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Polícia

PF indicia 25 investigados na Operação Overclean

Empresários e agentes públicos são investigados por suspeitas de corrupção, fraude em licitações e desvio de recursos públicos

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A Polícia Federal indiciou 25 empresários e agentes públicos investigados no âmbito da Operação Overclean, que apura suspeitas de corrupção, fraudes em processos licitatórios e desvio de recursos públicos.

Entre os nomes citados na investigação estão os empresários José Marcos Moura, conhecido como “rei do lixo” na Bahia, Fábio Parente e Alex Parente. O inquérito apura possíveis irregularidades envolvendo contratos de pavimentação e limpeza urbana firmados com prefeituras, além da utilização de recursos provenientes de órgãos federais.

Também aparecem entre os indiciados Lucas Maciel Lobão Vieira e Rafael Guimarães de Carvalho, que exerceram funções de coordenação no Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs) na Bahia.

Investigação começou em 2024

A Operação Overclean foi deflagrada no fim de 2024 para investigar um suposto esquema envolvendo recursos públicos federais e contratos de obras e serviços. Entre os órgãos mencionados na apuração estão o Dnocs e a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf).

As investigações analisam possíveis irregularidades em licitações e contratos de pavimentação e limpeza urbana, além da eventual participação de empresários e agentes públicos no direcionamento ou execução dos contratos.

O indiciamento representa uma etapa da investigação e não significa condenação ou comprovação definitiva de culpa. Os envolvidos ainda poderão apresentar suas defesas e o caso seguirá os procedimentos previstos na Justiça.

A Operação Overclean continua sendo acompanhada pelas autoridades, que buscam esclarecer a extensão das possíveis irregularidades, a movimentação dos recursos e a eventual participação de outros envolvidos.

Redação Saiba+

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Polícia

Policial penal morre após troca de tiros no Rio

Leonardo Figueiredo Silva foi encontrado morto em quiosque no Recreio dos Bandeirantes durante ocorrência na madrugada

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O policial penal Leonardo Figueiredo Silva foi morto na madrugada desta segunda-feira (17) após uma troca de tiros envolvendo um policial militar em um quiosque localizado na Avenida Lúcio Costa, no Recreio dos Bandeirantes, zona oeste do Rio de Janeiro.

De acordo com informações da Polícia Militar, agentes do 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes) foram acionados durante a madrugada para verificar uma ocorrência de homicídio na região.

Ao chegarem ao endereço indicado, os policiais militares encontraram o agente penal morto. A dinâmica que levou ao confronto e às circunstâncias da morte ainda deverão ser esclarecidas pelas autoridades responsáveis pela investigação.

O caso ocorreu em uma área movimentada do Recreio dos Bandeirantes e mobilizou equipes de segurança durante a madrugada. A ocorrência deverá ser investigada para determinar o que provocou a troca de tiros e esclarecer a participação dos envolvidos.

As autoridades também deverão reunir informações e depoimentos que possam ajudar na reconstrução dos acontecimentos. A investigação busca esclarecer todos os detalhes relacionados à morte do policial penal.

O caso segue sob apuração, e novas informações poderão ser divulgadas pelas autoridades conforme o avanço dos trabalhos investigativos.

Redação Saiba+

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Polícia

Justiça anula acesso a celular de Jairinho

Tribunal do Rio considerou que a 2ª Vara Criminal não tinha competência para autorizar quebra de sigilo e extração dos dados

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A 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro anulou a decisão que autorizava a quebra do sigilo e a extração integral dos dados de um celular apreendido com o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como “Dr. Jairinho”.

O aparelho foi localizado em 1º de julho, durante uma revista realizada no presídio Pedrolino Werling de Oliveira, onde Jairinho está custodiado. A apreensão ocorreu após o julgamento pelo Tribunal do Júri e o recebimento dos recursos apresentados pela defesa.

O colegiado entendeu que a 2ª Vara Criminal da Capital, responsável pela condução do processo que chegou ao Tribunal do Júri, não tinha competência para autorizar a medida relacionada ao acesso ao conteúdo do aparelho.

Em 3 de julho, o Ministério Público havia solicitado autorização judicial para acessar integralmente os dados armazenados no celular. O pedido foi autorizado pela 2ª Vara Criminal, decisão que posteriormente foi questionada e acabou anulada pela 7ª Câmara Criminal.

Jairinho foi condenado a 43 anos, 9 meses e 20 dias de prisão pela morte do menino Henry Borel, de 4 anos. O crime ocorreu em março de 2021 e o julgamento foi realizado pelo Tribunal do Júri.

A decisão mais recente do Tribunal de Justiça está relacionada especificamente à validade da autorização para acessar os dados do celular, não representando alteração, por si só, na condenação pelo crime contra Henry Borel.

Com a anulação, ficam comprometidos os efeitos da autorização concedida pela 2ª Vara Criminal para a extração integral das informações do aparelho, conforme os fundamentos apresentados pelo colegiado.

Redação Saiba+

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Polícia

PF deflagra Operação Malebolge contra fraudes em CPFs

Investigação apura uso de documentos falsificados e suspeita de corrupção de agentes em unidades de atendimento

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A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta segunda-feira, a Operação Malebolge, com o objetivo de desarticular um grupo investigado por fraudes relacionadas à emissão de inscrições no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF).

Segundo as investigações, os suspeitos utilizavam documentos falsificados para obter CPFs de maneira irregular. O grupo também é investigado por supostamente recorrer à corrupção de agentes responsáveis pelo atendimento em unidades credenciadas.

Ao todo, os policiais federais cumprem oito mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal. As ordens judiciais são cumpridas em endereços localizados na capital fluminense e em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

A operação concentra esforços principalmente na região de Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, incluindo a Cidade de Deus. Conforme as informações da investigação, a área é apontada como um dos possíveis locais de atuação de parte dos envolvidos.

A ação busca reunir documentos, equipamentos e outros elementos que possam contribuir para esclarecer o funcionamento do esquema e identificar a participação individual dos investigados.

A Operação Malebolge também pretende aprofundar a apuração sobre possíveis irregularidades cometidas dentro da estrutura de atendimento credenciada para emissão de documentos.

Os mandados de busca e apreensão fazem parte da estratégia da Polícia Federal para interromper as atividades investigadas e obter novas evidências sobre as suspeitas de falsificação documental e corrupção.

Redação Saiba+

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