Soil é controlada pelo grupo dinamarquês Pindstrup, uma das principais empresas globais do segmento. Com o novo investimento, a expectativa é que a companhia consiga dobrar sua capacidade de produção, fortalecendo sua posição de liderança no mercado nacional de substratos.
A futura planta industrial contará com equipamentos de última geração e operação totalmente automatizada, permitindo maior eficiência nos processos produtivos, padronização da qualidade e ampliação da competitividade da empresa no setor agrícola.
O investimento também deverá gerar impactos positivos para a economia regional, impulsionando a atividade industrial e criando oportunidades relacionadas à cadeia produtiva do agronegócio. A escolha de Pardinho para sediar o empreendimento está alinhada à estratégia logística da empresa e ao potencial de crescimento da região.
A expansão ocorre em um momento de forte desenvolvimento do agronegócio brasileiro, que demanda soluções cada vez mais modernas para a produção de mudas e cultivos de alta produtividade. Nesse contexto, o mercado de substratos vem registrando crescimento impulsionado pela busca por eficiência e sustentabilidade no campo.
Com a nova fábrica, a Carolina Soil reforça sua aposta no futuro do agronegócio nacional e amplia sua capacidade de atender produtores em diferentes regiões do país. O projeto também consolida a presença do grupo Pindstrup no Brasil, fortalecendo investimentos voltados à inovação e à modernização da indústria agrícola.
A expectativa é que a nova unidade se torne uma referência tecnológica no setor, contribuindo para o avanço da produção agrícola e para o fortalecimento da cadeia de fornecimento de insumos destinados ao desenvolvimento de mudas de alta qualidade.
Brasil
Ex-soldado é condenado por injúria racial em quartel
Militar foi responsabilizado após ofender colega durante período de internato em unidade do Exército no Paraná

Um ex-soldado do Exército foi condenado por injúria racial após chamar um colega de “preto imundo” durante o período de internato em um quartel de Ponta Grossa, no Paraná.
A decisão foi tomada por unanimidade, em 19 de agosto, pelo Conselho Permanente de Justiça para o Exército, ligado à Auditoria da 5ª Circunscrição Judiciária Militar (CJM), em Curitiba.
O episódio aconteceu em 15 de março de 2025, poucas semanas após a incorporação dos recrutas ao 13º Batalhão de Infantaria Blindado (13º BIB). Na ocasião, os militares se preparavam para entrar em forma depois de uma refeição no rancho.
Segundo o caso analisado pela Justiça Militar, uma discussão teve início entre os recrutas e evoluiu para a utilização de uma expressão de cunho racial contra um dos militares.
A acusação foi analisada pelo Conselho Permanente de Justiça para o Exército, que considerou comprovada a prática de injúria racial e decidiu pela condenação do ex-soldado.
A decisão foi tomada de forma unânime pelos integrantes do colegiado, após a análise dos elementos apresentados durante o processo.
O episódio chama atenção para a necessidade de combater manifestações de racismo e discriminação também dentro das instituições militares, onde os integrantes estão submetidos a normas específicas de disciplina e conduta.
Brasil
Bombeiro de Sergipe morre durante curso em Minas Gerais
Sargento sofreu uma queda de altura durante treinamento realizado na Academia de Bombeiros Militar, em Belo Horizonte

Um bombeiro militar de Sergipe morreu na sexta-feira (28) durante a realização de um curso de operações em árvores na Academia de Bombeiros Militar (ABM), localizada na região da Pampulha, em Belo Horizonte, Minas Gerais.
De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG), o sargento sofreu uma queda de altura durante as atividades do treinamento. Ele recebeu atendimento após o acidente, mas não resistiu aos ferimentos.
As circunstâncias da ocorrência ainda serão investigadas. O CBMMG informou que as providências necessárias estão sendo adotadas para esclarecer o acidente e prestar apoio ao Corpo de Bombeiros Militar de Sergipe (CBMSE) e aos familiares do militar.
Em nota, a corporação mineira lamentou profundamente a morte do agente e manifestou solidariedade aos familiares e colegas de farda. “A corporação mineira está consternada com o fato envolvendo nosso irmão de farda”, declarou o CBMMG.
O caso causou comoção entre integrantes das corporações dos dois estados, especialmente por se tratar de um acidente ocorrido durante uma atividade de formação profissional voltada às operações em árvores.
Brasil
Conta de luz continuará mais cara em setembro
Aneel mantém bandeira tarifária amarela e consumidores terão cobrança adicional na fatura de energia elétrica

A conta de luz continuará pesando no orçamento dos brasileiros em setembro. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) manteve a bandeira tarifária amarela para o próximo mês, sinalizando que as condições para geração de energia permanecem menos favoráveis.
Com a manutenção da bandeira, os consumidores terão uma cobrança adicional de R$ 1,885 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. O valor será aplicado às faturas de energia durante o período de vigência da bandeira amarela.
Bandeira amarela está em vigor desde maio
A bandeira tarifária amarela está sendo aplicada desde maio, em razão das condições menos favoráveis para a geração de energia elétrica. O mecanismo criado pela Aneel busca sinalizar aos consumidores os custos relacionados à produção de eletricidade.
Entre janeiro e abril, vigorou a bandeira verde, período em que não houve cobrança adicional na conta de luz.
Com a mudança para a bandeira amarela, os consumidores passaram a ter um custo extra vinculado ao volume de energia utilizado. Por isso, o consumo de eletricidade continua sendo um dos principais fatores para determinar o valor final da fatura.
Consumo consciente pode ajudar a reduzir a conta
Diante da manutenção da bandeira amarela, medidas de economia podem ajudar as famílias a controlar os gastos. Evitar desperdícios de energia e reduzir o uso de equipamentos elétricos quando não forem necessários são algumas das estratégias que podem contribuir para diminuir o consumo mensal.
A bandeira tarifária, entretanto, representa apenas uma parcela da composição da fatura. O valor final pago pelo consumidor também depende do volume de energia utilizado e de outros componentes presentes na conta.
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