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Política

Deputado Marcone Amaral defende concessão justa e com diálogo sobre as BRs 116 e 324 durante audiência na ALBA

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O deputado estadual Marcone Amaral (PSD) participou, nesta terça-feira (27), da audiência pública realizada na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) para discutir o novo modelo de concessão das rodovias federais BRs 116 e 324. A proposta apresentada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) prevê um novo contrato de 30 anos, com investimentos estimados em R$ 24 bilhões e arrecadação projetada superior a R$ 76 bilhões.

Marcone destacou a importância de garantir uma concessão que contemple a realidade econômica da população baiana e promova melhorias reais na infraestrutura rodoviária do estado, especialmente em regiões do interior.

“Essas audiências públicas são fundamentais para garantir que a concessão das BRs 116 e 324 atenda de fato aos interesses do povo baiano. Nosso compromisso é com uma infraestrutura que seja eficiente, segura e que respeite a realidade socioeconômica da nossa região”, afirmou o parlamentar.

O novo projeto prevê duplicações, instalação de faixas adicionais, passarelas, pontos de ônibus e a criação de novas praças de pedágio, o que tem gerado preocupações sobre o impacto das tarifas no bolso da população. Marcone Amaral reforçou a necessidade de equilíbrio entre investimento e retorno, e cobrou transparência e fiscalização.

“Estamos atentos para que esse processo não traga apenas pedágios e obras no papel, mas investimentos reais, com prazos e contrapartidas bem definidos, especialmente nos trechos mais críticos da BR-116, que é uma artéria vital para o Nordeste”, completou.

Além do deputado Marcone Amaral, participaram da audiência representantes da ANTT, DNIT, prefeitos, movimentos sociais e outros parlamentares. A expectativa é que a agência amplie o diálogo com a sociedade e promova novas audiências públicas em municípios diretamente impactados pelo novo contrato, como Feira de Santana, Jequié e Vitória da Conquista.

Redação Saiba+

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Política

Fiscalização resgata 13 trabalhadores em obra no sertão da Bahia

Empregados foram encontrados em condições análogas à escravidão durante operação em obra de pavimentação financiada pela Codevasf, em Casa Nova

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Uma operação do Grupo Especial de Fiscalização Móvel resgatou 13 trabalhadores em condições análogas à escravidão em uma obra de pavimentação localizada no distrito de Santana do Sobrado, no município de Casa Nova, no norte da Bahia.

A intervenção ocorreu durante uma fiscalização realizada em um empreendimento financiado pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf). Segundo as informações divulgadas, os trabalhadores atuavam em condições consideradas incompatíveis com a legislação trabalhista e com as normas de proteção à dignidade do trabalhador.

A ação identificou irregularidades relacionadas às condições de trabalho, alojamento e segurança, resultando no resgate dos empregados e na adoção das medidas previstas pela legislação. Os órgãos responsáveis também iniciaram os procedimentos para garantir o pagamento das verbas trabalhistas devidas e apurar as responsabilidades pelo caso.

A operação integra as ações permanentes de combate ao trabalho análogo à escravidão no Brasil, com foco na identificação de violações aos direitos trabalhistas e na responsabilização dos envolvidos.

O caso deverá seguir sob investigação dos órgãos competentes, que irão apurar as circunstâncias da contratação da mão de obra, a execução do contrato e o cumprimento das normas legais pelos responsáveis pela obra.

Redação Saiba+

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Política

Alice Portugal cobra transparência sobre arrecadação de multas em Salvador

Deputada questiona destino de mais de R$ 500 milhões arrecadados pela Prefeitura e pede esclarecimentos sobre investimentos em mobilidade urbana

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A deputada federal Alice Portugal (PCdoB) manifestou-se nas redes sociais após a divulgação de dados que apontam que a Prefeitura de Salvador, administrada pelo prefeito Bruno Reis (União Brasil), já arrecadou mais de R$ 500 milhões em multas. A parlamentar defendeu maior transparência na aplicação dos recursos e questionou quais áreas estão sendo beneficiadas com os valores recolhidos.

Em sua publicação, Alice Portugal afirmou que a população espera mais clareza sobre a destinação do montante arrecadado, especialmente diante dos desafios enfrentados diariamente pelos usuários da mobilidade urbana na capital baiana.

A deputada destacou que, apesar da elevada arrecadação, moradores continuam convivendo com problemas relacionados ao transporte público, congestionamentos, vias que necessitam de melhorias e dificuldades na mobilidade urbana. Segundo ela, esses fatores reforçam a necessidade de prestação de contas por parte da administração municipal.

Na manifestação, a parlamentar também levantou questionamentos sobre a aplicação dos recursos provenientes das multas de trânsito, defendendo que a população tenha acesso às informações sobre os investimentos realizados com essa arrecadação.

O tema reacende o debate sobre a gestão dos recursos públicos e a importância da transparência na administração municipal, especialmente em áreas estratégicas como infraestrutura viária, transporte coletivo e mobilidade urbana, que impactam diretamente o cotidiano dos soteropolitanos.

Redação Saiba+

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Política

Proposta prevê aposentadoria especial para profissionais da comunicação

Projeto em tramitação na Câmara dos Deputados busca garantir benefício previdenciário diferenciado para trabalhadores da imprensa e da comunicação social

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Os profissionais da imprensa e das demais áreas da comunicação social poderão conquistar um novo direito previdenciário caso avance na Câmara dos Deputados um projeto que propõe a criação da aposentadoria especial para a categoria. A iniciativa pretende reconhecer as condições específicas de trabalho enfrentadas por esses profissionais no exercício de suas funções.

Pela proposta, o benefício será destinado aos trabalhadores que atendam aos requisitos estabelecidos pela legislação previdenciária. Entre as exigências estão ser segurado obrigatório do Regime Geral de Previdência Social (RGPS), exercer a atividade de forma habitual e permanente em condições de risco ou insalubridade e possuir o registro profissional, quando exigido pela legislação vigente.

O projeto busca ampliar a proteção social aos profissionais da comunicação, contemplando trabalhadores que atuam em ambientes considerados de maior exposição a situações de risco durante a cobertura de acontecimentos, reportagens, operações policiais, conflitos, desastres naturais e outros eventos que fazem parte da rotina de diversas áreas do jornalismo e da comunicação.

Caso seja aprovada, a proposta poderá alterar as regras de acesso à aposentadoria para milhares de profissionais em todo o país, garantindo um tratamento previdenciário diferenciado àqueles que comprovarem o exercício das atividades nas condições previstas pelo texto.

A matéria ainda será analisada pelas comissões competentes da Câmara dos Deputados antes de seguir para as próximas etapas do processo legislativo. Se aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada, a medida passará a integrar as normas que disciplinam a concessão de benefícios previdenciários no Brasil.

Redação Saiba+

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