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Brasil

Caoa Chery Tiggo 8 tem queda de preço e desafia rivais chineses

SUV de sete lugares recebe redução de até R$ 10 mil e aposta em desempenho para competir com BYD e GWM

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SUV híbrido Caoa Chery Tiggo 8 PHEV, que tem sete lugares e 4,72 m de comprimento - Divulgação

O mercado brasileiro de SUVs de sete lugares acaba de ganhar um capítulo importante. A Caoa Chery anunciou redução de até R$ 10 mil nos preços do Tiggo 8 Pro, estratégia para enfrentar o avanço de concorrentes como BYD Song Plus e GWM Haval. Agora, a versão a gasolina com motor 1.6 turbo de 187 cv parte de R$ 189.990, enquanto a topo de linha Pro PHEV, híbrida plug-in, custa R$ 269.990.

O modelo chegou ao Brasil em 2020, produzido em Anápolis (GO), e se destacou como um dos poucos SUVs de sete lugares disponíveis. Hoje, em meio à chegada de novos chineses com preços competitivos, a marca aposta na combinação de desempenho robusto e pacote tecnológico para manter relevância.

A versão híbrida Tiggo 8 Pro PHEV traz dois motores elétricos que trabalham junto ao 1.5 turbo a gasolina, alcançando 317 cv de potência combinada e torque de 56,6 kgfm. Nos testes do Instituto Mauá de Tecnologia, o SUV atingiu 97 km de autonomia 100% elétrica e média urbana de 10,6 km/l com gasolina.

Embora tenha consumo inferior ao BYD Song Plus, que fez 19,2 km/l na cidade, o Tiggo 8 privilegia a performance: 0 a 100 km/h em apenas 8,4 segundos. O câmbio CVT garante suavidade, mas não tem o mesmo caráter esportivo do sistema de dupla embreagem presente na versão a gasolina.

No interior, o modelo oferece teto solar panorâmico, bancos com ajustes elétricos, aquecimento e refrigeração, além de um pacote de segurança com frenagem autônoma de emergência capaz de detectar pedestres e ciclistas. O espaço nos dois assentos extras é restrito, mas suficiente para trajetos curtos, mantendo acabamento de qualidade.

Com preço mais competitivo que rivais como o Jeep Commander (a partir de R$ 257.990) e o Volkswagen Tiguan (R$ 305.990), o Tiggo 8 segue como opção atrativa para famílias que buscam sete lugares sem abrir mão de tecnologia e bom desempenho.

Redação Saiba+

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Brasil

Conta de luz continuará mais cara em setembro

Aneel mantém bandeira tarifária amarela e consumidores terão cobrança adicional na fatura de energia elétrica

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A conta de luz continuará pesando no orçamento dos brasileiros em setembro. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) manteve a bandeira tarifária amarela para o próximo mês, sinalizando que as condições para geração de energia permanecem menos favoráveis.

Com a manutenção da bandeira, os consumidores terão uma cobrança adicional de R$ 1,885 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. O valor será aplicado às faturas de energia durante o período de vigência da bandeira amarela.

Bandeira amarela está em vigor desde maio

A bandeira tarifária amarela está sendo aplicada desde maio, em razão das condições menos favoráveis para a geração de energia elétrica. O mecanismo criado pela Aneel busca sinalizar aos consumidores os custos relacionados à produção de eletricidade.

Entre janeiro e abril, vigorou a bandeira verde, período em que não houve cobrança adicional na conta de luz.

Com a mudança para a bandeira amarela, os consumidores passaram a ter um custo extra vinculado ao volume de energia utilizado. Por isso, o consumo de eletricidade continua sendo um dos principais fatores para determinar o valor final da fatura.

Consumo consciente pode ajudar a reduzir a conta

Diante da manutenção da bandeira amarela, medidas de economia podem ajudar as famílias a controlar os gastos. Evitar desperdícios de energia e reduzir o uso de equipamentos elétricos quando não forem necessários são algumas das estratégias que podem contribuir para diminuir o consumo mensal.

A bandeira tarifária, entretanto, representa apenas uma parcela da composição da fatura. O valor final pago pelo consumidor também depende do volume de energia utilizado e de outros componentes presentes na conta.

