Política
Michelle Bolsonaro deixou de seguir os enteados Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Carlos Bolsonaro (PL-RJ) no Instagram.
Movimentação nas redes sociais reacende especulações sobre desgaste entre integrantes da família Bolsonaro

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro protagonizou uma nova movimentação nas redes sociais que repercutiu no meio político. Ela deixou de seguir os enteados Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Carlos Bolsonaro (PL-RJ) no Instagram, gesto que rapidamente gerou comentários e especulações sobre um possível desgaste na relação entre os integrantes da família do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Apesar da mudança no perfil de Michelle, Eduardo Bolsonaro continua seguindo a ex-primeira-dama na plataforma. No entanto, o deputado federal passou a compartilhar, na rede social X, publicações com críticas direcionadas a Michelle, aumentando a repercussão em torno do episódio.
Entre as mensagens republicadas por Eduardo está uma publicação de Fernanda Bolsonaro, esposa do senador Flávio Bolsonaro. Na manifestação, ela saiu em defesa do marido ao afirmar que ele é “leve, respeitoso e carinhoso”, declaração interpretada por parte dos internautas como uma resposta indireta às recentes discussões envolvendo membros da família.
A movimentação digital ganhou força nas redes sociais e passou a ser amplamente comentada por apoiadores e analistas políticos. Embora não haja manifestação oficial de Michelle Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro ou Carlos Bolsonaro sobre o motivo da mudança no Instagram, o episódio ampliou as especulações sobre possíveis divergências internas.
O caso evidencia como as redes sociais continuam sendo um dos principais termômetros das relações entre figuras públicas, especialmente em famílias com forte atuação política. Enquanto o silêncio dos envolvidos permanece, as interações virtuais seguem alimentando debates e interpretações sobre os bastidores da família Bolsonaro.
Política
Lula cita novos nomes para a esquerda
Presidente defende renovação da esquerda nacional e aponta lideranças que podem ganhar protagonismo político a partir de 2030

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu a necessidade de novas lideranças políticas no campo da esquerda em nível nacional. A declaração foi feita nesta sexta-feira (14), durante entrevista ao podcast Não Inviabilize, quando o petista comentou sobre nomes que, na avaliação dele, têm potencial para ocupar maior espaço político a partir de 2030.
Entre os nomes mencionados por Lula estão Fernando Haddad, Camilo Santana, Rui Costa e Guilherme Boulos, que possuem trajetórias distintas na política brasileira e atualmente ocupam diferentes posições no cenário nacional.
Fernando Haddad, do PT, foi ministro da Fazenda e também já exerceu o cargo de prefeito de São Paulo. Camilo Santana, também petista, foi governador do Ceará e atualmente integra o governo federal, enquanto Rui Costa, ex-governador da Bahia e integrante do PT, é candidato ao Senado.
Outro nome citado pelo presidente foi Guilherme Boulos (PSOL), ministro da Secretaria-Geral da Presidência, que ganhou projeção nacional nos últimos anos por sua atuação política e participação em disputas eleitorais.
Ao abordar o futuro da esquerda, Lula destacou a importância de preparar uma nova geração de lideranças políticas para ampliar a representação do campo progressista no cenário nacional. A discussão também coloca em evidência possíveis nomes que poderão ganhar maior protagonismo nas eleições e articulações políticas dos próximos anos.
A declaração ocorre em meio ao debate sobre a renovação das lideranças da esquerda brasileira e a construção de novos projetos políticos para o período posterior a 2030.
Política
Lula diz acreditar na inocência de Lulinha
Presidente afirma confiar na inocência do filho, mas diz que não pretende interferir nas investigações envolvendo o empresário

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta sexta-feira (14) que acredita na inocência do filho, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha. Apesar da manifestação, o presidente declarou que não pretende interferir nas investigações que apuram suspeitas envolvendo o empresário.
A declaração foi dada durante entrevista aos podcasts “Não Inviabilize” e “As Cunhãs”, realizada no Palácio da Alvorada. Na ocasião, Lula também comentou sobre a estratégia adotada pela defesa do filho diante dos inquéritos em andamento.
Segundo o presidente, ele orientou os advogados de Lulinha a não solicitar o arquivamento das investigações. A decisão, conforme relatado por Lula, busca permitir que as apurações prossigam e que os fatos sejam esclarecidos pelas autoridades responsáveis.
Ao falar sobre o caso, o petista reforçou que sua posição pessoal sobre a inocência do filho não significa interferência no trabalho dos órgãos responsáveis pelas investigações. Lula afirmou que cabe às autoridades conduzir as apurações e esclarecer as suspeitas levantadas.
O episódio volta a colocar o nome de Fábio Luís Lula da Silva no centro do debate político e judicial, enquanto as investigações seguem em andamento. A manifestação do presidente também evidencia a posição adotada pelo governo diante das apurações que envolvem seu filho.
Política
Aliados de Lula criticam decisão de Moraes
Petistas avaliam que restrição à visita dos filhos de Jair Bolsonaro pode fortalecer discurso de vitimismo e favorecer Flávio Bolsonaro.

Aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) demonstraram, nos bastidores, preocupação com a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de impedir a visita dos filhos de Jair Bolsonaro ao pai no Dia dos Pais.
Segundo informações divulgadas pelo jornalista Igor Gadelha, do Metrópoles, integrantes do grupo político ligado a Lula avaliam que a medida pode produzir um efeito contrário ao esperado no cenário político.
Na avaliação desses aliados, a restrição pode reforçar o discurso de “vitimismo” adotado por setores bolsonaristas, ampliando a repercussão política em torno do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Outro ponto citado pelos lulistas é o possível impacto sobre a corrida eleitoral. Para esse grupo, a decisão de Moraes pode acabar favorecendo a projeção de Flávio Bolsonaro, que vem sendo apontado como um dos nomes ligados ao campo bolsonarista para a disputa pelo Palácio do Planalto.
A avaliação ocorre em meio à crescente disputa política envolvendo integrantes da família Bolsonaro e decisões judiciais relacionadas ao ex-presidente. O episódio também deve continuar sendo explorado no debate público entre grupos de oposição e aliados do governo federal.
Apesar das críticas nos bastidores, a decisão partiu do ministro Alexandre de Moraes no âmbito do STF e envolve restrições relacionadas às visitas a Jair Bolsonaro. A repercussão política da medida, porém, passou a preocupar integrantes do próprio campo governista, diante da possibilidade de fortalecer a narrativa utilizada pelos adversários.
O episódio evidencia como decisões judiciais envolvendo figuras de grande projeção política podem gerar efeitos que ultrapassam o âmbito jurídico e repercutem diretamente no cenário eleitoral.
Esportes4 dias atrásNeymar pode mudar de clube em 2027
Política6 dias atrásLula prepara ato para campanha
Bahia6 dias atrásMorre Wilson Galvão Andrade aos 78 anos
Brasil6 dias atrásDono da Voepass relata “cultura de omissão”
Bahia6 dias atrásSeminário imobiliário debate futuro do setor
Entretenimento5 dias atrásFaustão faz aparição especial no SBT
Brasil5 dias atrásAnvisa libera venda de medicamentos na Shopee
Mundo6 dias atrásBrasileiros se envolvem em briga na Disney













