Saúde
Anjos de Asas leva atendimento médico gratuito a moradores de Santaluz, no interior da Bahia
Missão humanitária do Projeto Anjos de Asas beneficiou moradores de Santaluz com consultas, triagens e orientações de saúde gratuitas

O Projeto Anjos de Asas realizou, no dia 16 de maio, uma missão humanitária no município de Santaluz, no interior da Bahia, com oferta de atendimento médico gratuito para moradores da sede e da zona rural. A ação reuniu profissionais voluntários de diferentes áreas da saúde e teve como foco ampliar o acesso da população a consultas, triagens e orientações.

Durante o atendimento, os pacientes passaram por avaliação inicial, receberam orientações e foram encaminhados conforme a necessidade identificada pelas equipes. A iniciativa buscou atender principalmente pessoas com dificuldade de acesso a serviços especializados de saúde no município e em comunidades rurais.

Segundo a coordenadora da missão, Paula, o objetivo do projeto é levar atendimento humanizado a regiões onde a demanda por consultas especializadas costuma ser maior do que a oferta disponível.

“Cada missão do Anjos de Asas carrega um propósito muito maior do que apenas realizar consultas. Nós levamos acolhimento, esperança e cuidado humanizado para pessoas que muitas vezes aguardam por esse atendimento há anos. Ver o sorriso e a gratidão de cada paciente é o que nos fortalece para continuar essa caminhada”, afirmou.

A realização da ação contou com apoio da Prefeitura de Santaluz, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, além da colaboração de representantes do Executivo e do Legislativo municipal. Também participaram voluntários, profissionais de saúde e equipes de apoio responsáveis pela organização do fluxo de atendimento.

O Anjos de Asas atua com missões sociais voltadas à saúde em municípios baianos, com atendimentos realizados por profissionais voluntários. Segundo a organização, a proposta é ampliar o alcance de serviços médicos e promover cuidado humanizado em cidades do interior.
Saúde
Estudo alerta para avanço da dengue no Sudeste
Levantamento projeta que casos da doença podem mais que dobrar no segundo semestre caso se confirme um El Niño extremamente forte

Um levantamento do sistema InfoDengue, desenvolvido em parceria entre a Escola de Matemática Aplicada da Fundação Getulio Vargas (FGV) e a Fiocruz, aponta para um possível aumento expressivo dos casos de dengue na região Sudeste durante o segundo semestre deste ano. A projeção está relacionada à elevada probabilidade da ocorrência de um El Niño de intensidade extremamente forte entre 2026 e 2027, cenário que pode favorecer a proliferação do mosquito transmissor da doença.
De acordo com a análise, em um cenário sem a influência do fenômeno climático, a expectativa é de que o número de casos permaneça abaixo de 100 mil. No entanto, caso o El Niño extremo se confirme, a estimativa ultrapassa os 200 mil registros, representando mais que o dobro da projeção inicial.
Os pesquisadores destacam que alterações climáticas provocadas pelo El Niño podem influenciar fatores como temperatura e regime de chuvas, criando condições mais favoráveis para a reprodução do Aedes aegypti, mosquito responsável pela transmissão da dengue, além de outras arboviroses.
Diante das projeções, especialistas reforçam a importância de intensificar as ações de prevenção, eliminar possíveis criadouros do mosquito e fortalecer as estratégias de vigilância epidemiológica. A adoção de medidas preventivas pela população e pelo poder público é considerada essencial para reduzir os impactos de um eventual aumento da circulação da doença.
Embora o estudo apresente projeções baseadas em cenários climáticos, os pesquisadores ressaltam que o comportamento da dengue dependerá da evolução das condições meteorológicas e da efetividade das ações de controle adotadas ao longo dos próximos meses.
Saúde
Menina de 11 anos morre após picada de escorpião no DF
Valentina Nobre Lima ficou internada por 23 dias na UTI após ser picada ao calçar um tênis dentro de casa, no Riacho Fundo I.

