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Polícia

Rapper Oruam segue preso e divulga carta em busca de justiça

Artista detido desde julho afirma ser vítima de perseguição e recebe apoio de Filipe Ret no festival The Town

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A carta de Oruam foi publicada por sua equipe em seu perfil oficial do Instagram | Divulgação Reprodução / Redes Sociais

O rapper Oruam, acusado de associação e tráfico de drogas, resistência, desacato, dano, ameaça e lesão corporal, está preso há quase dois meses na Penitenciária Dr. Serrano Neves, em Bangu, no Rio de Janeiro. O artista foi detido no dia 22 de julho, após se entregar à polícia, e segue custodiado enquanto responde aos processos em andamento.

Nesta terça-feira (9), Oruam voltou a se pronunciar por meio de uma carta divulgada em seu perfil oficial no Instagram. No texto, o cantor admite ter cometido erros, mas ressalta acreditar estar sendo vítima de perseguição e injustiça. O artista também destacou sua reaproximação com a fé: “Tive que ser preso pra voltar a falar com Ele. Aceito meu castigo”, escreveu.

A publicação foi acompanhada por uma mensagem de sua equipe: “Uma simples mensagem do Mauro pra todos os familiares, amigos e fãs. Que cada linha seja um abraço de gratidão e também um grito por justiça”.

O caso ganhou ainda mais repercussão após o cantor Filipe Ret usar o palco do festival The Town, em São Paulo, no último sábado (6), para pedir a liberdade de Oruam. Durante sua apresentação, transmitida ao vivo pelo Multishow e pelas plataformas digitais da Globo, Ret protestou: “Liberdade para o Oruam porr! MC não é bandido porr*!”*.

Além das atuais acusações, Oruam também responde por tentativa de homicídio triplamente qualificado, em episódio ocorrido no Joá, zona oeste do Rio. Segundo a Polícia Civil, ele teria tentado impedir o cumprimento de um mandado de apreensão contra um menor suspeito de tráfico e roubo.

O rapper é filho de Marcinho VP, apontado como um dos líderes de uma das maiores organizações criminosas do Rio de Janeiro, o que reforça a complexidade do caso e a atenção da Justiça.

Redação Saiba+

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Polícia

Atendente do IML é preso por Pix feito com celular de morto

Funcionário do Instituto Médico Legal de Santos teria utilizado celular de cadáver para realizar transferência bancária e, em seguida, destruído o aparelho, segundo investigação policial.

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Um atendente do Instituto Médico Legal (IML) de Santos, no litoral de São Paulo, foi preso na manhã desta terça-feira (9), suspeito de utilizar o celular de uma pessoa morta para realizar uma transferência via Pix. O caso chamou a atenção das autoridades e gerou repercussão devido à gravidade da acusação envolvendo um servidor que atuava em uma unidade responsável pela custódia e identificação de vítimas.

De acordo com as investigações, Daniel Nathan Ribeiro Andrade, de 36 anos, teria acessado o aparelho celular da vítima após a morte e efetuado uma transferência bancária utilizando o sistema Pix. A quantia movimentada não foi divulgada pelas autoridades responsáveis pelo caso.

Após a operação financeira, o suspeito também teria danificado o celular utilizado na transação, em uma suposta tentativa de dificultar a obtenção de provas e impedir a rastreabilidade da ação. A conduta levantou suspeitas durante o andamento das investigações, que culminaram na prisão do atendente.

O episódio reforça a importância dos mecanismos de controle e fiscalização dentro de órgãos públicos, especialmente em setores que lidam com documentos, objetos pessoais e pertences de pessoas falecidas. As autoridades seguem apurando as circunstâncias do caso e analisando eventuais responsabilidades adicionais relacionadas ao ocorrido.

A investigação busca esclarecer todos os detalhes da suposta fraude, incluindo a origem da transferência, o destino dos valores e a eventual participação de outras pessoas. O caso permanece sob acompanhamento das autoridades competentes.

