Bahia
Falha elétrica paralisa Linha 1 do metrô de Salvador
Passageiros ficaram ilhados após apagão e operação segue parcialmente comprometida

Quem precisou utilizar o metrô de Salvador na manhã desta terça-feira (19) enfrentou grandes dificuldades após uma falha elétrica interromper a operação da Linha 1, que liga a Estação da Lapa até Águas Claras, às margens da BR-324. Até o momento, a situação ainda não foi completamente normalizada.
Imagens divulgadas nas redes sociais mostram os trens parados e com as luzes apagadas na Estação da Lapa, ponto inicial da Linha 1. Por segurança, os portões da estação foram fechados, funcionando apenas como saída de passageiros.
A paralisação provocou lotação nos terminais e nas composições, principalmente no Acesso Norte, que conecta à Linha 2, com destino final no Aeroporto de Salvador. Nas redes sociais, usuários relataram atrasos, superlotação e criticaram tanto a Prefeitura de Salvador quanto o Governo da Bahia pela falta de alternativas no transporte público.
Uma passageira desabafou em publicação online: “Por causa do despeito da Prefeitura de Salvador em relação ao metrô de Salvador e ao Governo da Bahia, a cidade parou. Pessoas que saíram 5h de casa ainda não chegaram ao trabalho porque a Linha 1 não funciona e os ônibus também não atendem adequadamente”.
Em nota, a CCR Metrô Bahia, concessionária responsável pelo sistema, informou que medidas emergenciais foram adotadas para garantir a segurança no desembarque. Passageiros de uma composição que chegava à Estação da Lapa foram acompanhados por agentes e desembarcaram pela passarela de serviço, conforme protocolo de contingência.
A empresa destacou ainda que a Linha 1 segue operando apenas parcialmente, entre Águas Claras e Acesso Norte, enquanto equipes trabalham para restabelecer o funcionamento integral do sistema. Com a paralisação, a mobilidade da capital baiana ficou dependente apenas da Linha 2, sobrecarregando a demanda.
Bahia
José Edivaldo Rotondano toma posse como presidente do TJ-BA
Magistrado assume comando da Corte baiana em cerimônia marcada por simbolismo e compromisso institucional

O desembargador José Edivaldo Rocha Rotondano foi oficialmente empossado como presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) durante sessão especial realizada nesta segunda-feira (2). A solenidade ocorreu no plenário da Corte e reuniu autoridades, membros do Judiciário e convidados, reforçando a importância do momento para a Justiça baiana.
A cerimônia foi marcada por forte simbolismo institucional. Durante o ato, o novo presidente realizou a leitura do compromisso de posse, reafirmando sua dedicação às leis do país e do estado, além do compromisso com a transparência, a eficiência e o fortalecimento das políticas judiciárias.
Rotondano destacou que sua gestão será pautada pelo diálogo, modernização administrativa e valorização dos servidores, pilares considerados essenciais para aprimorar a prestação jurisdicional e aproximar ainda mais o Judiciário da população.
A posse do magistrado abre um novo ciclo no TJ-BA, com expectativas de avanços estruturais e tecnológicos, além de iniciativas voltadas à celeridade processual e ao acesso à Justiça.
Bahia
Salvador pode ganhar novo circuito de Carnaval nos próximos anos
Governador sinaliza expansão da festa, mas destaca que decisão depende da Prefeitura

O governador Jerônimo Rodrigues (PT) afirmou que Salvador pode contar com um novo circuito de Carnaval nos próximos anos, caso haja viabilidade técnica e estrutural. A declaração foi dada nesta segunda-feira (2), durante a tradicional Festa de Iemanjá, no Rio Vermelho.
Segundo o chefe do Executivo estadual, a capital baiana já não comporta o tamanho da folia, que cresce a cada ano e exige novos espaços para garantir conforto, segurança e mobilidade aos foliões. Apesar disso, Jerônimo reforçou que a responsabilidade pela definição e implantação de um novo circuito é da Prefeitura de Salvador, que deve avaliar e apresentar um local adequado.
O governador destacou que o Estado está disposto a colaborar com estudos e articulações, mas ressaltou que a iniciativa precisa partir da gestão municipal. Para ele, a expansão do Carnaval é um passo natural diante da dimensão que a festa alcançou.
A possibilidade de um novo circuito reacende debates sobre mobilidade urbana, impacto econômico e descentralização da festa, temas que devem ganhar força nos próximos meses entre autoridades, empresários e a população.
Bahia
Diego Castro sugere expansão de escolas de modelo militar na Bahia
Proposta apresentada por Dr. Diego Castro prevê expansão de escolas com gestão compartilhada entre Estado, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros.

Com o objetivo de ampliar a oferta de unidades escolares de modelo militar, o deputado Dr. Diego Castro (PL) apresentou, na Casa Legislativa, um projeto de lei que institui o Programa de Expansão da Rede de Ensino Militar no estado, em cooperação com a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros Militar da Bahia.
A iniciativa busca melhorar a qualidade do ensino público, ampliar o número de escolas estaduais que adotem o modelo de gestão compartilhada ou integralmente militar e assegurar atendimento educacional em áreas estratégicas ou de maior vulnerabilidade social.
O autor do projeto destaca que a proposta também visa fortalecer a segurança escolar, aprimorar o ambiente pedagógico e elevar o desempenho acadêmico dos estudantes, além de estimular parcerias com municípios interessados em aderir ao programa.
Para a implementação da medida, o parlamentar sugere ações como a criação de novas unidades de ensino militar, a adaptação ou transformação de escolas já existentes para o modelo militar ou compartilhado e a celebração de convênios, termos de cooperação ou outros instrumentos jurídicos com municípios e instituições públicas.
Dr. Diego Castro ressalta ainda a necessidade de investimentos em infraestrutura, equipamentos, qualificação de pessoal e melhoria do ambiente escolar.
O projeto estabelece que caberá ao Poder Executivo, no processo de regulamentação da lei, definir os critérios para a seleção das unidades escolares, os procedimentos de transição para o modelo militar ou compartilhado, a distribuição de responsabilidades entre os órgãos da administração estadual, bem como a participação da comunidade escolar e os mecanismos de avaliação do programa.
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