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Brasil

Empresários presos por plano do PCC para matar promotor em Campinas

Operação Linha Vermelha descobriu articulação ligada a foragido “Mijão”, um dos principais líderes do tráfico no Brasil

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O traficante de drogas Sérgio Luiz de Freitas, o Mijão, integrante da Sintonia Final do PCC: ele é acusado de planejar matar promotor Foto: Reprodução / Polícia Civil

Dois empresários foram presos nesta sexta-feira (29) em Campinas (SP), sob acusação de participar de um plano para assassinar o promotor de Justiça Amauri Silveira Filho, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). A ação ocorreu durante a Operação Linha Vermelha, que investiga crimes como organização criminosa, tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.

Segundo o Ministério Público, os envolvidos teriam financiado veículos, armamentos e operadores para executar uma emboscada contra o promotor. O plano teria sido articulado em parceria com Sérgio Luís de Freitas, conhecido como “Mijão”, integrante da Sintonia Final da Rua do PCC, que está foragido há mais de 19 anos na Bolívia.

Esta é a segunda vez que o PCC organiza um atentado contra promotores em São Paulo. O primeiro caso envolveu o promotor Lincoln Gakiya, também alvo da facção.

Quem é Mijão

Apontado como um dos maiores operadores do tráfico de drogas do Brasil, Mijão se tornou um dos chefes financeiros do PCC. Mesmo nunca tendo sido preso em São Paulo, seu nome já esteve em investigações da Polícia Federal e em operações como a Operação Gaiola (2014) e a Operação Sharks (2020).

Na Bolívia, onde vive como empresário, Mijão mantém contatos com outros narcotraficantes e atua na logística de envio de drogas para o Brasil. No organograma atualizado do PCC, ele aparece como um dos principais integrantes da cúpula da facção em liberdade, logo abaixo de Marcola, o líder máximo.

Prisões em Campinas

As prisões desta sexta-feira foram autorizadas pelo juiz Caio Ventosa Chaves, da 4ª Vara Criminal de Campinas. Os dois empresários, que atuam nos setores de comércio de veículos e transportes, tiveram os nomes mantidos em sigilo.

As investigações continuam e o Ministério Público trabalha para identificar outros envolvidos no plano criminoso, que representava mais uma ameaça direta contra integrantes do sistema de Justiça de São Paulo.

Redação Saiba+

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Brasil

Ex-soldado é condenado por injúria racial em quartel

Militar foi responsabilizado após ofender colega durante período de internato em unidade do Exército no Paraná

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Um ex-soldado do Exército foi condenado por injúria racial após chamar um colega de “preto imundo” durante o período de internato em um quartel de Ponta Grossa, no Paraná.

A decisão foi tomada por unanimidade, em 19 de agosto, pelo Conselho Permanente de Justiça para o Exército, ligado à Auditoria da 5ª Circunscrição Judiciária Militar (CJM), em Curitiba.

O episódio aconteceu em 15 de março de 2025, poucas semanas após a incorporação dos recrutas ao 13º Batalhão de Infantaria Blindado (13º BIB). Na ocasião, os militares se preparavam para entrar em forma depois de uma refeição no rancho.

Segundo o caso analisado pela Justiça Militar, uma discussão teve início entre os recrutas e evoluiu para a utilização de uma expressão de cunho racial contra um dos militares.

A acusação foi analisada pelo Conselho Permanente de Justiça para o Exército, que considerou comprovada a prática de injúria racial e decidiu pela condenação do ex-soldado.

A decisão foi tomada de forma unânime pelos integrantes do colegiado, após a análise dos elementos apresentados durante o processo.

O episódio chama atenção para a necessidade de combater manifestações de racismo e discriminação também dentro das instituições militares, onde os integrantes estão submetidos a normas específicas de disciplina e conduta.

Redação Saiba+

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Brasil

Bombeiro de Sergipe morre durante curso em Minas Gerais

Sargento sofreu uma queda de altura durante treinamento realizado na Academia de Bombeiros Militar, em Belo Horizonte

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Um bombeiro militar de Sergipe morreu na sexta-feira (28) durante a realização de um curso de operações em árvores na Academia de Bombeiros Militar (ABM), localizada na região da Pampulha, em Belo Horizonte, Minas Gerais.

De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG), o sargento sofreu uma queda de altura durante as atividades do treinamento. Ele recebeu atendimento após o acidente, mas não resistiu aos ferimentos.

As circunstâncias da ocorrência ainda serão investigadas. O CBMMG informou que as providências necessárias estão sendo adotadas para esclarecer o acidente e prestar apoio ao Corpo de Bombeiros Militar de Sergipe (CBMSE) e aos familiares do militar.

Em nota, a corporação mineira lamentou profundamente a morte do agente e manifestou solidariedade aos familiares e colegas de farda. “A corporação mineira está consternada com o fato envolvendo nosso irmão de farda”, declarou o CBMMG.

O caso causou comoção entre integrantes das corporações dos dois estados, especialmente por se tratar de um acidente ocorrido durante uma atividade de formação profissional voltada às operações em árvores.

Redação Saiba+

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Conta de luz continuará mais cara em setembro

Aneel mantém bandeira tarifária amarela e consumidores terão cobrança adicional na fatura de energia elétrica

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A conta de luz continuará pesando no orçamento dos brasileiros em setembro. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) manteve a bandeira tarifária amarela para o próximo mês, sinalizando que as condições para geração de energia permanecem menos favoráveis.

Com a manutenção da bandeira, os consumidores terão uma cobrança adicional de R$ 1,885 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. O valor será aplicado às faturas de energia durante o período de vigência da bandeira amarela.

Bandeira amarela está em vigor desde maio

A bandeira tarifária amarela está sendo aplicada desde maio, em razão das condições menos favoráveis para a geração de energia elétrica. O mecanismo criado pela Aneel busca sinalizar aos consumidores os custos relacionados à produção de eletricidade.

Entre janeiro e abril, vigorou a bandeira verde, período em que não houve cobrança adicional na conta de luz.

Com a mudança para a bandeira amarela, os consumidores passaram a ter um custo extra vinculado ao volume de energia utilizado. Por isso, o consumo de eletricidade continua sendo um dos principais fatores para determinar o valor final da fatura.

Consumo consciente pode ajudar a reduzir a conta

Diante da manutenção da bandeira amarela, medidas de economia podem ajudar as famílias a controlar os gastos. Evitar desperdícios de energia e reduzir o uso de equipamentos elétricos quando não forem necessários são algumas das estratégias que podem contribuir para diminuir o consumo mensal.

A bandeira tarifária, entretanto, representa apenas uma parcela da composição da fatura. O valor final pago pelo consumidor também depende do volume de energia utilizado e de outros componentes presentes na conta.

Redação Saiba+

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