Polícia
Homem é preso por exploração sexual de criança em Brasília
Suspeito de 38 anos teria oferecido R$ 300 a uma criança de 11 anos; policiais foram acionados por testemunhas e interromperam a ação.

Um homem de 38 anos foi preso nesta terça-feira (18), em Brasília, suspeito de exploração sexual de uma criança de apenas 11 anos. O caso foi registrado no Distrito Federal após testemunhas presenciarem a abordagem do suspeito e acionarem a Polícia Militar.
Segundo os relatos apresentados aos policiais, o homem teria oferecido R$ 300 à criança em troca de manter relações sexuais com ele. Diante da denúncia, uma equipe do 3º BPM (Asa Norte) foi imediatamente deslocada até o local indicado.
Os policiais conseguiram localizar e abordar o suspeito antes que a situação prosseguisse. A intervenção da equipe policial resultou na interrupção do ato e na prisão do homem, que foi encaminhado para as providências legais cabíveis.
O caso envolve uma vítima de apenas 11 anos e será investigado pelas autoridades competentes. A legislação brasileira estabelece proteção especial para crianças e adolescentes e prevê punições para crimes relacionados à exploração e violência sexual contra menores.
A atuação das testemunhas foi fundamental para o acionamento rápido das forças de segurança. A denúncia imediata permitiu que os policiais chegassem ao local e impedissem a continuidade da situação de violência.
Casos dessa natureza reforçam a importância de comunicar imediatamente às autoridades qualquer suspeita de violência ou exploração sexual envolvendo crianças e adolescentes. A identificação e a interrupção precoce dessas situações são fundamentais para proteger as vítimas e responsabilizar os suspeitos.
O homem preso permanece à disposição da Justiça, enquanto as autoridades devem prosseguir com os procedimentos necessários para esclarecer todos os detalhes do caso.
Polícia
Câmeras escondidas são encontradas na Suburbana
Equipamentos estavam camuflados em vasos de plantas na Avenida Afrânio Peixoto e teriam sido instalados para monitorar a movimentação de viaturas.

Duas câmeras utilizadas para monitorar a movimentação na Avenida Afrânio Peixoto, conhecida como Suburbana, em Salvador, foram encontradas escondidas dentro de vasos de plantas nesta terça-feira (18).
Segundo informações da Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), os equipamentos estavam camuflados e teriam sido instalados com o objetivo de acompanhar a movimentação na região.
A principal suspeita das autoridades é de que integrantes de uma organização criminosa tenham instalado as câmeras para monitorar a passagem de viaturas policiais. A estratégia, caso confirmada, poderia permitir que os criminosos acompanhassem a presença e o deslocamento das forças de segurança nas proximidades.
A localização dos equipamentos chamou atenção justamente pela forma utilizada para escondê-los. As câmeras estavam dentro de vasos de plantas, dificultando a identificação por quem circulava pelo local.
O monitoramento clandestino de vias públicas pode ser utilizado por organizações criminosas para obter informações sobre operações policiais, deslocamento de viaturas e presença de agentes em determinadas áreas.
As circunstâncias da instalação dos equipamentos deverão ser apuradas pelas autoridades. A investigação deve buscar identificar quem colocou as câmeras no local e se havia outros pontos de monitoramento espalhados pela região.
A Avenida Afrânio Peixoto é uma das principais vias de ligação do Subúrbio Ferroviário de Salvador e possui intenso fluxo de veículos diariamente. A descoberta dos equipamentos reforça a preocupação das forças de segurança com estratégias utilizadas por grupos criminosos para acompanhar a atuação policial.
Os dispositivos encontrados deverão passar por análise, que poderá contribuir para identificar como funcionavam e, eventualmente, quem estava responsável pelo monitoramento.
Polícia
Homem é condenado por tatuar adolescentes sem autorização
Réu recebeu pena de dois anos, sete meses e 15 dias em regime semiaberto após realizar tatuagens em duas adolescentes de 15 e 16 anos, sem autorização dos responsáveis

