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Política

Defesa de Carla Zambelli prevê rejeição de extradição

Advogados afirmam confiar em novo julgamento na Itália após decisão que determinou a reanálise do pedido de extradição para o Brasil

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A defesa da ex-deputada federal Carla Zambelli afirmou estar confiante de que a Justiça italiana deverá negar, ao final do processo, o pedido de extradição apresentado pelo Brasil. A manifestação ocorreu após uma decisão da última instância do Judiciário italiano determinar o reinício da análise do caso, apontando irregularidades no julgamento realizado anteriormente por uma Corte de instância inferior.

Em nota oficial, os advogados da ex-parlamentar destacaram que a decisão representa uma oportunidade para que o processo seja reavaliado de forma imparcial. Segundo a defesa, a expectativa é de que um novo colegiado conduza o julgamento com isenção, garantindo o respeito aos procedimentos legais previstos na legislação italiana.

No comunicado, os representantes de Carla Zambelli afirmam acreditar que, ao término da nova tramitação, o pedido de extradição será definitivamente rejeitado. A defesa sustenta que a reabertura do processo reforça a necessidade de uma análise mais ampla sobre os elementos apresentados durante o procedimento.

A decisão da Justiça italiana marca uma nova etapa no processo envolvendo a ex-deputada, que segue acompanhando os desdobramentos judiciais no país europeu. O reinício da tramitação não representa uma decisão definitiva sobre a extradição, mas determina que o caso seja novamente apreciado por um colegiado competente.

O processo continuará seguindo os ritos previstos pela Justiça da Itália, que deverá analisar os argumentos apresentados pelas partes antes de proferir uma nova decisão sobre o pedido formulado pelas autoridades brasileiras.

O caso segue em destaque no cenário jurídico e político, enquanto a expectativa se volta para os próximos passos da tramitação e para o posicionamento definitivo da Justiça italiana sobre a solicitação de extradição.

Redação Saiba+

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Política

“Sob o sol do 2 de Julho, Alagoinhas caminha em direção ao futuro”, por Ludmilla Fiscina

Aniversário do município reforça a importância da emancipação política e destaca o legado de trabalho, autonomia e crescimento da cidade baiana

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Dois de julho, na Bahia, é sinônimo de festa. Em Alagoinhas, a comemoração é dupla. Além de festejar a independência do nosso estado, celebramos o aniversário da cidade, que conquistou a sua emancipação política há trinta anos após a Independência da Bahia, uma data marcada pela inauguração da Câmara Municipal de Vereadores do município. O dia não foi escolhido por acaso ou por coincidência, é uma data que celebra a autonomia e essa conquista foi o primeiro passo para chegarmos até aqui.

O começo de Alagoinhas é marcado pela fé, com uma capela em homenagem a Santo Antônio, enquanto ainda era uma pequena comunidade pertencente a Inhambupe. Em uma região destacada pela esperança, com a abundância de lagoas e rios, antes mesmo da sua emancipação, Alagoinhas se tornou uma parada obrigatória devido ao que suas águas poderiam oferecer. Costumo dizer que água é vida, é o direito mais básico que existe para todos porque é fundamental para a nossa existência. Se Alagoinhas surge do encontro dos viajantes com as águas, ela já nasce cheia de vida, como uma provedora para quem se instalou no local.

E como o seu povo seria diferente? Alagoinhas é terra de quem viaja, de quem busca autonomia, de quem tem força para trabalhar. É a cidade do trabalhador que leva os seus produtos às feiras, do ferroviário que transporta pessoas e sonhos, do professor que ensina mais do que os conteúdos da sala de aula, do religioso que fortalece e propaga a fé. O crescimento do município se deu através do trabalho árduo.
Tenho profundo orgulho em ser filha desta terra, de ter feito história com o trabalho pelas pessoas da cidade enquanto secretária da Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas). Carrego a honra de ser a primeira mulher eleita deputada estadual na região. Não tenho medo de cair no clichê quando digo que pensar no passado me faz refletir sobre o que desejo para o futuro.

Assim como todos que lutam pela prosperidade e pelo desenvolvimento de Alagoinhas, o meu esforço está inscrito na história, mas ainda há muito mais por vir.

O 2 de julho também é um marco da força feminina, mulheres que entraram para a história por sua dedicação na luta pela Independência da Bahia. Em Alagoinhas não é diferente, em cada conversa e cada abraço, sinto a força das nossas mulheres que batalham pela sua autonomia, trabalham pela nossa cidade e constroem uma Alagoinhas mais forte. Como mulher e como mãe de uma menina, sonho com um lugar seguro e onde a gente possa viver livremente e nunca duvidar da nossa capacidade. Para isso ser possível, colaborei com o fortalecimento da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) a fim de reforçar a segurança das nossas mulheres. Por isso, continuo na luta para que todas sejam mais fortes e confiantes em suas missões e possam mostrar a força e a potência do interior baiano.

Sendo Alagoinhas uma cidade do agreste que ainda constrói o seu espaço no cenário econômico, faço questão de levá-la para o centro do debate sobre o desenvolvimento do interior, buscando sempre ações que garantam a autonomia da nossa terra. Sonho com uma cidade cada vez mais saudável, onde nossa gente tenha o bem-estar necessário para trabalhar, estudar e desfrutar de toda a abundância que temos a oferecer. A recente inauguração do Hospital Estadual do Litoral Norte me dá a certeza de que a vida de toda a nossa região vai melhorar. É um orgulho carregar no peito a alegria de ter participado ativamente das discussões para trazer esse equipamento para cá.

