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Polícia

TJ-RJ suspende decisão que obrigava Bradesco a devolver valores em caso de fraude

Tribunal entende que ressarcimento deve aguardar análise completa das provas sobre movimentações suspeitas em conta de cliente idosa

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Idosa teve a conta zerada e ainda ficou no negativo após dez movimentações em apenas 17 horas | Bnews - Divulgação

A Justiça do Rio de Janeiro decidiu derrubar uma liminar que obrigava o banco Bradesco a devolver valores a uma cliente idosa que afirma ter sido vítima de fraude bancária. O caso envolve o desaparecimento total do saldo da conta e a realização de movimentações suspeitas em um curto intervalo de tempo.

Segundo informações do processo, a conta da cliente foi zerada e ainda ficou negativa após cerca de dez transações realizadas em apenas 17 horas. A situação levantou suspeitas de fraude e motivou a ação judicial contra a instituição financeira.

A decisão foi tomada pela 16ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro), que analisou o recurso apresentado pelo banco. Os desembargadores entenderam que o ressarcimento imediato não deve ser imposto antes da conclusão da fase de instrução do processo, quando serão avaliadas todas as provas e circunstâncias do caso.

De acordo com o entendimento da relatora, desembargadora Márcia Succi, obrigar o banco a realizar a devolução dos valores antes da análise completa poderia gerar prejuízos irreversíveis caso a Justiça conclua futuramente que a instituição não teve responsabilidade pela suposta fraude.

O tribunal destacou ainda a necessidade de apuração detalhada sobre a origem das transações e sobre a possível ocorrência de falhas de segurança ou acesso indevido à conta da cliente.

O caso segue em tramitação e deverá avançar para a fase de análise de provas, quando será definido se houve falha bancária ou fraude de terceiros. A decisão reacende o debate sobre segurança digital, responsabilidade de instituições financeiras e proteção de consumidores, especialmente idosos, em operações bancárias online.

Redação Saiba+

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Polícia

Homem é morto a tiros no Tomba

Polícia Militar confirmou a ocorrência na manhã deste sábado; caso será investigado pela Polícia Civil

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Um homem foi encontrado morto na manhã deste sábado (1º) no bairro Tomba, em Feira de Santana, após ser atingido por disparos de arma de fogo. O caso mobilizou equipes da Polícia Militar e dos órgãos responsáveis pela perícia criminal.

De acordo com informações preliminares, a vítima apresentava ferimento provocado por disparo de arma de fogo na região da testa. A identidade do homem ainda não havia sido oficialmente divulgada, e o autor do crime não foi localizado até o momento.

Em nota, a Polícia Militar da Bahia informou que policiais da 67ª Companhia Independente da Polícia Militar (67ª CIPM) foram acionados após denúncias sobre uma pessoa caída ao solo, aparentemente sem sinais vitais, no bairro Tomba. Ao chegarem ao local, os militares constataram o óbito e isolaram a área para o trabalho das equipes técnicas.

O Departamento de Polícia Técnica (DPT) foi acionado para realizar a perícia e efetuar a remoção do corpo. Os laudos periciais deverão auxiliar na identificação da dinâmica do crime e fornecer elementos para o avanço das investigações.

A ocorrência será investigada pela Polícia Civil, que buscará esclarecer a autoria, a motivação e as circunstâncias do homicídio. Até o momento, não há informações sobre suspeitos presos ou sobre o que teria motivado o crime.

As autoridades reforçam que informações que possam contribuir com a investigação podem ser repassadas pelos canais oficiais de segurança pública. O caso segue sob apuração e novas informações deverão ser divulgadas conforme o avanço das investigações.

Redação Saiba+

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Polícia

Justiça decreta prisão de PM acusado de homicídio

Policial militar investigado pela morte de estudante de medicina volta à prisão após decisão baseada em novas acusações

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A Justiça de São Paulo decretou a prisão preventiva do policial militar Bruno Carvalho do Prado, um dos réus pelo assassinato do estudante de medicina Marco Aurélio Cárdenas Acosta, de 22 anos. O caso ganhou grande repercussão após o jovem ser baleado durante uma abordagem realizada dentro de um hotel na Vila Mariana, zona sul da capital paulista, em novembro de 2024.

O policial foi encaminhado ao Presídio Militar Romão Gomes, na Zona Norte de São Paulo, na madrugada deste sábado (1º), em cumprimento à decisão judicial. Até o momento, a defesa de Bruno Carvalho do Prado não se pronunciou sobre a nova determinação da Justiça.

A decisão foi fundamentada em novas denúncias apresentadas contra o policial enquanto ele respondia ao processo em liberdade. Segundo os autos, Prado passou a ser investigado por supostas ameaças de morte e agressões contra a própria esposa, fatos que foram considerados relevantes durante a análise do pedido de prisão preventiva.

Na decisão, a juíza Luiza Torggler Silva, da 4ª Vara do Júri da Capital, destacou que os elementos apresentados pela assistência de acusação e respaldados pelo Ministério Público indicam que o policial representa risco à ordem pública, justificando a necessidade da medida cautelar.

O processo referente à morte de Marco Aurélio Cárdenas Acosta segue em tramitação no Judiciário paulista. A prisão preventiva não representa condenação definitiva, mas uma medida prevista na legislação para garantir a ordem pública, a instrução processual e a aplicação da lei penal enquanto o caso continua sendo analisado pela Justiça.

Redação Saiba+

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Polícia

Ataque em fábrica da Bombril deixa três mortos

Colaborador terceirizado foi preso após crime em unidade de São Bernardo do Campo; Polícia Civil apura motivação

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Um ataque com arma branca registrado na manhã deste sábado (1º) dentro da fábrica da Bombril, em São Bernardo do Campo, na Região Metropolitana de São Paulo, resultou na morte de três funcionários. O suspeito, identificado como um colaborador terceirizado da empresa, foi preso logo após o crime e permanece à disposição da Justiça.

De acordo com informações divulgadas pelas autoridades de segurança, o homem trabalhava na unidade e conhecia as vítimas, circunstância que será analisada durante o andamento das investigações. As equipes policiais foram acionadas imediatamente após o ataque e realizaram a prisão do suspeito ainda no local da ocorrência.

A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) informou que a Polícia Civil instaurou inquérito para apurar as circunstâncias do crime, incluindo a motivação do ataque e a dinâmica dos fatos. Até o momento, as autoridades não divulgaram detalhes sobre o que teria levado o suspeito a cometer o homicídio.

O caso mobilizou equipes de segurança e perícia, que realizaram os primeiros levantamentos na fábrica para reunir elementos que possam contribuir com a investigação. Os depoimentos de testemunhas, imagens de câmeras de monitoramento e demais provas técnicas serão analisados para esclarecer o episódio.

A tragédia provocou forte repercussão e reacendeu o debate sobre segurança no ambiente de trabalho e prevenção de episódios de violência em empresas. Enquanto as investigações prosseguem, a prioridade das autoridades é esclarecer completamente os fatos e responsabilizar o autor conforme determina a legislação.

Redação Saiba+

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