Polícia
Operação Território Livre apreende R$ 173 mil em ação contra controle ilegal de internet
Dinheiro foi encontrado com investigado suspeito de integrar organização criminosa em Dias D’Ávila

A Operação Território Livre realizou uma apreensão significativa nesta quarta-feira (11), quando R$ 173 mil em espécie foram encontrados com um dos alvos investigados por participação em uma organização criminosa responsável pelo controle ilegal do serviço de internet no município de Dias D’Ávila, na Região Metropolitana de Salvador.
A quantia foi localizada durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão, parte das ações coordenadas para desarticular o grupo que, segundo as investigações, atuava de forma clandestina na oferta e domínio do fornecimento de internet na cidade. O esquema, além de prejudicar consumidores e empresas legalizadas, teria ligação com outras práticas ilícitas associadas ao crime organizado.
De acordo com fontes envolvidas na operação, o montante apreendido reforça a suspeita de que a atividade clandestina movimentava valores expressivos e mantinha uma estrutura organizada para operar fora das normas regulatórias. A ação desta quarta-feira representa mais um passo no esforço das autoridades para coibir práticas ilegais no setor de telecomunicações e enfraquecer grupos que exploram serviços essenciais de forma irregular.
As investigações continuam, e novos desdobramentos são esperados à medida que o material apreendido for analisado e cruzado com outras evidências coletadas ao longo da operação.
Polícia
Prefeitura de Feira investe R$ 9 milhões em segurança escolar
Contrato prevê modernização do controle de acesso nas unidades da rede pública municipa

A Prefeitura de Feira de Santana, por meio do Fundo Municipal de Educação (FME), firmou contrato para a modernização do sistema de controle de acesso nas escolas da rede pública municipal. O investimento total é de R$ 9 milhões, com foco no reforço da segurança e na gestão de entrada e saída de alunos, servidores e visitantes.
A empresa responsável pela execução do serviço é a TC Monitoramento de Segurança Ltda, sediada no próprio município. O contrato foi formalizado após processo licitatório, com a proposta vencedora sendo selecionada conforme os critérios estabelecidos no edital.
De acordo com as informações disponíveis, a empresa possui um capital social de R$ 4 milhões, valor inferior ao montante total do contrato firmado com o poder público. O dado chama atenção no contexto administrativo, já que contratos desse porte costumam exigir capacidade técnica e financeira compatível com a execução dos serviços.
O projeto prevê a implantação de tecnologias modernas para o controle de acesso, incluindo sistemas eletrônicos de identificação e monitoramento, com o objetivo de aumentar a segurança nas escolas e otimizar a gestão do fluxo de pessoas nas unidades educacionais.
A iniciativa ocorre em meio a uma crescente demanda por medidas de proteção no ambiente escolar, impulsionada por episódios recentes em diferentes regiões do país. A expectativa da gestão municipal é de que a modernização contribua para um ambiente mais seguro e organizado para alunos, professores e funcionários.
Especialistas em gestão pública destacam que investimentos em segurança escolar são essenciais, mas ressaltam a importância da transparência e da fiscalização rigorosa dos contratos, garantindo que os recursos públicos sejam aplicados de forma eficiente e dentro dos parâmetros legais.
Polícia
Pesquisa revela divisão de votos por renda na Bahia
Levantamento aponta vantagem de Jerônimo Rodrigues entre eleitores de menor renda, enquanto ACM Neto cresce entre faixas com maior rendimento.

Um recorte por renda da pesquisa divulgada pelo instituto Real Time Big Data, na última quinta-feira (12), revela um cenário de divisão do eleitorado na disputa pelo governo da Bahia, com diferenças claras de preferência entre as faixas econômicas da população.
De acordo com os dados do levantamento, o governador Jerônimo Rodrigues, do PT, apresenta desempenho ligeiramente superior entre eleitores de menor renda, segmento que representa uma parcela significativa do eleitorado baiano.
Já o ex-prefeito de Salvador ACM Neto, do União Brasil, amplia sua vantagem à medida que cresce o rendimento mensal dos entrevistados, indicando maior apoio entre eleitores pertencentes a faixas de renda mais elevadas.
O levantamento evidencia que a renda do eleitor continua sendo um fator relevante no comportamento político, influenciando diretamente as preferências eleitorais em disputas estaduais. Esse tipo de segmentação costuma ser acompanhado de perto por estrategistas de campanha, que utilizam os dados para direcionar propostas e discursos a públicos específicos.
Especialistas avaliam que as diferenças econômicas entre os eleitores podem refletir prioridades distintas, como políticas sociais, geração de emprego, desenvolvimento econômico e gestão pública.
Com o cenário ainda em construção, a pesquisa reforça que a corrida pelo governo da Bahia segue marcada por uma disputa equilibrada entre os principais nomes da política estadual, com cada candidato consolidando apoio em diferentes perfis socioeconômicos do eleitorado.
Polícia
PF deflagra operação contra venda ilegal de terras indígenas na Bahia
Ação cumpre mandados de busca e apreensão na Terra Indígena Barra Velha, em Porto Seguro

A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (4), a Operação Proteção do Território, com o objetivo de cumprir três mandados de busca e apreensão para investigar um suposto esquema de venda ilegal de terras dentro da Terra Indígena Barra Velha, localizada em Porto Seguro, no sul da Bahia.
De acordo com as apurações, o esquema envolvia a comercialização irregular de áreas situadas no interior da reserva indígena, prática considerada ilegal pela legislação brasileira. As investigações buscam identificar os responsáveis pela negociação clandestina e eventuais beneficiários do loteamento irregular.
A ação da Polícia Federal tem como foco reunir provas, apreender documentos e dispositivos eletrônicos que possam comprovar a atuação do grupo investigado. A suspeita é de que as terras estariam sendo oferecidas a terceiros como se fossem propriedades particulares, apesar de integrarem território oficialmente demarcado como área indígena.
A Terra Indígena Barra Velha é reconhecida como território tradicional e possui proteção constitucional, sendo vedada a sua comercialização ou transferência. A ocupação e venda irregular de terras indígenas configuram crime e podem resultar em responsabilização civil e penal dos envolvidos.
A Operação Proteção do Território reforça o combate a crimes ambientais e fundiários na região sul da Bahia, área que historicamente enfrenta conflitos relacionados à posse e uso da terra.
As investigações seguem em andamento, e a Polícia Federal não descarta novas fases da operação, conforme o avanço das análises do material apreendido.
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