Redação Saiba+

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Polícia

Argentino é condenado a 78 anos por duplo homicídio

Sentença foi proferida pela Justiça após julgamento de crime ocorrido em 2024 na zona rural de São Desidério, no oeste da Bahia.

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A Justiça condenou o argentino Manoel Alejandro Bordon, de 53 anos, a 78 anos de prisão pelo assassinato da esposa e do sogro, em um caso que chocou moradores do município de São Desidério, no oeste da Bahia. A sentença foi proferida nesta segunda-feira (8), encerrando uma das etapas do processo criminal que investigou o duplo homicídio ocorrido em dezembro de 2024.

De acordo com as investigações, o crime aconteceu na residência da família, localizada no distrito de Roda Velha, área rural do município. As apurações apontaram que o acusado teria atacado a esposa, Hiasmim Nogueira Weber, de 28 anos, após uma discussão dentro da residência.

Segundo os autos do processo, a vítima foi atingida por diversos golpes de faca em diferentes partes do corpo, incluindo pescoço, tórax e braços. O caso mobilizou equipes policiais e gerou grande repercussão na região devido à violência empregada na ação criminosa.

Além da morte da companheira, o acusado também foi responsabilizado pelo assassinato do sogro, configurando um duplo homicídio que resultou na condenação a 78 anos de reclusão. A decisão judicial levou em consideração as circunstâncias do crime e os elementos reunidos durante a investigação e o julgamento.

O caso foi acompanhado por familiares das vítimas e pela comunidade local, que aguardavam o desfecho judicial. A condenação representa uma resposta da Justiça diante da gravidade dos fatos apurados ao longo do processo.

Crimes de violência doméstica e familiar continuam sendo um dos principais desafios enfrentados pelas autoridades brasileiras, exigindo ações de prevenção, proteção às vítimas e responsabilização dos autores. Especialistas destacam que decisões judiciais como essa reforçam a importância do combate à violência e da garantia de punição para crimes graves.

A sentença ainda segue os trâmites previstos pela legislação, mas marca um importante capítulo no encerramento do caso que abalou a comunidade de Roda Velha e toda a região oeste da Bahia.

O episódio permanece como um alerta sobre a necessidade de fortalecimento das políticas de proteção à vida, prevenção da violência e apoio às famílias atingidas por crimes de grande impacto social.

Redação Saiba+

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Polícia

Fabio Giga se envolve em grave acidente com Porsche em São Paulo

Influenciador perdeu o controle do veículo, atingiu cinco automóveis e deixou feridos na zona sul da capital paulista

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O influenciador digital e fisiculturista Fábio Augusto Rezende, conhecido nacionalmente como Fabio Giga, se envolveu em um grave acidente de trânsito na tarde deste sábado (6), na zona sul de São Paulo. O episódio mobilizou equipes de resgate e chamou a atenção nas redes sociais devido à repercussão envolvendo uma personalidade bastante conhecida do universo fitness.

Segundo informações divulgadas pela imprensa, o Porsche conduzido por Fabio Giga perdeu o controle em uma via da região e acabou colidindo com diversos veículos que trafegavam pelo local. Ao todo, cinco automóveis foram atingidos, sendo três motocicletas e dois carros de passeio.

O impacto provocou uma sequência de colisões antes de o veículo parar após atingir um muro. De acordo com os relatos iniciais, pelo menos cinco pessoas ficaram feridas e receberam atendimento das equipes de emergência acionadas para a ocorrência.

As circunstâncias que levaram à perda de controle do automóvel ainda deverão ser apuradas pelas autoridades competentes. Até o momento, não foram divulgadas informações detalhadas sobre o estado de saúde das vítimas envolvidas no acidente.

Reconhecido por sua trajetória no fisiculturismo e pela forte presença nas redes sociais, Fabio Giga acumula milhões de seguidores e é uma das figuras mais populares do segmento fitness no Brasil. O acidente rapidamente repercutiu entre fãs e internautas, que acompanham atualizações sobre o caso.

As investigações seguem em andamento para esclarecer as causas da colisão e determinar as responsabilidades pelo acidente.

Redação Saiba+

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