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Política

Moraes cobra explicações sobre arma

Ministro do STF determina prazo de 24 horas para defesa de Jair Bolsonaro esclarecer apreensão durante abordagem da PM no Distrito Federal

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou que a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro apresente, no prazo de 24 horas, esclarecimentos sobre a apreensão de uma arma registrada em nome do ex-chefe do Executivo. O armamento foi localizado durante uma abordagem realizada pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF).

A ocorrência foi registrada na noite da última segunda-feira (15), durante uma blitz na região de Taguatinga, no Distrito Federal. Na ação, os policiais abordaram um veículo ocupado por um militar que se identificou como sargento do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

O homem foi identificado como Estácio Leite da Silva Filho, integrante da equipe responsável pela segurança de Jair Bolsonaro. Durante a fiscalização, os agentes encontraram uma arma registrada em nome do ex-presidente, fato que levou o caso ao conhecimento do Supremo Tribunal Federal.

Diante das informações encaminhadas às autoridades, Alexandre de Moraes determinou que os advogados de Bolsonaro expliquem as circunstâncias envolvendo a posse e o transporte da arma, além dos detalhes relacionados ao episódio ocorrido durante a abordagem policial.

A decisão integra os procedimentos conduzidos pelo STF e busca esclarecer se houve qualquer irregularidade relacionada ao armamento. Até o momento, a determinação representa uma solicitação de informações à defesa e não configura julgamento sobre eventual responsabilidade dos envolvidos.

O caso segue em apuração pelas autoridades competentes, enquanto a defesa do ex-presidente deverá apresentar os esclarecimentos solicitados dentro do prazo estabelecido pelo ministro. As informações prestadas poderão subsidiar a continuidade da análise do episódio no âmbito do Supremo Tribunal Federal.

Redação Saiba+

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Política

Delação de Daniel Vorcaro é rejeitada e situação segue indefinida

Após negativa da PF e da PGR, desdobramentos da Operação seguem em curso e STF avalia próximos passos sobre a custódia do investigado.

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Desde que a segunda proposta de delação apresentada por Daniel Vorcaro foi rejeitada pela Polícia Federal (PF) e pela Procuradoria-Geral da República (PGR), uma sequência de desdobramentos tem movimentado os bastidores da investigação. Entre eles, estão o julgamento envolvendo a prisão de Henrique e Felipe Vorcaro e novas fases da operação que também alcançaram figuras políticas de destaque.

Na mais recente etapa, a investigação mirou o líder do governo Lula no Senado, o senador Jaques Wagner (PT-BA), ampliando o alcance do caso e reforçando a complexidade do inquérito em andamento. Até o momento, no entanto, ainda não há definição sobre o destino processual de Daniel Vorcaro após o insucesso das tratativas de colaboração.

Segundo fontes ligadas às discussões de bastidor, a tendência é que essa definição ocorra nos próximos desdobramentos do caso. O relator do processo no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro André Mendonça, tem sinalizado a possibilidade de manutenção da atual situação de custódia do investigado, que permanece na Superintendência da Polícia Federal.

As investigações seguem sob sigilo em parte de seus autos, enquanto os órgãos competentes analisam os elementos reunidos ao longo das fases da operação. A rejeição da delação é considerada um ponto de inflexão no andamento do caso, que ainda pode ter novos desdobramentos nas próximas semanas.

O processo continua em análise no STF, que deverá decidir os próximos encaminhamentos com base nas manifestações da PF e da PGR, além dos elementos já incorporados aos autos.

Redação Saiba+

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Política

PF amplia investigação e inclui familiares na Operação Compliance Zero

Nona fase da operação apura suspeitas de corrupção, lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio relacionadas ao Banco Master; 18 mandados foram cumpridos em três estados.

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A Polícia Federal (PF) deflagrou, na quinta-feira (18), a 9ª fase da Operação Compliance Zero, ampliando as investigações sobre um suposto esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio relacionado ao Banco Master. Além dos principais investigados, familiares dos envolvidos também foram alvo das medidas judiciais autorizadas durante a operação.

Entre os investigados estão o senador Jaques Wagner (PT), o bancário Augusto Ferreira Lima e o secretário do Meio Ambiente da Bahia (Sema), Eduardo Mendonça Sodré Martins. De acordo com a Polícia Federal, a investigação busca esclarecer a existência de um possível esquema que teria beneficiado interesses ligados ao conglomerado financeiro.

Segundo as apurações, a PF suspeita que Jaques Wagner teria atuado para favorecer Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, com o suposto apoio dos demais investigados. As suspeitas fazem parte do inquérito em andamento e ainda serão analisadas pela Justiça, não representando condenação dos citados.

Durante a operação, foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão nos estados da Bahia, São Paulo e Distrito Federal. As diligências tiveram como objetivo reunir documentos, equipamentos eletrônicos e outros elementos que possam contribuir para o avanço das investigações.

A inclusão de familiares entre os alvos da operação ocorreu em razão de indícios que estão sendo analisados pelos investigadores sobre a possível movimentação e ocultação de bens e recursos. A Polícia Federal não divulgou detalhes sobre os materiais apreendidos nem sobre o conteúdo das investigações, que seguem sob sigilo em parte de seus procedimentos.

A Operação Compliance Zero integra um conjunto de ações voltadas ao combate de crimes financeiros e à apuração de possíveis irregularidades envolvendo agentes públicos e empresários. Os investigados terão oportunidade de apresentar suas versões dos fatos e exercer plenamente o direito à ampla defesa e ao contraditório ao longo do processo.

Redação Saiba+

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Política

Rogério Correia defende afastamento de Jaques Wagner após operação da PF

Deputado petista afirmou que o senador deveria deixar temporariamente a liderança do governo e reforçou apoio às investigações sobre o Caso Master.

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O deputado federal e vice-líder do governo no Congresso Nacional, Rogério Correia (PT), comentou nesta quinta-feira (18) a operação da Polícia Federal que envolve o senador Jaques Wagner (PT-BA). Em publicação nas redes sociais, o parlamentar afirmou que, diante das investigações, o líder do governo no Senado deveria se afastar temporariamente da função para se dedicar à própria defesa.

Segundo Rogério Correia, o afastamento da liderança seria uma medida que permitiria ao senador concentrar esforços no esclarecimento dos fatos, preservando ao mesmo tempo o andamento das atividades do governo no Congresso Nacional.

Além de comentar a situação de Jaques Wagner, o deputado manifestou apoio às investigações conduzidas pela Polícia Federal sobre o chamado Caso Master, ressaltando que as apurações devem ocorrer com independência, transparência e respeito ao devido processo legal.

Para o parlamentar, as investigações não devem fazer distinção entre os envolvidos, independentemente de filiação partidária ou posição ocupada. Rogério Correia também declarou que, caso sejam comprovadas irregularidades ao término do processo, os responsáveis deverão responder pelos atos praticados conforme determina a legislação.

A manifestação do deputado ocorre em meio à repercussão da operação da Polícia Federal, que tem mobilizado o cenário político nacional. O caso continua sendo acompanhado por lideranças partidárias e autoridades, enquanto as investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos.

O posicionamento de Rogério Correia evidencia a defesa da continuidade das investigações e do respeito aos instrumentos legais de apuração, ao mesmo tempo em que sugere uma mudança temporária na condução da liderança do governo no Senado até que a situação seja esclarecida.

Redação Saiba+

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