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Política

Luiz Inácio Lula da Silva ganha festa cultural na Indonésia

Celebração oficial inclui bolo compartilhado, traje típico, apresentação da Garota de Ipanema e dança da primeira-dama Rosangêla da Silva e do presidente indonésio

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Celebração do aniversário do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva e do Presidente da República da Indonésia, Prabowo Subianto. Palácio Merdeka, Jacarta-Indonésia Foto: Ricardo Stuckert / PR

Durante encontro oficial em Jacarta, o presidente Lula foi homenageado com uma festa de aniversário antecipada, marcada por simbolismos culturais e diplomáticos. O evento contou com bolo compartilhado, traje típico indonésio, apresentação da Garota de Ipanema e uma dança da primeira-dama Janja ao lado do presidente indonésio, cenário que uniu Brasil e Indonésia em uma celebração singular.

No encontro, o presidente recebeu o primeiro pedaço do bolo, seguido da primeira-dama Janja, reafirmando gestos de proximidade entre os dois países. A presença da Garota de Ipanema e a dança conjunta fortaleceram o perfil intercultural do evento, mostrando que a diplomacia pode se fazer também por meio da música, dança e folclore.

O governo brasileiro aproveitou a ocasião para reforçar parcerias com países do Sudeste Asiático, destacando o papel da cultura como ponte entre nações. A festa, embora simbólica, sinaliza abertura para cooperação econômica, tecnológica e diplomática. O evento agradou ao anfitrião, o presidente da Indonésia, que participou ativamente da homenagem.

Para o Brasil, a celebração marca mais do que uma festa: é um ato de diplomacia cultural, que reforça a presença brasileira no cenário internacional e demonstra que símbolos nacionais — samba-enredo, ritmo carioca e traje típico — podem dialogar com o mundo sob a égide da cooperação global.

Redação Saiba+

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Política

Advogados do milionário Fauci criam fundo para pagar defesa dele

Iniciativa busca financiar a defesa do médico diante de investigações e denúncias relacionadas à atuação durante a pandemia de Covid-19

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Os advogados do médico Anthony Fauci, que coordenou a resposta nacional dos Estados Unidos à pandemia de Covid-19, criaram um fundo para arrecadar dinheiro para custear a defesa dele, em meio a uma série de denúncias e investigações contra o ex-diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (Niaid, na sigla em inglês).

A iniciativa possui um site, por meio do qual apoiadores de Fauci podem fazer doações. Eventuais excedentes após a conclusão de todas as investigações serão doados para instituições de caridade, afirmaram os advogados.

“Fauci enfrenta uma ofensiva jurídica sem precedentes para um servidor público aposentado, e ele merece uma defesa sólida contra essas ações infundadas e temerárias”, disse David Schertler, um dos advogados de Fauci, à agência Reuters.

“O doutor Fauci não fez nada de errado, e estamos preparados para combater esse assédio vergonhoso contra um homem honrado que dedicou sua carreira a salvar vidas”, acrescentou.

Segundo a emissora Fox News, antes de se aposentar, Fauci era o servidor mais bem pago do governo federal dos EUA, com remuneração de quase US$ 500 mil por ano, e atualmente recebe uma pensão federal que se equipara ao salário de presidente. Ele e sua esposa declararam um patrimônio líquido conjunto de US$ 12,6 milhões em 2021.

Diretor do Niaid entre 1984 e 2022, Fauci é acusado pelos republicanos de ter escondido informações sobre a origem da Covid-19 e ter errado na condução da resposta à pandemia.

No final da sua gestão, o presidente democrata Joe Biden (2021-2025) concedeu um perdão presidencial preventivo a Fauci contra eventuais acusações federais por questões relativas à pandemia, mas ele ainda pode ser alvo de processos judiciais nos estados.

Os procuradores-gerais da Flórida, da Virgínia Ocidental e da Louisiana anunciaram recentemente investigações para apurar se Fauci se beneficiou irregularmente da exposição na mídia que obteve durante a pandemia.

Além disso, depois dele ter se recusado a responder a perguntas de senadores americanos em audiência no final de julho, um comitê do Senado declarou Fauci em desacato e encaminhou o caso para o Departamento de Justiça (DOJ).

Redação Saiba+

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Política

Janja repudia fala de Renan Santos

Primeira-dama classificou declaração feita durante debate presidencial como ataque pessoal e misógino

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A primeira-dama Janja Lula da Silva repudiou, nesta segunda-feira (24), uma declaração feita pelo candidato à Presidência Renan Santos (Missão) durante o primeiro debate presidencial das eleições de 2026.

Em nota encaminhada à Band, emissora responsável pela transmissão do debate realizado na noite de domingo (23), Janja classificou a manifestação como um “ataque pessoal e misógino”.

Declaração ocorreu durante debate

A manifestação de Renan Santos ocorreu enquanto o candidato comentava a ausência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no primeiro debate presidencial.

Após o episódio, a primeira-dama decidiu se manifestar publicamente e encaminhou o comunicado à emissora que promoveu o encontro entre os candidatos.

O debate marcou um dos primeiros momentos de confronto direto entre os postulantes à Presidência da República nas eleições de 2026. A ausência de Lula foi mencionada durante a programação, enquanto o presidente participou de uma entrevista exibida pela televisão no mesmo horário.

A declaração envolvendo Janja repercutiu no cenário político nesta segunda-feira e passou a integrar as discussões sobre o debate e a campanha presidencial.

Redação Saiba+

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Política

Erika Hilton desafia Flávio Bolsonaro para debate sobre escala 6×1

Deputada do PSOL fez convite público ao senador após reportagem apontar articulação de aliados contra o avanço da proposta no Senado

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A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) desafiou o senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) para um debate público sobre a PEC que prevê o fim da escala de trabalho 6×1.

O convite foi publicado pela parlamentar nas redes sociais após uma reportagem do jornal O Globo apontar uma articulação de aliados do senador no Senado para tentar adiar a votação da proposta.

Convite foi feito pelas redes sociais

Na publicação, Erika Hilton direcionou o desafio diretamente a Flávio Bolsonaro e defendeu uma discussão pública sobre a proposta que pretende alterar o atual modelo de jornada de trabalho.

“Venho, por meio deste, desafiá-lo a um debate público, 1×1, sobre a proposta e sobre essa escala desumana”, escreveu a deputada.

A PEC do fim da escala 6×1 prevê mudanças na organização da jornada de trabalho e tem provocado debates entre parlamentares, setores da sociedade e representantes do mercado de trabalho.

O tema ganhou força no Congresso Nacional e passou a integrar as discussões sobre redução da jornada, condições de trabalho e direitos dos trabalhadores.

Até o momento, o episódio se concentra no convite feito publicamente por Erika Hilton e nas discussões políticas em torno da tramitação da proposta.

Redação Saiba+

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