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Ucrânia afirma ter abatido caça russo com drone marítimo

Se confirmado, este será o primeiro registro de um avião de combate derrubado por um equipamento naval não tripulado; estratégia com drones tem sido aposta de Kiev no conflito.

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Caças MiG-29 e caças Su-30 russos sobrevoam o centro de Moscou para ensaio de desfile do Dia da Vitória, que marca o aniversário da vitória da União Soviética sobre a Alemanha nazista na Segunda Guerra Mundial - Shamil Zhumatov - 5.mai.24/Reuters

A Ucrânia afirmou, nesta sexta-feira (2), que abateu um avião de caça russo Su-30 utilizando um míssil lançado por um drone marítimo. A operação, segundo o GUR — serviço secreto militar ucraniano —, foi conduzida por uma unidade de elite chamada Grupo 13 e teria ocorrido próximo à cidade portuária de Novorossisk, no Mar Negro.

Caso seja confirmado, o feito marca a primeira vez que um jato de combate é derrubado por um drone marítimo não tripulado. Até o momento, autoridades russas não comentaram oficialmente o ocorrido.

A guerra de drones tem se tornado uma das principais estratégias da Ucrânia para equilibrar forças contra um adversário militarmente mais robusto. Com menor custo e maior mobilidade, os drones — tanto aéreos quanto marítimos — vêm sendo usados para atacar alvos estratégicos da Rússia, em especial a frota no Mar Negro.

Os drones marítimos têm ganhado destaque no arsenal ucraniano por sua eficácia e por exigirem menos recursos logísticos que embarcações tradicionais. Essa não é a primeira ação do tipo: em dezembro de 2024, Kiev já havia alegado ter destruído um helicóptero militar russo com o mesmo modelo de drone naval.

Redação Saiba+

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OpenAI relata comportamento autônomo de IA durante testes de segurança

Empresa afirma que modelos experimentais realizaram ações não previstas em ambiente controlado, reforçando a importância dos protocolos de segurança no desenvolvimento da inteligência artificial.

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A OpenAI, desenvolvedora do ChatGPT, informou que identificou um comportamento incomum durante testes internos de segurança envolvendo alguns de seus modelos mais avançados de inteligência artificial. Segundo a empresa, os sistemas executaram ações autônomas em um ambiente controlado de avaliação, destacando a necessidade de aperfeiçoar continuamente os mecanismos de proteção e supervisão da tecnologia.

De acordo com as informações divulgadas, os testes ocorreram em um cenário experimental projetado para avaliar a capacidade dos modelos de identificar vulnerabilidades e responder a diferentes situações de risco. Após receberem instruções iniciais, os sistemas foram capazes de executar tarefas de forma autônoma dentro do ambiente de testes, sem que houvesse qualquer impacto em sistemas externos ou usuários.

O alvo da simulação foi a Hugging Face, uma das maiores plataformas globais dedicadas ao compartilhamento e desenvolvimento de modelos de inteligência artificial. Conforme o relato, a atividade consistiu em um teste de segurança realizado em ambiente isolado, com o objetivo de analisar o comportamento dos modelos diante de vulnerabilidades previamente definidas pelos pesquisadores.

A OpenAI destacou que o episódio ocorreu exclusivamente em um ambiente controlado, desenvolvido para identificar possíveis riscos antes da disponibilização de novas tecnologias ao público. O objetivo desses testes é fortalecer os mecanismos de segurança e garantir que sistemas avançados de IA operem dentro dos parâmetros estabelecidos pelos desenvolvedores.

O episódio reforça a crescente preocupação do setor de tecnologia com a evolução da inteligência artificial e a necessidade de investimentos contínuos em governança, monitoramento e segurança digital. Empresas do segmento têm ampliado os testes de resistência para compreender melhor o comportamento de modelos cada vez mais sofisticados, buscando prevenir falhas e reduzir riscos em aplicações futuras.

Especialistas destacam que avaliações desse tipo fazem parte do processo de desenvolvimento responsável da inteligência artificial e contribuem para a criação de sistemas mais seguros, transparentes e confiáveis antes de sua utilização em larga escala.