Redação Saiba+

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Brasil

Planalto articula encontro entre Andrei Rodrigues e André Mendonça

Reunião entre diretor-geral da Polícia Federal e ministro do STF é cogitada para a próxima semana em meio a desgaste entre as instituições

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Interlocutores do Palácio do Planalto trabalham para viabilizar uma reunião presencial entre o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, na próxima semana. A possível conversa ocorre em meio a um período de desgaste na relação entre a cúpula da corporação e o magistrado.

Segundo informações atribuídas a fontes do Executivo, os dois já teriam demonstrado disposição para uma aproximação e para tratar diretamente das questões que envolvem a relação institucional. A articulação também teria relação com o desejo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de reduzir as tensões entre os envolvidos.

Tentativa de aproximação

De acordo com pessoas próximas às negociações, Andrei Rodrigues teria tomado a iniciativa de avançar nas tratativas após ser informado por interlocutores de que Lula gostaria que o encontro entre o diretor-geral da PF e André Mendonça acontecesse.

A eventual reunião deverá buscar uma interlocução direta entre o comando da Polícia Federal e o ministro do STF, especialmente diante dos episódios que contribuíram para o aumento da tensão nos últimos meses.

Relação se desgastou nos últimos meses

A relação entre Andrei Rodrigues e André Mendonça teria se deteriorado após vazamentos de informações relacionadas a investigações que estão sob relatoria do ministro no Supremo Tribunal Federal.

O cenário passou a exigir maior articulação institucional entre integrantes da PF e do Judiciário, principalmente em casos que envolvem investigações de grande repercussão.

A realização do encontro, entretanto, ainda depende da conciliação das agendas dos dois. A expectativa no Planalto é que uma conversa presencial possa contribuir para diminuir o desgaste e fortalecer o diálogo institucional entre a Polícia Federal e o Supremo.

Caso seja confirmado, o encontro deverá ocorrer na próxima semana e será acompanhado com atenção diante da importância dos cargos ocupados por Andrei Rodrigues e André Mendonça.

Redação Saiba+

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Brasil

Brasil ultrapassa 214 milhões de habitantes

Estimativa do IBGE aponta crescimento populacional em relação a 2025; dados servem de referência para indicadores e políticas públicas

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O Brasil chegou a uma população estimada de 214.211.951 habitantes em 2026, segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgado no Diário Oficial da União (DOU) nesta sexta-feira (28/8).

Os números têm como referência 1º de julho de 2026 e consideram a população estimada de todas as unidades federativas. O levantamento mostra uma alta em relação ao ano anterior, quando a estimativa nacional apontava 213.421.037 habitantes.

Na comparação entre os dois períodos, o país registrou crescimento estimado de aproximadamente 790,9 mil pessoas. A atualização representa uma importante referência para análises demográficas e para o planejamento de ações governamentais.

Estimativas apoiam planejamento público

As estimativas populacionais são elaboradas a partir de diferentes informações demográficas e têm a função de complementar os dados produzidos pelo Censo Demográfico.

Além de indicar a evolução da população brasileira, os números são utilizados na elaboração de indicadores sociais, econômicos e demográficos, servindo também como base para o planejamento e a implementação de políticas públicas.

A atualização anual permite acompanhar mudanças na distribuição e no tamanho da população das unidades federativas, oferecendo ao poder público informações para dimensionar demandas em áreas como saúde, educação, infraestrutura e serviços.

Crescimento populacional

O avanço registrado entre 2025 e 2026 mantém a trajetória de crescimento da população brasileira, embora o ritmo de expansão demográfica seja influenciado por fatores como natalidade, mortalidade e movimentos migratórios.

Com mais de 214 milhões de habitantes, o Brasil permanece entre os países mais populosos do mundo. Os dados oficiais também ajudam a compreender os desafios relacionados ao crescimento populacional e às transformações na estrutura demográfica brasileira.

A divulgação das estimativas atualizadas permite que governos, pesquisadores e instituições utilizem uma base populacional mais recente para estudos, projeções e decisões relacionadas ao desenvolvimento do país

Redação Saiba+

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