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Bahia

Bahia lança feirão para limpar nome com descontos de até 99%

Em resposta ao alto índice de inadimplência, a Bahia mobiliza o Feirão Serasa Limpa Nome para oferecer renegociações com condições recorde e impulsionar recuperação financeira dos consumidores

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Feirão Limpa Nome dá descontos altos para soteropolitanos Crédito: Marina Silva

Com a Bahia liderando o ranking de inadimplência no Nordeste, o estado mobiliza esforços para inverter esse quadro por meio de um grande evento de renegociação de dívidas. O feirão organizado pela Serasa oferece ao consumidor condições especiais, com descontos de até 99 %, parcelamentos facilitados e atendimento amplo, presencial e digital.

A iniciativa chega em momento crucial: milhares de baianos figuram entre os mais de 1 milhões de inadimplentes do estado, com pendências que comprometem o acesso a crédito, financiamento e até contas básicas. O feirão busca ser uma alternativa para que os consumidores façam um reset financeiro e reconstruam o histórico de crédito com mais segurança.

Entre as facilidades oferecidas estão: consulta online e presencial para verificação de dívidas, negociação imediata via Pix ou boleto, e o agrupamento de débitos em um único acordo. O evento também estimula a consciência sobre a importância de regularizar pendências para reativar o crédito e retomar o consumo de forma saudável e sustentável.

O sucesso da mobilização, no entanto, dependerá da participação dos cidadãos e da divulgação das ofertas – muitos ainda desconhecem as vantagens ou se sentem intimidados pela situação de inadimplência. Neste contexto, o feirão representa uma oportunidade concreta para reverter a condição de endividamento, reduzir o índice de nome sujo no estado e fomentar o acesso ao crédito responsável.

Redação Saiba+

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Bahia

Incêndio na COP30 eleva tensão no encerramento

Fogo em pavilhão de negociações força evacuação e gera incertezas sobre os rumos finais da cúpula climática em Belém.

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Foto: Divulgação

Durante a reta final da COP30, realizada em Belém, um incêndio na área de negociações (Zona Azul) sacudiu a conferência, provocando evacuação imediata e interrompendo temporariamente as discussões globais mais críticas.

O fogo se espalhou em um pavilhão estratégico, forçando delegados, representantes de países e jornalistas a deixar o local às pressas. A emergência reforçou a sensação de vulnerabilidade no evento, especialmente porque faltam poucas horas para o término oficial da cúpula.

A demora em retomar completamente as negociações gerou temor entre alguns participantes de que os objetivos centrais — como acordos sobre financiamento climático e a transição dos combustíveis fósseis — possam ser comprometidos por conta da instabilidade. Países instáveis em suas posições podem buscar concessões de última hora.

Por outro lado, a resposta rápida das equipes de segurança e dos Bombeiros para controlar as chamas foi vista como eficiente, o que ajudou a evitar feridos e danos mais graves. No entanto, o incidente escancarou falhas estruturais na infraestrutura do local, suscitando debates sobre a segurança de grandes eventos climáticos futuros, especialmente em regiões remotas.

A realização da COP30 em solo amazônico já era simbólica: sediar a cúpula no coração da floresta representa um chamado ao mundo para salvar um bioma essencial. Agora, com o incêndio, a cidade de Belém se torna parte desse símbolo — mas também mostra os riscos práticos de realizar conferências dessa magnitude em locais com logística e infraestrutura desafiadoras.

Enquanto isso, a presidência brasileira da conferência e a ONU avaliam os próximos passos. Delegados foram instruídos a aguardar novas diretrizes, e há possibilidade de prorrogação das negociações para garantir que o tema climático receba a atenção necessária, sem que o fogo apague a urgência dos compromissos globais.

Redação Saiba+

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Bahia

Bahia mantém operação policial no Recôncavo até restabelecer segurança, afirma governador

Jerônimo Rodrigues reforça permanência reforçada das forças de segurança em Cachoeira, São Félix e Muritiba após ação contra o Comando Vermelho que já contabiliza mortos e presos.

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Foto: Divulgação

Operação no Recôncavo Baiano seguirá até estabilização total, garante governo

O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, confirmou nesta sexta-feira (14) que as forças policiais permanecerão atuando no Recôncavo Baiano até que a tranquilidade seja completamente restabelecida nas cidades de Cachoeira, São Félix e Muritiba. A declaração foi feita durante entrevista concedida ao Blog do Valente e a veículos locais.

Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), a grande operação deflagrada para desarticular o Comando Vermelho (CV) na região já resultou em nove suspeitos mortos, além de cinco presos, totalizando 14 alvos alcançados.

A ação, que já ultrapassa 48 horas de duração, reúne equipes das polícias Militar e Civil, com foco em combater a atuação da facção criminosa e os conflitos gerados pela disputa pelo controle do tráfico de drogas.

Rotina dos moradores segue afetada

Em Muritiba, a circulação de suspeitos e a presença intensa das forças de segurança impactaram a rotina da população. Na terça-feira (12), a prefeitura recomendou que os moradores permanecessem em casa até que o cenário fosse controlado.

A gestão divulgou nota afirmando que a situação “está sob controle” e que a Polícia Militar continua mobilizada para garantir a segurança. Ainda assim, setores do comércio e serviços funcionaram de forma reduzida na quarta-feira (13). Locais de grande movimento, como a feira livre, registraram fluxo abaixo do normal, reflexo do clima de apreensão.

Moradores relataram medo e insegurança. Em entrevista à TV Subaé, Luciene Conceição afirmou que “a cidade está muito parada para o dia de hoje, mas com essa operação que teve ontem, o pessoal está com medo”.

Governador reforça permanência das forças de segurança

Durante a coletiva, Jerônimo Rodrigues reiterou que as ações policiais não têm previsão de encerramento enquanto a população não se sentir segura.

Segundo o governador, ele já orientou o secretário de Segurança Pública, Marcelo Werner, a manter o efetivo na região. “Não vai sair dali enquanto a gente não estabelecer a tranquilidade da população”, afirmou.

Rodrigues também comentou relatos de moradores de Maragogipe, que registraram vídeos de viaturas circulando pelas ruas. Ele confirmou que a presença policial está ampliada em diversos pontos do Recôncavo. “É isso mesmo: a presença da segurança precisa ser constante”, completou.

A operação segue em andamento, e novos desdobramentos podem ocorrer nos próximos dias.

Redação Saiba+

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Bahia

Operação no Rio impulsiona projeto de lei e acende disputa de 2026

Megaoperação policial abre caminho para acelerar propostas de segurança no Congresso e no governo federal, com foco eleitoral para o próximo pleito

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PKINIT - 02/04/2024 - RJ - LULA / NITERÓI - Evento de lançamento das obras de dragagem do Canal São Lourenço em Niterói, com a presença do presidente Lula , Governador do Rio Claudio Castro e outras autoridades. FOTO : Pedro Kirilos/Estadão Foto: Pedro Kirilos

A mais recente operação policial realizada no Rio de Janeiro gerou um impacto imediato no calendário legislativo, levando o Congresso Nacional e o governo do Luiz Inácio Lula da Silva a intensificarem a apresentação de projetos de lei voltados à segurança pública e ao combate ao crime organizado, com o olho no pleito de 2026.

Em menos de uma semana após o episódio, foram protocoladas dezenas de propostas — marca-expressiva em relação à média habitual — que visam endurecer a regulação das facções, reforçar penas, ampliar o papel da Polícia Federal e articular as políticas estaduais com a União.

O movimento revela a percepção de que a pauta da segurança pública ganhou protagonismo e se tornou campo de batalha entre o governo e a oposição, ambos disputando protagonismo e influência simbólica em meio ao debate público sobre crime, justiça e ordem.

Para o Executivo, há o desafio de demonstrar proatividade e capacidade de resposta, evitando ficar apenas na retórica. Para o Legislativo, a corrida por projetos significa posicionar-se diante dos eleitores como defensor da segurança e da ordem — aspecto que muitos analistas apontam como central na eleição de 2026.

Nesse contexto, especialistas observam que não se trata apenas de aprovar leis em velocidade, mas sim de articular uma agenda coerente de longo prazo, que combine reformas estruturais, articulação federativa e comunicação eficaz com a sociedade. A forma como se responderá agora pode influenciar tanto a credibilidade do governo quanto as plataformas políticas que serão ofertadas aos eleitores no próximo ciclo.

Em suma, a reação legislativa e governamental à operação no Rio sinaliza que a segurança pública deixa de ser uma pauta técnica para se tornar peça-chave de estratégia eleitoral. Resta acompanhar se essa avalanche de iniciativas resultará em políticas sustentáveis ou em mera instrumentalização política.

Redação Saiba+

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