A morte de Valentina Nobre Lima, de apenas 11 anos, comoveu familiares e moradores do Riacho Fundo I, no Distrito Federal. A menina faleceu neste domingo (5), após permanecer 23 dias internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em decorrência de uma picada de escorpião sofrida dentro de casa.
Segundo as informações confirmadas pela família, o acidente aconteceu quando Valentina se preparava para ir à escola. Ao calçar um tênis, ela foi picada pelo animal que estava escondido no interior do calçado, situação que provocou uma grave reação e exigiu atendimento médico de emergência.
Durante o período de internação, a criança enfrentou um quadro clínico delicado. Ela sofreu três paradas cardíacas, sendo uma delas com duração aproximada de 40 minutos, mobilizando equipes médicas em uma intensa tentativa de estabilizar seu estado de saúde. Apesar dos esforços realizados ao longo das últimas semanas, Valentina não resistiu às complicações.
O caso voltou a chamar atenção para os riscos provocados por acidentes com escorpiões, especialmente em áreas urbanas. Especialistas orientam que a população adote medidas preventivas, como verificar calçados, roupas, toalhas e outros objetos antes do uso, além de manter ambientes limpos e livres de entulhos que possam servir de abrigo para esses animais.
Em casos de picada de escorpião, a recomendação é procurar atendimento médico imediatamente, principalmente quando a vítima é uma criança, já que o organismo infantil pode apresentar reações mais graves ao veneno. O atendimento rápido é considerado fundamental para aumentar as chances de recuperação.
A morte de Valentina gerou grande comoção e reforçou o alerta sobre a importância da prevenção e da conscientização da população em relação aos acidentes com animais peçonhentos. O episódio também evidencia a necessidade de atenção redobrada dentro das residências, principalmente em locais com registros frequentes da presença de escorpiões.
Saúde
Ebola avança no Congo e já deixa mais de 450 mortos
Crise humanitária, violência de grupos armados e desinformação dificultam o combate à doença, que já ultrapassa 1.460 casos confirmados e preocupa autoridades de saúde.

A República Democrática do Congo (RDC) enfrenta uma das mais graves crises sanitárias dos últimos anos com o avanço do Ebola, doença que já provocou mais de 450 mortes em 2026. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o país contabiliza pelo menos 1.460 casos confirmados, número que pode ser ainda maior devido à subnotificação registrada em regiões afetadas pelo conflito.
O cenário é agravado pela atuação de grupos armados, pela circulação de informações falsas e por uma crise humanitária que dificulta o acesso das equipes de saúde às comunidades mais vulneráveis. Esses fatores comprometem as ações de vigilância epidemiológica, vacinação e atendimento aos pacientes, tornando o controle da doença um desafio ainda maior.
O epicentro do surto permanece na República Democrática do Congo, onde a transmissão segue em ritmo preocupante. Entretanto, a doença também ultrapassou as fronteiras do país. Uganda confirmou 20 casos da infecção, enquanto a França registrou um caso relacionado ao atual surto, todos com ligação direta à situação epidemiológica congolesa.
Especialistas alertam que a mobilidade entre países e as dificuldades para interromper a cadeia de transmissão aumentam o risco de novos registros em outras regiões. Apesar dos esforços internacionais, o combate ao Ebola enfrenta obstáculos logísticos e de segurança que limitam a atuação das autoridades sanitárias.
A Organização Mundial da Saúde reforça que o controle da doença depende da identificação rápida dos casos, do rastreamento de contatos, da vacinação das populações expostas e da conscientização da população. A desinformação e a insegurança nas áreas afetadas continuam sendo os principais entraves para conter o avanço da epidemia.
Com a permanência do surto e a elevada taxa de mortalidade da doença, organismos internacionais seguem monitorando a situação e ampliando o apoio às autoridades locais. O objetivo é reduzir a transmissão, fortalecer os serviços de saúde e evitar que o Ebola alcance novas áreas dentro e fora do continente africano.
Política5 horas atrásDesembargadora suspende mandato do vereador mais votado da história de Vitória da Conquista. Defesa expõe uso da máquina pública para blindar candidatura do marido da prefeita.
Brasil5 dias atrásGrupo Dolly enfrenta pedido de falência por dívida bilionária
Bahia4 dias atrásAuto Shopping Itapoan: Feirão Imperdível Sem Entrada!
Saúde3 dias atrásPlanserv garante atendimentos após impasse com Cardiotórax
Brasil6 dias atrásTJBA abre sindicância sobre contrato milionário
Saúde4 dias atrásSurto de norovírus atinge cruzeiro nos EUA
Política5 dias atrásRui Costa critica ACM Neto no 2 de Julho
Brasil6 dias atrásGWM anuncia segunda fábrica no Brasil














