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Polícia

Operação mira falso banco ligado a igreja

Ação Golpe da Fé cumpre 38 mandados de busca e apreensão contra grupo suspeito de aplicar golpes financeiros, operar esquema de pirâmide e lavar dinheiro.

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Uma operação policial deflagrada nesta terça-feira mira uma organização criminosa suspeita de aplicar golpes financeiros e lavar dinheiro por meio de um falso banco digital ligado a uma igreja evangélica. Batizada de Golpe da Fé, a ação busca desarticular um esquema que teria atraído vítimas com a promessa de rendimentos elevados.

Ao todo, estão sendo cumpridos 38 mandados de busca e apreensão contra pessoas investigadas por participação no esquema. Segundo as informações da investigação, o grupo teria estruturado uma espécie de pirâmide financeira, oferecendo aos participantes a possibilidade de obter ganhos de até 10% ao mês.

A promessa de retorno financeiro teria sido utilizada como principal estratégia para conquistar novos investidores. Com a entrada de novos participantes, o esquema teria movimentado recursos de forma irregular e provocado prejuízo superior a R$ 1 milhão.

As diligências ocorrem em diferentes pontos dos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo. As equipes realizam buscas em endereços localizados na capital fluminense, Niterói, São Gonçalo, Duque de Caxias e na cidade de São Paulo.

De acordo com as investigações, a estrutura utilizada pelo grupo teria se apresentado como um banco digital, criando uma aparência de legitimidade para atrair pessoas interessadas em investimentos e serviços financeiros.

O vínculo com uma igreja evangélica também está no centro das apurações. A utilização de uma instituição religiosa como elemento de credibilidade teria contribuído para ampliar a confiança de potenciais vítimas e facilitar a captação de recursos.

A operação também investiga a possível utilização do esquema para lavagem de dinheiro, buscando identificar a origem, movimentação e destino dos valores obtidos por meio das atividades investigadas.

A Operação Golpe da Fé representa uma ofensiva contra crimes financeiros que utilizam promessas de ganhos rápidos e estruturas aparentemente legítimas para atrair vítimas. A investigação pretende identificar todos os envolvidos e dimensionar a extensão do prejuízo causado pelo esquema.

Com o cumprimento dos mandados, as autoridades devem reunir novos elementos para esclarecer o funcionamento da organização, a participação de cada investigado e a eventual existência de outros envolvidos.

Redação Saiba+

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Polícia

PF deflagra operação contra tráfico de maconha

Operação Colheita Proibida investiga organização criminosa envolvida no cultivo, beneficiamento, transporte e distribuição interestadual da droga.

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A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (18), a Operação Colheita Proibida, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa suspeita de atuar no cultivo ilícito de maconha, beneficiamento, transporte e distribuição interestadual da droga.

A investigação mira a estrutura financeira e logística do grupo, que teria participação em diferentes etapas da cadeia de produção e comercialização do entorpecente. A ação busca reunir elementos para esclarecer o funcionamento da organização e identificar os envolvidos nas atividades criminosas.

Entre as medidas determinadas pela Justiça está o bloqueio de até R$ 50 milhões em contas vinculadas a 36 pessoas físicas e jurídicas. A decisão também prevê o sequestro de cinco imóveis relacionados aos investigados.

As medidas patrimoniais fazem parte da estratégia de combate ao financiamento e à estrutura econômica de organizações criminosas. Ao atingir recursos e bens associados às atividades investigadas, a operação busca impedir que o patrimônio continue sendo utilizado para sustentar o esquema.

A Operação Colheita Proibida também representa uma ofensiva contra o tráfico interestadual de drogas, uma vez que a investigação aponta para uma estrutura responsável não apenas pelo cultivo e beneficiamento da maconha, mas também pelo transporte e distribuição do entorpecente entre diferentes estados.

As ações realizadas nesta terça-feira integram o trabalho de investigação conduzido pela Polícia Federal para identificar a extensão da organização e responsabilizar os envolvidos.

