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Lula não pretende mudar comando do Banco do Brasil, afirma Tarciana Medeiros
Após lucro cair 60% no 2º trimestre, presidente do BB afirma que Lula não sinalizou alterações na diretoria e destaca compromisso com resultados.

A presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, afirmou nesta sexta-feira (15) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) “não tem demonstrado nenhuma intenção de alterações na cúpula do Banco do Brasil”. A declaração foi dada durante coletiva de imprensa sobre os resultados da instituição.
“O presidente não tem demonstrado nenhuma intenção de alterações aqui no Banco do Brasil. A gente conversa sempre. Eu presto contas ao acionista majoritário da mesma forma que presto ao mercado e aos demais acionistas. E não conversamos sobre esse assunto”, disse Medeiros.
Segundo ela, a única pressão existente é para a entrega de resultados compatíveis com o tamanho e a capacidade do banco, reforçando que o foco é manter a rentabilidade e a competitividade.
O posicionamento ocorre um dia após o Banco do Brasil divulgar seu menor lucro em quase cinco anos. No segundo trimestre de 2025, o lucro ajustado caiu 60% em relação ao mesmo período do ano anterior, somando R$ 3,8 bilhões (US$ 701 milhões).
A queda foi atribuída a mudanças contábeis que obrigaram a instituição a elevar provisões para perdas com empréstimos, afetando diretamente o resultado.
Além disso, o banco anunciou a redução da taxa de distribuição de dividendos para 30%, abaixo da faixa anterior de 40% a 45%. Essa é a primeira diminuição em cinco anos, o que também impacta diretamente acionistas da BBAS3.
Mesmo com o cenário adverso, Tarciana Medeiros destacou que o Banco do Brasil segue sólido e com estratégia voltada para a sustentabilidade dos resultados no longo prazo.
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Bahia lança licitação para construção de novo CEPRED em Salvador
Unidade será erguida no Stiep e ampliará a oferta de serviços de prevenção e reabilitação para pessoas com deficiência

A Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) anunciou a publicação do aviso de licitação para a construção do novo Centro de Prevenção e Reabilitação da Pessoa com Deficiência (CEPRED), que será instalado em uma das áreas mais movimentadas de Salvador. O projeto marca um avanço significativo na ampliação da rede de atendimento especializado no estado.
A nova unidade será construída no terreno da antiga BR Distribuidora, localizado no bairro do Stiep, ponto estratégico que facilitará o acesso de pacientes de diferentes regiões da capital. Segundo a Sesab, o objetivo é oferecer uma estrutura moderna, acessível e equipada para atender demandas crescentes de reabilitação física, auditiva, visual e intelectual.
O edital prevê que a empresa contratada terá um prazo de 12 meses para concluir as obras, contados a partir da emissão da Ordem de Serviço. A expectativa é que o novo prédio proporcione maior capacidade de atendimento e melhores condições de trabalho para as equipes multiprofissionais que atuam no suporte às pessoas com deficiência.
Com a construção do novo CEPRED, o governo estadual reforça o compromisso com políticas públicas voltadas à inclusão, prevenção e reabilitação, ampliando o acesso a serviços essenciais e fortalecendo a rede de saúde especializada na Bahia.
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Bahia registra 1.384 transplantes em 2025 e mantém crescimento histórico
Estado completa 11 anos seguidos de alta no número de transplantes e reforça liderança regional

A Bahia encerrou 2025 com um marco expressivo na área da saúde: 1.384 transplantes de órgãos realizados ao longo do ano, consolidando o décimo primeiro ano consecutivo de crescimento no volume de procedimentos. O resultado reforça o avanço contínuo das políticas públicas de saúde, da estrutura hospitalar e das campanhas de conscientização sobre doação de órgãos no estado.
O desempenho coloca a Bahia em posição de destaque no cenário nacional, impulsionado pela ampliação de equipes especializadas, investimentos em tecnologia médica e fortalecimento da rede de captação e distribuição de órgãos. Segundo especialistas, a manutenção desse ritmo de crescimento demonstra maturidade do sistema e capacidade de resposta às demandas da população.
Além do aumento no número de cirurgias, o estado também registrou avanços na logística de transporte de órgãos, na qualificação de profissionais e na integração entre unidades hospitalares. Esses fatores contribuíram para que mais pacientes tivessem acesso a procedimentos antes considerados de difícil viabilização.
A continuidade desse ciclo positivo reforça o compromisso da Bahia com a expansão dos serviços de alta complexidade e com a melhoria da qualidade de vida de milhares de pessoas que dependem do transplante para sobreviver ou recuperar funções vitais.
Com 1.384 transplantes realizados em 2025, a Bahia reafirma sua posição como referência regional e nacional em medicina transplantadora.
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Hamas intensifica confrontos internos em Gaza e reacende risco de guerra civil
Execuções públicas contra clãs rivais elevam tensão em meio a negociações de cessar-fogo com os Estados Unidos

Na Hamas, a ordem segue o fio da coerção: nas últimas semanas, o movimento islâmico intensificou ações violentas contra importantes clãs armados na Faixa de Gaza, promovendo execuções públicas e forças paramilitares que visam eliminar a resistência interna. Esses atos vêm no momento em que outras potências, especialmente os Donald Trump dos Estados Unidos, pressionam por um acordo de cessar-fogo e desarmamento em Gaza — cenário que torna o enclave mais vulnerável a um colapso da ordem.
Fontes locais relatam que o Hamas invadiu bairros controlados por clãs rivais, como o de Doghmush e outros no sul de Gaza, e executou dezenas de pessoas acusadas de colaborar com Israel ou de “desrespeitar” o regime interno do grupo. Essas operações têm sido gravadas e divulgadas como demonstração de força — uma tática de intimidação que evidencia o medo do Hamas de perder o controle em meio ao vácuo de poder e à pressão externa.
O impacto dessa escalada vai além das disputas de poder: especialistas alertam que a violência interna pode desencadear uma guerra civil aberta. Em um território já devastado por anos de conflito, a divisão entre facções, clãs armados e o próprio Hamas cria um ambiente no qual a soberania do grupo fica fragilizada e os civis pagam o preço. O risco é que o cessar-fogo negociado se torne apenas uma maquiagem se forças rivais continuarem a agir como milícias autônomas.
No centro desse turbilhão está o acordo em discussão com os EUA, que prevê o desarmamento do Hamas. Mas as execuções e confrontos internos mostram que o grupo ainda não controla totalmente o território ou suas próprias redes, o que enfraquece seu compromisso com qualquer tratado internacional. O resultado: a comunidade internacional questiona se qualquer paz duradoura será possível sem que o governo de fato restabeleça a ordem e a legalidade em Gaza.
Para o público externo e os governos que acompanham, a mensagem é clara: o Hamas está lutando não apenas contra Israel, mas contra si mesmo e contra a fragmentação de seu poder, e as consequências desse conflito interno podem redefinir o futuro do Oriente Médio.
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