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Política

Lula critica protecionismo e propõe comércio sem dólar

Presidente defende uso de moedas nacionais e multilateralismo às vésperas de reunião com Trump

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Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, com o presidente da Indonésia, Prabowo Subianto, durante cerimônia oficial de chegada ao Palácio Merdeka. Palácio Merdeka – Jacarta (Indonésia) Foto: Ricardo Stuckert

Durante visita à Ásia, o presidente **Luiz Inácio Lula da Silva elevou o tom em seu discurso ao criticar o protecionismo internacional e propor que o Brasil e outros países façam comércio entre si utilizando moedas nacionais, reduzindo a dependência do dólar americano. Ele considera essa mudança um pilar essencial para um sistema comercial mais justo e menos dependente de grandes potências.

Em declarações em Jacarta, o presidente afirmou que o Brasil busca uma parceria estratégica com países como a Indonésia, valorizando o comércio livre e o uso de moeda local nas transações. “Nós queremos multilateralismo e não unilateralismo (…) e precisamos coragem para agir de forma diferente no século XXI”, disse ele, referindo-se à necessidade de não se conformar com modelos de dependência econômica.

A manifestação ocorre às vésperas de um possível encontro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante a Cúpula da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN). A iniciativa de Lula sinaliza que o Brasil pretende liderar uma agenda de diversificação comercial e monetária, contrariando pressões tarifárias recentes e escolhendo caminhos alternativos à hegemonia do dólar.

Analistas interpretam o posicionamento como estratégia diplomática para reforçar a autonomia brasileira, ampliar alianças no Sul Global e fortalecer atores emergentes fora dos blocos tradicionais. A aposta está no fortalecimento de blocos econômicos e moedas independentes, capazes de criar novas dinâmicas de intercâmbio comercial menos suscetíveis a choques externos.

Redação Saiba+

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Política

Ex-jogadores lideram patrimônios declarados

Marcelinho Carioca, Luís Fabiano e Edmundo aparecem entre os candidatos ligados ao futebol com maiores bens declarados à Justiça Eleitoral

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Os ex-jogadores Marcelinho Carioca, Luís Fabiano e Edmundo estão entre os candidatos ligados ao futebol que apresentaram os maiores patrimônios declarados à Justiça Eleitoral.

Os três nomes decidiram ingressar na disputa política por diferentes partidos. Marcelinho Carioca concorre pelo Republicanos, Luís Fabiano pelo MDB e Edmundo pelo PSDB, ampliando a presença de ex-atletas no cenário eleitoral.

Ao todo, oito candidatos com trajetória ligada ao futebol aparecem na relação de nomes que deixaram os gramados para disputar cargos eletivos. As declarações de patrimônio fazem parte das informações apresentadas à Justiça Eleitoral durante o processo de registro das candidaturas.

A divulgação dos bens declarados permite ao eleitor conhecer a situação patrimonial informada pelos candidatos no momento do registro. Os valores incluem imóveis, veículos, investimentos, participações societárias e outros bens, conforme declarado individualmente por cada concorrente.

A entrada de ex-jogadores na política não é novidade no Brasil. A popularidade conquistada durante a carreira esportiva frequentemente contribui para a construção de uma trajetória pública após a aposentadoria dos gramados.

Neste ciclo eleitoral, Marcelinho Carioca, Luís Fabiano e Edmundo estão entre os principais nomes do futebol que decidiram disputar uma vaga no cenário político, levando a experiência construída no esporte para uma nova área de atuação.

As declarações patrimoniais podem ser consultadas pelos eleitores nos sistemas oficiais da Justiça Eleitoral, juntamente com outras informações relacionadas às candidaturas.

Redação Saiba+

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Política

Romário deixa PL e apoia Eduardo Paes

Senador encerra ciclo de cinco anos no partido e declara apoio à candidatura de Eduardo Paes ao Governo do Rio

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O senador Romário decidiu deixar o Partido Liberal (PL) após cinco anos de filiação e já definiu seu posicionamento para a disputa pelo Governo do Rio de Janeiro. O ex-jogador formalizou o pedido de desfiliação e declarou apoio à candidatura de Eduardo Paes (PSD) ao Palácio Guanabara.

A decisão representa uma mudança no cenário político do Rio de Janeiro para as próximas eleições e coloca Romário ao lado do atual prefeito da capital fluminense na disputa pelo comando do estado.

Apesar da saída do PL, Romário afirmou que permanecerá sem partido por enquanto. O senador também negou que esteja negociando uma nova filiação partidária neste momento.

Segundo Romário, a decisão foi construída ao longo dos últimos meses e representa o encerramento de um ciclo político. O parlamentar destacou ainda que sua saída não significa um rompimento pessoal com integrantes do PL.

O movimento ocorre em um momento de articulação das forças políticas do Rio de Janeiro para a próxima eleição estadual. O apoio de Romário a Eduardo Paes pode ampliar a composição política em torno da candidatura do prefeito e influenciar novas alianças durante a campanha.

A trajetória política de Romário inclui passagens pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal, além de mandatos no Executivo municipal. Agora, ao deixar o PL, o senador inicia uma nova etapa de sua carreira política e passa a apoiar diretamente o projeto eleitoral de Eduardo Paes para o Governo do Rio de Janeiro.

Redação Saiba+

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Política

Lula pede força-tarefa do PT na Bahia

Presidente orienta principais lideranças petistas baianas a ampliarem presença nas ruas durante início da campanha eleitoral

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Os planos do núcleo petista na Bahia para o início da campanha eleitoral passaram por mudanças após uma orientação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A estratégia definida pelo líder petista é ampliar a mobilização no estado e contar com a participação direta das principais lideranças do partido para fortalecer sua campanha.

Inicialmente, o governador Jerônimo Rodrigues, o senador Jaques Wagner e o ministro Rui Costa tinham planos de viajar para São Paulo para acompanhar o primeiro ato de campanha de Lula pela reeleição. No entanto, a orientação presidencial alterou a programação do grupo.

A determinação é que os principais nomes do PT baiano permaneçam na Bahia e reforcem a campanha de Lula em diferentes regiões do estado. A estratégia busca aproveitar a força política das lideranças locais para ampliar a presença do presidente junto ao eleitorado baiano.

Em Salvador, a agenda começa nas primeiras horas deste domingo (16). Jerônimo Rodrigues, Jaques Wagner e Rui Costa devem ir às ruas para participar das primeiras ações de mobilização, dando início à nova estratégia eleitoral do grupo.

A movimentação marca uma mudança na organização da campanha petista na Bahia e reforça o papel estratégico do estado na disputa presidencial. A expectativa é que as lideranças ampliem, ao longo dos próximos dias, a agenda de atividades políticas e encontros com apoiadores.

Com a orientação de Lula, o PT baiano passa a concentrar esforços na mobilização regional e na defesa da candidatura presidencial, utilizando a presença de suas principais lideranças para fortalecer a campanha no estado.

Redação Saiba+

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