Com o bloqueio milionário e o sequestro de imóveis, a operação também mira o patrimônio acumulado a partir das atividades criminosas investigadas, reforçando a atuação das autoridades no enfrentamento às organizações responsáveis pelo tráfico de drogas.

O nome da operação, “Colheita Proibida”, faz referência à atividade de cultivo ilícito que está no centro das investigações.

Redação Saiba+

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Polícia

Três anos sem Mãe Bernadete

Liderança quilombola foi assassinada em Pitanga dos Palmares, em Simões Filho, e continua sendo lembrada pela defesa dos direitos humanos e das comunidades quilombolas.

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O assassinato de Mãe Bernadete, ocorrido em 17 de agosto de 2023, completa três anos e permanece marcado na memória da Bahia e de todo o país. Liderança quilombola e defensora dos direitos humanos, ela foi morta dentro de casa, na comunidade de Pitanga dos Palmares, em Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador (RMS).

A morte da ativista provocou comoção nacional e chamou atenção para a realidade enfrentada por comunidades quilombolas e lideranças que atuam na defesa de seus territórios, direitos e tradições.

Mesmo após a tragédia, familiares, amigos e instituições continuam trabalhando para manter viva a trajetória de Mãe Bernadete. Seu legado permanece associado à luta pela preservação da cultura quilombola, defesa dos direitos humanos e valorização das comunidades tradicionais.

O neto da liderança, Wellington Pacífico, de 25 anos, destaca que a família e a comunidade seguem empenhadas em preservar os ensinamentos deixados por Mãe Bernadete.

Acredito que, apesar dos desafios cotidianos, que existem em muitas comunidades quilombolas, a gente tem feito um bom trabalho ao preservar o legado dela”, afirmou Wellington.

A trajetória de Mãe Bernadete ultrapassou os limites de Pitanga dos Palmares e ganhou projeção nacional justamente pela atuação em defesa dos direitos da população quilombola. Sua história também passou a simbolizar a resistência de comunidades tradicionais diante dos desafios enfrentados na preservação de seus territórios e de sua identidade cultural.

Três anos depois do crime, a memória de Mãe Bernadete continua presente entre aqueles que conviveram com a liderança e nas ações voltadas à proteção das comunidades quilombolas. O legado deixado por ela permanece como referência para novas gerações que seguem na luta por justiça, respeito e garantia de direitos.

A lembrança da ativista também reforça a importância do debate sobre a segurança de lideranças comunitárias e defensores de direitos humanos. Para familiares e pessoas próximas, manter viva sua história é uma forma de dar continuidade à luta que marcou sua trajetória.

Redação Saiba+

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Polícia

Policial penal morre após troca de tiros no Rio

Leonardo Figueiredo Silva foi encontrado morto em quiosque no Recreio dos Bandeirantes durante ocorrência na madrugada

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O policial penal Leonardo Figueiredo Silva foi morto na madrugada desta segunda-feira (17) após uma troca de tiros envolvendo um policial militar em um quiosque localizado na Avenida Lúcio Costa, no Recreio dos Bandeirantes, zona oeste do Rio de Janeiro.

De acordo com informações da Polícia Militar, agentes do 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes) foram acionados durante a madrugada para verificar uma ocorrência de homicídio na região.

Ao chegarem ao endereço indicado, os policiais militares encontraram o agente penal morto. A dinâmica que levou ao confronto e às circunstâncias da morte ainda deverão ser esclarecidas pelas autoridades responsáveis pela investigação.

O caso ocorreu em uma área movimentada do Recreio dos Bandeirantes e mobilizou equipes de segurança durante a madrugada. A ocorrência deverá ser investigada para determinar o que provocou a troca de tiros e esclarecer a participação dos envolvidos.

As autoridades também deverão reunir informações e depoimentos que possam ajudar na reconstrução dos acontecimentos. A investigação busca esclarecer todos os detalhes relacionados à morte do policial penal.

O caso segue sob apuração, e novas informações poderão ser divulgadas pelas autoridades conforme o avanço dos trabalhos investigativos.

Redação Saiba+

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