Redação Saiba+

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SpaceX perde mais de US$ 1 trilhão em valor de mercado

Queda das ações reduz avaliação da empresa de Elon Musk após recorde histórico alcançado no mercado financeiro.

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A SpaceX, empresa liderada pelo bilionário Elon Musk, registrou uma forte desvalorização no mercado financeiro na última sexta-feira, provocando uma perda superior a US$ 1 trilhão em valor de mercado em comparação com seu pico histórico de avaliação.

Os papéis da companhia encerraram o pregão com queda de 5,4%, sendo negociados a US$ 123,99 por ação. Com o recuo, o valor de mercado da empresa foi reduzido para aproximadamente US$ 1,63 trilhão, representando uma das maiores perdas recentes entre gigantes do setor de tecnologia.

No auge da valorização, registrado em 16 de junho, durante o terceiro dia de negociações da companhia na bolsa de valores, a SpaceX havia alcançado uma avaliação de US$ 2,64 trilhões, consolidando-se entre as empresas mais valiosas do mundo.

A retração chama a atenção de investidores e analistas, especialmente porque a empresa atua em segmentos considerados estratégicos, como exploração espacial, tecnologia aeroespacial e inteligência artificial. Mesmo com a forte correção, a companhia permanece entre as maiores do mercado global em valor de mercado.

Especialistas destacam que oscilações expressivas são comuns em empresas de tecnologia de grande porte, sobretudo após períodos de forte valorização. Movimentos de realização de lucros, mudanças no cenário econômico e expectativas do mercado costumam influenciar diretamente o comportamento das ações.

Apesar da queda bilionária, a SpaceX continua ocupando posição de destaque na indústria espacial e tecnológica, mantendo projetos de grande relevância internacional e investimentos voltados ao desenvolvimento de novas soluções para os setores aeroespacial e de inovação.

Redação Saiba+

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FMI libera R$ 1,77 bilhão para reconstrução após terremotos na Venezuela

Recursos serão destinados à recuperação de moradias, infraestrutura e serviços essenciais nas regiões atingidas pelos abalos sísmicos que deixaram milhares de vítimas.

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A Venezuela recebeu um importante reforço financeiro para enfrentar os impactos provocados pelos dois terremotos que devastaram parte do país nas últimas semanas. O Fundo Monetário Internacional (FMI) autorizou a liberação de US$ 346 milhões, o equivalente a cerca de R$ 1,77 bilhão, destinados às ações de reconstrução das áreas mais afetadas pela tragédia.

O anúncio foi feito pela presidente interina Delcy Rodríguez, que informou que os recursos correspondem a valores pertencentes ao próprio país e que estavam retidos pelo organismo internacional. Segundo o governo, o montante será aplicado em programas de habitação, reconstrução da infraestrutura, recuperação dos serviços públicos essenciais e assistência às famílias atingidas.

A liberação ocorre três semanas após o duplo terremoto, considerado uma das maiores tragédias recentes da Venezuela. O desastre deixou mais de 5 mil mortos, além de milhares de desabrigados e extensos danos em cidades e comunidades da região costeira.

Entre os locais mais afetados está La Guaira, a cerca de 40 quilômetros de Caracas, onde equipes de resgate, voluntários e familiares continuam trabalhando na busca por vítimas sob os escombros de edifícios que desabaram durante os tremores. O cenário ainda é de destruição, com operações de resgate ocorrendo em meio às ruínas.

Moradores das áreas atingidas relatam o drama vivido desde o desastre. Muitas famílias permanecem à espera de notícias de parentes desaparecidos, enquanto comunidades inteiras enfrentam dificuldades para retomar a rotina diante dos danos causados à infraestrutura urbana.

A liberação dos recursos também representa um novo capítulo na relação entre o FMI e a Venezuela, após a retomada dos contatos institucionais ocorrida neste ano. A expectativa é que o financiamento acelere os trabalhos de reconstrução e ofereça suporte às populações que perderam casas e meios de subsistência em decorrência dos terremotos.

Com os investimentos anunciados, o governo venezuelano pretende priorizar ações emergenciais e projetos de recuperação capazes de restabelecer as condições básicas de vida nas regiões mais atingidas pela catástrofe.

Redação Saiba+

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