Meu maior desejo é ver a nossa população cuidada de forma igualitária, com acesso a serviços de excelência e a tranquilidade para sonhar com um futuro melhor para os seus filhos e netos. Quando vejo a minha filha, desejo que ela se orgulhe da nossa história e tenho como uma obrigação trabalhar ainda mais para que ela possa se sentir acolhida e amada pela cidade em que nascemos e crescemos.

Admito que não é um trabalho fácil, mas encontro forças quando revisito a história da nossa cidade e vejo o esforço no olhar do nosso povo. O coração de Alagoinhas pulsa e a população segue o ritmo da batida. É isso que nos une e nos torna um só.

Parabéns, Alagoinhas, pelos 173 anos de independência.

Redação Saiba+

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Política

Educação celebra legado do 2 de Julho na Bahia

Secretário em exercício destaca a importância da Independência da Bahia e ressalta participação de estudantes e fanfarras nas comemorações em Salvador

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As celebrações do 2 de Julho, data que marca a Independência do Brasil na Bahia, contaram com a participação do secretário da Educação da Bahia em exercício, Marcius Gomes, que destacou o significado histórico da data e a importância da preservação da memória sobre a luta dos baianos pela liberdade.

Durante as comemorações realizadas em Salvador, o gestor afirmou que o momento representa uma oportunidade de relembrar o processo de resistência protagonizado pelos heróis e heroínas da Independência, reforçando o papel decisivo da Bahia na consolidação da emancipação brasileira.

“É um dia especial para reanimar e reviver esse processo de independência, de resistência dos nossos guerreiros e guerreiras”, destacou Marcius Gomes ao comentar o simbolismo da celebração, considerada uma das mais importantes do calendário cívico do estado.

O secretário também ressaltou a participação da Secretaria da Educação da Bahia na programação oficial do 2 de Julho, enfatizando a presença de estudantes e das tradicionais fanfarras escolares, que contribuíram para abrilhantar o desfile cívico realizado pelas ruas da capital baiana.

Segundo Marcius Gomes, a educação desempenha um papel essencial na valorização da história, da cultura e das tradições do povo baiano, utilizando eventos como o 2 de Julho para fortalecer o aprendizado sobre a identidade e o patrimônio histórico do estado.

Além do caráter cívico, as comemorações reúnem manifestações artísticas, apresentações culturais e atividades que reforçam o compromisso com a preservação da memória da Independência da Bahia. A participação das escolas e das fanfarras simboliza a integração entre educação, cultura e cidadania, aproximando as novas gerações de um dos capítulos mais importantes da história do Brasil.

O tradicional cortejo do 2 de Julho segue como um dos maiores eventos cívicos da Bahia, reunindo milhares de pessoas em Salvador para celebrar o protagonismo baiano na luta pela independência nacional e homenagear aqueles que contribuíram para a construção da liberdade do país.

Redação Saiba+

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Política

Fabya Reis destaca importância do 2 de Julho

Secretária celebra reconhecimento da Independência da Bahia e ressalta homenagem do Governo Federal durante as comemorações em Salvador

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A secretária de Assistência e Desenvolvimento Social da Bahia, Fabya Reis, participou nesta quarta-feira das celebrações do 2 de Julho, data que marca a Independência do Brasil na Bahia e é considerada um dos acontecimentos mais importantes da história do estado. Durante o tradicional cortejo em Salvador, a gestora ressaltou o simbolismo da data e destacou o reconhecimento promovido pelo Governo Federal às lutas do povo baiano.

Em declaração durante o evento, Fabya Reis afirmou que o 2 de Julho representa um momento de orgulho para os baianos e baianas, reforçando que a consolidação da Independência do Brasil teve papel decisivo a partir da resistência e das batalhas travadas em território baiano.

A secretária também enfatizou que, neste ano, as celebrações ganharam um significado ainda mais especial com o reconhecimento simbólico do Governo Federal, que transformou Salvador em capital do Brasil durante as comemorações do 2 de Julho. Segundo ela, a iniciativa representa uma justa homenagem aos homens e mulheres que contribuíram para a consolidação da independência nacional.

“O povo vai às ruas para celebrar uma história de coragem, resistência e liberdade, que começa na Bahia”, destacou Fabya Reis ao comentar a importância da participação popular no tradicional cortejo, que reúne milhares de pessoas todos os anos no centro histórico da capital baiana.

As festividades do 2 de Julho reúnem autoridades, representantes da sociedade civil e a população em uma programação marcada por desfiles, manifestações culturais e homenagens aos heróis e heroínas da Independência da Bahia. A data reforça a relevância histórica do estado na construção da soberania brasileira e mantém viva uma tradição que atravessa gerações.

O cortejo é considerado um dos principais eventos cívicos do calendário baiano e reafirma o papel da Bahia como protagonista na luta pela independência do país, fortalecendo o sentimento de identidade, memória e valorização da história nacional.

Redação Saiba+

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