Um homem foi condenado a dois anos, sete meses e 15 dias de prisão em regime semiaberto após tatuar duas adolescentes de 15 e 16 anos sem autorização dos pais. O caso ocorreu em Minas Gerais e envolveu um procedimento realizado de forma improvisada, em via pública e sem condições adequadas de higiene.
Segundo a denúncia apresentada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG), o episódio aconteceu em outubro de 2019. Na ocasião, o homem teria tatuado os antebraços das duas adolescentes com as palavras “pai e mãe”.
O procedimento, conforme descrito no processo, foi realizado sem a autorização dos responsáveis legais pelas adolescentes e fora de um ambiente apropriado para a realização de tatuagens.
A condenação levou em consideração as circunstâncias do caso e a condição das vítimas, que eram menores de idade quando foram submetidas ao procedimento.
Além da questão relacionada à ausência de autorização dos responsáveis, o caso também chamou atenção pelas condições inadequadas de higiene em que as tatuagens teriam sido realizadas. Procedimentos desse tipo exigem cuidados sanitários específicos para reduzir riscos de infecções e outras complicações.
A decisão judicial estabelece que o condenado deverá cumprir a pena inicialmente em regime semiaberto, conforme determinado no processo.
O caso reforça a importância de que procedimentos que envolvam menores de idade sejam realizados dentro das exigências legais e com o devido acompanhamento dos responsáveis. Também evidencia os riscos associados à realização de procedimentos estéticos ou corporais em locais improvisados e sem condições sanitárias adequadas.
As adolescentes tinham 15 e 16 anos na época dos fatos, e a ausência de autorização dos pais foi um dos elementos centrais da acusação apresentada pelo Ministério Público.
A condenação encerra uma etapa do processo judicial iniciado a partir da denúncia e reforça a responsabilização do acusado pelas circunstâncias envolvendo as tatuagens realizadas nas duas menores.
Polícia
Criança de 4 anos morre e caso é investigado em Porto Alegre
Samylle Valentina Borba Ramiro chegou sem vida a uma UPA com manchas roxas e diversas lesões pelo corpo; Polícia Civil apura as circunstâncias da morte.

Uma criança de 4 anos morreu após dar entrada na UPA Bom Jesus, em Porto Alegre, na segunda-feira (17). Identificada como Samylle Valentina Borba Ramiro, a menina chegou à unidade de saúde já sem vida e apresentava manchas roxas e diversas lesões pelo corpo.
O caso está sendo investigado pela Polícia Civil, que busca esclarecer as circunstâncias da morte e determinar quando e como os ferimentos foram provocados.
Segundo a delegada Alice Fernandes, da 3ª Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente, a criança apresentava lesões em diferentes partes do corpo. Entre as áreas mencionadas estão a cabeça, as nádegas e as pernas.
“Como a criança apresentava diversas lesões, não sabemos o tempo dessas lesões. Só a perícia vai poder afirmar”, afirmou a delegada em entrevista.
A investigação deverá contar com o trabalho da perícia para identificar a natureza dos ferimentos e estabelecer uma possível cronologia das lesões. Os exames periciais serão fundamentais para esclarecer as circunstâncias da morte.
A Polícia Civil também deverá reunir depoimentos e outras informações que possam ajudar a reconstruir os momentos que antecederam a chegada da menina à unidade de saúde.
O caso causou comoção e mobilizou as autoridades responsáveis pela proteção de crianças e adolescentes. A investigação segue em andamento, e novas informações poderão ser divulgadas conforme o avanço dos trabalhos policiais e periciais.
As circunstâncias da morte ainda não foram esclarecidas, e a conclusão sobre a causa e a dinâmica dos acontecimentos dependerá dos resultados da perícia e das demais diligências realizadas pelos investigadores.
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