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Política

Trump impõe tarifa de 50% ao Brasil e acusa governo Lula de ameaçar segurança dos EUA

Decreto assinado nesta quarta-feira classifica ações do governo brasileiro como “ameaça extraordinária” e denuncia violações de direitos humanos contra Bolsonaro e seus apoiadores

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O presidente dos EUA, Donald Trump Foto: Christopher Furlong/AP

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta quarta-feira (30) um decreto que oficializa tarifas de 50% sobre produtos brasileiros, alegando que ações recentes do governo Lula e decisões do ministro Alexandre de Moraes representam uma ameaça incomum à segurança nacional, política externa e economia americana.

A medida, publicada pela Casa Branca, eleva em 40% as tarifas atualmente vigentes, totalizando 50% sobre produtos brasileiros, com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA), de 1977. A ordem declara o Brasil em situação de emergência nacional sob a ótica dos interesses americanos.

A perseguição, intimidação, censura e processos politicamente motivados contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e milhares de seus apoiadores constituem graves violações de direitos humanos que minaram o Estado de Direito no Brasil”, afirma o comunicado oficial.

Moraes no centro das críticas

O decreto também ataca diretamente o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), acusando-o de abuso de autoridade e censura sistemática a opositores políticos.

Segundo o texto, Moraes teria emitido centenas de ordens judiciais secretas para suprimir dissidências políticas, impor multas milionárias a empresas americanas como X (Twitter), Rumble e Truth Social, além de ameaçar executivos com prisão e bloqueio de ativos no Brasil.

O juiz Alexandre de Moraes está atualmente supervisionando o processo criminal contra Paulo Figueiredo por declarações feitas em solo americano, além de apoiar investigações contra outros cidadãos dos EUA”, denuncia o decreto.

Empresas americanas e censura

A ordem executiva também acusa o governo brasileiro de coagir empresas americanas a censurar discursos políticos, sob pena de multas exorbitantes, processos penais e expulsão do mercado brasileiro.

Isso prejudica a liberdade de expressão, afeta eleições livres e justas, e compromete os direitos humanos no Brasil e no exterior”, afirma o texto.

Trump encerra o comunicado reafirmando seu compromisso com a defesa da liberdade de expressão, a proteção de empresas americanas e a responsabilização de autoridades estrangeiras por violações de direitos humanos.

Redação Saiba+

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Política

Jerônimo Rodrigues nega rumores sobre desistência de pré‑candidatura na Bahia

Governador reafirma posição após especulações envolvendo possível substituição por Rui Costa na disputa pelo Palácio de Ondina

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Governador destaca que sua única disputa é pelas vagas ao Senado | Bnews - Divulgação Vinícius Dias

O governador Jerônimo Rodrigues (PT) reagiu às especulações que circularam nos últimos dias sobre uma possível desistência de sua pré‑candidatura ao governo da Bahia nas eleições deste ano. Os rumores apontavam que ele abriria espaço para que o ministro da Casa Civil, Rui Costa, assumisse a disputa pelo Palácio de Ondina, cenário que ganhou força nos bastidores políticos.

Jerônimo, no entanto, tratou de desmentir a informação, reafirmando seu compromisso com o projeto político que vem conduzindo desde o início de sua gestão. Segundo ele, não há qualquer movimento interno que indique substituição ou mudança na estratégia eleitoral da base governista.

A reação do governador ocorre em meio a um ambiente de intensa movimentação política, no qual interpretações e análises sobre alianças e composições costumam gerar ruídos. A fala de Jerônimo busca estabilizar o cenário e reforçar que sua pré‑candidatura segue mantida, alinhada ao planejamento do grupo político que governa o estado.

A menção ao nome de Rui Costa, que já confirmou sua intenção de disputar uma vaga no Senado, também foi vista como parte das especulações que surgem naturalmente em períodos pré‑eleitorais. Com a manifestação pública do governador, a tendência é que a base aliada concentre esforços na organização da campanha e na consolidação das chapas majoritária e proporcional.

A declaração de Jerônimo Rodrigues contribui para reduzir tensões internas e reafirma a continuidade do projeto político que vem sendo defendido pelo grupo desde 2007, mantendo o foco na disputa estadual deste ano.

Redação Saiba+

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Polícia

Morre o deputado estadual Alan Sanches aos 58 anos

Parlamentar do União Brasil sofreu um infarto fulminante neste sábado (14) e não resistiu após atendimento do Samu

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O deputado estadual Alan Sanches faleceu neste sábado (14) após um infarto fulminante, deixando um legado na política baiana. | Bnews - Divulgação BNews

O deputado estadual Alan Sanches (União Brasil) faleceu na manhã deste sábado (14), aos 58 anos, após sofrer um infarto fulminante. A informação foi confirmada por pessoas próximas ao parlamentar e por equipes de emergência que atuaram no socorro.

Segundo apurações, Sanches passou mal repentinamente e recebeu atendimento imediato de uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Apesar dos esforços da equipe médica, o deputado não resistiu.

Alan Sanches era uma figura de destaque na política baiana, com trajetória marcada por atuação ativa na Assembleia Legislativa da Bahia. Sua morte repentina causa grande comoção entre colegas, apoiadores e lideranças políticas do estado.

A notícia do falecimento mobilizou autoridades e gerou manifestações de pesar em diversos setores. O parlamentar deixa um legado de trabalho público e participação ativa em debates relevantes para a Bahia.

Redação Saiba+

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Política

PF determina que Eduardo Bolsonaro volte ao cargo de escrivão após ter mandato cassado na Câmara

Decisão ocorre após cassação do mandato parlamentar e publicação de ato no Diário Oficial da União

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O ex-deputado federal, Eduardo Bolsonaro Foto: Geraldo Magela

A Polícia Federal (PF) determinou que Eduardo Bolsonaro retorne ao cargo de escrivão, função que ocupava antes de sua eleição para a Câmara dos Deputados. A decisão foi oficializada nesta sexta‑feira (2), por meio de publicação no Diário Oficial da União, assinada pelo diretor de gestão de pessoas substituto, Licínio Nunes de Moraes Netto.

Segundo o ato administrativo, a PF declarou o fim do afastamento do ex‑parlamentar, uma vez que seu mandato de deputado federal foi cassado em 18 de dezembro. Com a perda do mandato, a licença concedida para o exercício da atividade política deixa de ter validade, obrigando o retorno imediato às funções na corporação.

A medida encerra o período em que Eduardo Bolsonaro esteve afastado do quadro funcional da PF e marca sua reintegração ao serviço público federal. A corporação ainda não detalhou em qual unidade o escrivão deverá atuar, mas o procedimento segue o trâmite padrão aplicado a servidores que retornam após afastamentos prolongados.

O caso segue repercutindo no cenário político e jurídico, especialmente por envolver um nome de grande projeção nacional e por ocorrer em meio a debates sobre responsabilidades e consequências administrativas após a cassação de mandatos eletivos.

Redação Saiba+

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