Polícia
Bolsonarista, Diego Castro tem residência invadida e suspeita de ‘motivação política’
O deputado estadual Diego Castro (PL), presidente da Comissão de Segurança Pública e Direitos Humanos da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), registrou um boletim de ocorrência nesta quarta-feira (11) após ter sua residência invadida, em Salvador. O caso ocorreu no início da tarde, enquanto estava em atividade parlamentar. A suspeita de motivação política foi levantada por ele devido às circunstâncias do ocorrido.
Segundo o deputado, criminosos violaram e reviraram o imóvel localizado no bairro da Pituba, mas nenhum objeto foi levado, o que gerou estranhamento. A noiva de Diego teria chegado ao local por volta das 13h e encontrou o apartamento completamente desorganizado, com diversos objetos fora do lugar e um líquido derramado em uma das áreas do imóvel.
“Hoje, dia 11 de junho, acabo de sair da 16ª Delegacia Territorial, aqui no bairro da Pituba, porque vim registrar um boletim de ocorrência. Infelizmente, hoje à tarde, criminosos — aproveitando a minha ausência, já que eu estava no meu trabalho, na Assembleia Legislativa — invadiram a minha residência. Reviraram tudo, mas não levaram nada, o que é muito estranho. Graças a Deus, não houve nenhum dano físico a mim nem aos meus familiares”, afirmou o parlamentar em vídeo divulgado nas redes sociais.
Diego também relatou que sua noiva passou mal ao se deparar com a cena. “Encontrou tudo revirado, teve a pressão alterada, sangramento no nariz… Nos assustou bastante. Foi para a minha emergência, mas, graças a Deus, agora está bem. Mas olha aí as consequências disso: chegaram nos meus”, acrescentou.
Conhecido pela sua atuação crítica à gestão do governador Jerônimo Rodrigues (PT) e ao Partido dos Trabalhadores, Diego Castro não descartou a possibilidade de o episódio estar relacionado à sua atuação política.
“Quero deixar um recado bem claro e direto: se isso aqui teve motivação política, se o objetivo foi me amedrontar, me ameaçar ou me intimidar, vocês despertaram agora um dragão pior do que aquele que já estavam vendo. E se vier de lá, vai ter que ficar, porque aqui tem homem. Homem com coragem, com firmeza. Eu sei que o nosso trabalho está incomodando muita gente — mas muita gente mesmo”, completou.
A Polícia Civil deve investigar o caso. Até o momento, não há informações sobre suspeitos ou imagens de câmeras de segurança
Polícia
Moraes manda investigar Flávio Bolsonaro
STF abre inquérito para apurar possível injúria contra Lula em publicação nas redes sociais

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou a instauração de um inquérito para investigar o senador Flávio Bolsonaro (PL). A decisão tem como objetivo apurar se o parlamentar cometeu crime de injúria contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em uma postagem publicada nas redes sociais.
A medida foi adotada após análise preliminar do conteúdo divulgado, considerado potencialmente ofensivo à honra do chefe do Executivo. O inquérito buscará esclarecer o teor da publicação, o contexto em que foi feita e se houve intenção de atingir a dignidade do presidente, conforme prevê a legislação penal brasileira.
De acordo com especialistas em direito, o crime de injúria ocorre quando há ofensa direta à honra subjetiva de uma pessoa, podendo resultar em sanções legais caso seja comprovado. No caso envolvendo um agente público e um presidente da República, o episódio ganha ainda mais relevância institucional e jurídica.
Nos bastidores políticos, a decisão do STF repercute de forma significativa, intensificando o debate sobre os limites da liberdade de expressão de parlamentares nas redes sociais. A investigação também levanta discussões sobre responsabilidade digital e o uso de plataformas como ferramenta de posicionamento político.
O senador ainda poderá apresentar sua defesa ao longo do processo, enquanto o inquérito seguirá os trâmites legais sob supervisão do Supremo Tribunal Federal. O caso deve permanecer em evidência no cenário político nacional nos próximos dias.
Polícia
Anvisa proíbe versões irregulares do Mounjaro
Lotes suspeitos de falsificação são apreendidos e acendem alerta sobre riscos à saúde

A Anvisa proibiu, nesta quinta-feira (2), a comercialização e o uso de versões consideradas irregulares do medicamento Mounjaro, utilizado no tratamento do diabetes tipo 2 e que ganhou popularidade recente por seu uso associado ao emagrecimento.
A medida inclui a apreensão de lotes suspeitos, entre eles o D856831 do Mounjaro e os lotes D880730 e D840678 do Mounjaro Kwikpen, produtos que, segundo as autoridades, não possuem procedência confirmada. A ação visa proteger a população diante do risco de consumo de medicamentos potencialmente falsificados.
De acordo com a farmacêutica Eli Lilly, responsável pela fabricação do produto original, foram identificados fortes indícios de falsificação nas unidades apreendidas. A empresa reforçou que apenas medicamentos adquiridos por canais oficiais garantem segurança e eficácia no tratamento.
A Anvisa alerta que o uso de versões irregulares pode trazer graves consequências à saúde, uma vez que não há garantia sobre a composição, dosagem ou condições de armazenamento desses produtos. O órgão orienta pacientes a verificarem sempre a origem dos medicamentos e a buscarem orientação médica antes de iniciar qualquer tratamento.
O caso reforça a preocupação crescente com a circulação de medicamentos falsificados no país, especialmente aqueles de alta demanda. A fiscalização será intensificada para coibir a venda ilegal e proteger os consumidores, segundo informou a agência reguladora.
Polícia
Prefeitura de Feira investe R$ 9 milhões em segurança escolar
Contrato prevê modernização do controle de acesso nas unidades da rede pública municipa

A Prefeitura de Feira de Santana, por meio do Fundo Municipal de Educação (FME), firmou contrato para a modernização do sistema de controle de acesso nas escolas da rede pública municipal. O investimento total é de R$ 9 milhões, com foco no reforço da segurança e na gestão de entrada e saída de alunos, servidores e visitantes.
A empresa responsável pela execução do serviço é a TC Monitoramento de Segurança Ltda, sediada no próprio município. O contrato foi formalizado após processo licitatório, com a proposta vencedora sendo selecionada conforme os critérios estabelecidos no edital.
De acordo com as informações disponíveis, a empresa possui um capital social de R$ 4 milhões, valor inferior ao montante total do contrato firmado com o poder público. O dado chama atenção no contexto administrativo, já que contratos desse porte costumam exigir capacidade técnica e financeira compatível com a execução dos serviços.
O projeto prevê a implantação de tecnologias modernas para o controle de acesso, incluindo sistemas eletrônicos de identificação e monitoramento, com o objetivo de aumentar a segurança nas escolas e otimizar a gestão do fluxo de pessoas nas unidades educacionais.
A iniciativa ocorre em meio a uma crescente demanda por medidas de proteção no ambiente escolar, impulsionada por episódios recentes em diferentes regiões do país. A expectativa da gestão municipal é de que a modernização contribua para um ambiente mais seguro e organizado para alunos, professores e funcionários.
Especialistas em gestão pública destacam que investimentos em segurança escolar são essenciais, mas ressaltam a importância da transparência e da fiscalização rigorosa dos contratos, garantindo que os recursos públicos sejam aplicados de forma eficiente e dentro dos parâmetros legais.
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