Brasil
Lady Gaga vira meme patriota e agita direita brasileira nas redes
Vestido com as cores do Brasil em show no RJ vira munição para bolsonaristas nas redes sociais
A apresentação de Lady Gaga neste sábado (3), em Copacabana, no Rio de Janeiro, está rendendo muito mais que aplausos. Enquanto a diva pop encantava o público no palco, quem também se apresentava — no palco virtual — era a direita brasileira, que aproveitou cada gesto da cantora para disputar narrativas políticas nas redes sociais.
O momento mais explorado foi quando Gaga rompeu um vestido vermelho, revelando um figurino por baixo com as cores verde, azul e amarelo — uma cena teatral que, em poucos minutos, foi transformada em munição ideológica. Setores liberais e conservadores logo passaram a compartilhar memes e mensagens satíricas, apontando o gesto como um suposto apoio velado ao conservadorismo.
Entre os memes que viralizaram estão frases como “Até a Gaga abandonou o vermelho”, “Patriota e conservadora”, “Gaga 2026 é Bolsonaro de salto”, “Treta no inferno: Nem a Lady Gaga suporta mais a cor vermelha”. As postagens se espalharam com rapidez no X (antigo Twitter) e Instagram, dominando hashtags em alta.






A cena, que poderia ser apenas mais um elemento de uma performance artística, virou pano de fundo para a politização do entretenimento em pleno ano pré-eleitoral. Enquanto Lady Gaga brilhava no palco, a direita digital não perdeu tempo para transformar cultura pop em capital político.
Brasil
Cleidson Marques retorna a Salvador após temporada em Paris
Estilista baiano fortalece presença internacional da CM Brand após sucesso na capital francesa

O estilista e arquiteto baiano Cleidson Marques está de volta a Salvador após uma temporada marcada por conquistas e expansão internacional da sua marca autoral. Aos 31 anos, o fundador da CM Brand retornou à capital baiana no fim de abril, depois de instalar sua grife em uma loja conceito em Paris, na França.
Reconhecido pelo trabalho que une moda, arquitetura e identidade cultural, Cleidson vem consolidando seu nome no cenário fashion nacional e internacional. A passagem pela capital francesa representou um passo importante na trajetória do criador baiano, que apresentou peças exclusivas e ampliou a visibilidade da marca no mercado europeu.
A presença da CM Brand em Paris reforça o crescimento da moda baiana no exterior, destacando o potencial criativo de estilistas brasileiros em um dos principais centros mundiais da moda. Durante a temporada internacional, a marca ganhou espaço entre consumidores e profissionais ligados ao universo fashion contemporâneo.
De volta a Salvador, Cleidson Marques pretende fortalecer novos projetos e ampliar ainda mais a atuação da grife, mantendo a proposta de peças sofisticadas com forte influência artística e arquitetônica. O estilista também é apontado como um dos nomes em ascensão no segmento de moda autoral brasileira.
A trajetória internacional do criador tem sido celebrada no cenário cultural baiano, especialmente por representar a valorização da produção local em espaços de grande relevância global. O retorno à Bahia marca uma nova fase da carreira do estilista, agora com ainda mais projeção e reconhecimento internacional.
Brasil
UFAL aprova cota para pessoas trans em cursos da universidade
Política de ações afirmativas garante reserva de 2% das vagas e amplia inclusão no ensino superior

A Universidade Federal de Alagoas aprovou uma nova política de ações afirmativas que garante a reserva de 2% das vagas ofertadas em seus cursos para pessoas trans. A medida foi aprovada pelo Conselho Universitário da instituição e passa a contemplar travestis, transexuais, transgêneros, pessoas não binárias e indivíduos com vivências de variabilidade de gênero.
Segundo a universidade, a iniciativa busca fortalecer políticas de inclusão, diversidade e equidade dentro do ensino superior público. O texto aprovado considera pessoas cuja identidade de gênero não corresponde ao sexo atribuído no nascimento.
O reitor Josealdo Tonholo destacou que a UFAL acompanha o movimento de outras universidades brasileiras que vêm implementando políticas semelhantes para ampliar o acesso de pessoas trans à educação superior.
A criação da cota representa um avanço nas políticas de inclusão universitária, especialmente para grupos historicamente afetados por desigualdade social, exclusão educacional e dificuldades de acesso ao ensino superior.
A decisão também reforça o debate nacional sobre ações afirmativas em instituições públicas e a necessidade de políticas voltadas à promoção da igualdade de oportunidades. Integrantes da comunidade acadêmica apontam que a medida pode contribuir para ampliar a permanência e a representatividade de pessoas trans no ambiente universitário.
Nos últimos anos, universidades federais em diferentes estados passaram a discutir mecanismos de inclusão voltados à população LGBTQIA+, incluindo reserva de vagas, programas de permanência estudantil e iniciativas de acolhimento acadêmico.
A aprovação da política na UFAL fortalece a pauta da diversidade e amplia a discussão sobre inclusão social no ensino superior brasileiro, acompanhando transformações em curso nas instituições públicas de educação.
Brasil
Moraes autoriza regime aberto para Walter Delgatti
Conhecido como “hacker de Araraquara”, Delgatti foi condenado por invasões a sistemas do CNJ e inserção de dados falsos

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, autorizou nesta quinta-feira (7) a progressão de regime do hacker Walter Delgatti Neto para o regime aberto. O investigado cumpria pena em regime semiaberto após condenação relacionada à invasão de sistemas do Conselho Nacional de Justiça.
Conhecido nacionalmente como “hacker de Araraquara”, Delgatti foi condenado por crimes envolvendo invasão de dispositivos informáticos do Poder Judiciário e inserção de dados falsos em sistemas oficiais entre os anos de 2022 e 2023.
O caso ganhou ampla repercussão após a condenação conjunta de Delgatti e da ex-deputada federal Carla Zambelli, ligada ao Partido Liberal. As investigações apontaram irregularidades relacionadas ao acesso indevido a sistemas eletrônicos ligados ao Judiciário brasileiro.
A decisão do ministro Alexandre de Moraes ocorre dentro das regras previstas para progressão de regime penal, após análise das condições legais exigidas para a mudança do semiaberto para o aberto. O caso segue sendo um dos episódios mais repercutidos envolvendo crimes cibernéticos e ataques a instituições públicas no Brasil.
Walter Delgatti ficou conhecido em investigações anteriores ligadas à divulgação de mensagens hackeadas e posteriormente passou a responder por novas acusações envolvendo sistemas eletrônicos do Judiciário. O episódio reforçou debates sobre segurança digital e proteção de dados em órgãos públicos.
A autorização para o regime aberto reacendeu discussões sobre crimes virtuais, punições judiciais e segurança cibernética no país, especialmente em casos que envolvem ataques contra instituições públicas e autoridades brasileiras.
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