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Política

Jerônimo apresenta balanço do Carnaval 2026 na Bahia

Governador detalha ações estaduais e comenta presença do presidente Lula na folia de Salvador

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No Carnaval do Campo Grande, Lula e Jerônimo foram ovacionados pelos foliões que estavam presentes no circuito | Bnews - Divulgação Paulo M Azevedo

O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), apresentou na manhã desta quarta-feira (18) o balanço das ações do Governo do Estado no Carnaval da Bahia de 2026. A divulgação ocorreu no Camarote da Polícia Militar, em Ondina, reunindo representantes da segurança pública, gestores estaduais e equipes envolvidas na operação da festa.

Durante a apresentação, Jerônimo destacou o reforço das estruturas de segurança, saúde e mobilidade, ressaltando que o planejamento integrado permitiu respostas mais rápidas e maior eficiência nos circuitos. Segundo ele, o Carnaval deste ano consolidou avanços importantes no uso de tecnologia, monitoramento e atendimento ao público.

O governador também comentou sobre a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Carnaval de Salvador, enfatizando a recepção positiva do público e o simbolismo da presença presidencial na maior festa popular do país.
Jerônimo afirmou que a visita de Lula reforça a visibilidade nacional da cultura baiana e fortalece o reconhecimento do Carnaval como patrimônio cultural e turístico.

O balanço apresentado inclui dados sobre segurança, ações sociais, serviços públicos e indicadores operacionais, que servirão de base para o aprimoramento das próximas edições da folia.

Redação Saiba+

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Política

Advogados do milionário Fauci criam fundo para pagar defesa dele

Iniciativa busca financiar a defesa do médico diante de investigações e denúncias relacionadas à atuação durante a pandemia de Covid-19

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Os advogados do médico Anthony Fauci, que coordenou a resposta nacional dos Estados Unidos à pandemia de Covid-19, criaram um fundo para arrecadar dinheiro para custear a defesa dele, em meio a uma série de denúncias e investigações contra o ex-diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (Niaid, na sigla em inglês).

A iniciativa possui um site, por meio do qual apoiadores de Fauci podem fazer doações. Eventuais excedentes após a conclusão de todas as investigações serão doados para instituições de caridade, afirmaram os advogados.

“Fauci enfrenta uma ofensiva jurídica sem precedentes para um servidor público aposentado, e ele merece uma defesa sólida contra essas ações infundadas e temerárias”, disse David Schertler, um dos advogados de Fauci, à agência Reuters.

“O doutor Fauci não fez nada de errado, e estamos preparados para combater esse assédio vergonhoso contra um homem honrado que dedicou sua carreira a salvar vidas”, acrescentou.

Segundo a emissora Fox News, antes de se aposentar, Fauci era o servidor mais bem pago do governo federal dos EUA, com remuneração de quase US$ 500 mil por ano, e atualmente recebe uma pensão federal que se equipara ao salário de presidente. Ele e sua esposa declararam um patrimônio líquido conjunto de US$ 12,6 milhões em 2021.

Diretor do Niaid entre 1984 e 2022, Fauci é acusado pelos republicanos de ter escondido informações sobre a origem da Covid-19 e ter errado na condução da resposta à pandemia.

No final da sua gestão, o presidente democrata Joe Biden (2021-2025) concedeu um perdão presidencial preventivo a Fauci contra eventuais acusações federais por questões relativas à pandemia, mas ele ainda pode ser alvo de processos judiciais nos estados.

Os procuradores-gerais da Flórida, da Virgínia Ocidental e da Louisiana anunciaram recentemente investigações para apurar se Fauci se beneficiou irregularmente da exposição na mídia que obteve durante a pandemia.

Além disso, depois dele ter se recusado a responder a perguntas de senadores americanos em audiência no final de julho, um comitê do Senado declarou Fauci em desacato e encaminhou o caso para o Departamento de Justiça (DOJ).

Redação Saiba+

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Política

Janja repudia fala de Renan Santos

Primeira-dama classificou declaração feita durante debate presidencial como ataque pessoal e misógino

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A primeira-dama Janja Lula da Silva repudiou, nesta segunda-feira (24), uma declaração feita pelo candidato à Presidência Renan Santos (Missão) durante o primeiro debate presidencial das eleições de 2026.

Em nota encaminhada à Band, emissora responsável pela transmissão do debate realizado na noite de domingo (23), Janja classificou a manifestação como um “ataque pessoal e misógino”.

Declaração ocorreu durante debate

A manifestação de Renan Santos ocorreu enquanto o candidato comentava a ausência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no primeiro debate presidencial.

Após o episódio, a primeira-dama decidiu se manifestar publicamente e encaminhou o comunicado à emissora que promoveu o encontro entre os candidatos.

O debate marcou um dos primeiros momentos de confronto direto entre os postulantes à Presidência da República nas eleições de 2026. A ausência de Lula foi mencionada durante a programação, enquanto o presidente participou de uma entrevista exibida pela televisão no mesmo horário.

A declaração envolvendo Janja repercutiu no cenário político nesta segunda-feira e passou a integrar as discussões sobre o debate e a campanha presidencial.

Redação Saiba+

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Política

Erika Hilton desafia Flávio Bolsonaro para debate sobre escala 6×1

Deputada do PSOL fez convite público ao senador após reportagem apontar articulação de aliados contra o avanço da proposta no Senado

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A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) desafiou o senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) para um debate público sobre a PEC que prevê o fim da escala de trabalho 6×1.

O convite foi publicado pela parlamentar nas redes sociais após uma reportagem do jornal O Globo apontar uma articulação de aliados do senador no Senado para tentar adiar a votação da proposta.

Convite foi feito pelas redes sociais

Na publicação, Erika Hilton direcionou o desafio diretamente a Flávio Bolsonaro e defendeu uma discussão pública sobre a proposta que pretende alterar o atual modelo de jornada de trabalho.

“Venho, por meio deste, desafiá-lo a um debate público, 1×1, sobre a proposta e sobre essa escala desumana”, escreveu a deputada.

A PEC do fim da escala 6×1 prevê mudanças na organização da jornada de trabalho e tem provocado debates entre parlamentares, setores da sociedade e representantes do mercado de trabalho.

O tema ganhou força no Congresso Nacional e passou a integrar as discussões sobre redução da jornada, condições de trabalho e direitos dos trabalhadores.

Até o momento, o episódio se concentra no convite feito publicamente por Erika Hilton e nas discussões políticas em torno da tramitação da proposta.

Redação Saiba+

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