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Polícia

PF deflagra operação contra venda ilegal de terras indígenas na Bahia

Ação cumpre mandados de busca e apreensão na Terra Indígena Barra Velha, em Porto Seguro

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Operação Proteção do Território Crédito: Polícia Federal

A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (4), a Operação Proteção do Território, com o objetivo de cumprir três mandados de busca e apreensão para investigar um suposto esquema de venda ilegal de terras dentro da Terra Indígena Barra Velha, localizada em Porto Seguro, no sul da Bahia.

De acordo com as apurações, o esquema envolvia a comercialização irregular de áreas situadas no interior da reserva indígena, prática considerada ilegal pela legislação brasileira. As investigações buscam identificar os responsáveis pela negociação clandestina e eventuais beneficiários do loteamento irregular.

A ação da Polícia Federal tem como foco reunir provas, apreender documentos e dispositivos eletrônicos que possam comprovar a atuação do grupo investigado. A suspeita é de que as terras estariam sendo oferecidas a terceiros como se fossem propriedades particulares, apesar de integrarem território oficialmente demarcado como área indígena.

A Terra Indígena Barra Velha é reconhecida como território tradicional e possui proteção constitucional, sendo vedada a sua comercialização ou transferência. A ocupação e venda irregular de terras indígenas configuram crime e podem resultar em responsabilização civil e penal dos envolvidos.

A Operação Proteção do Território reforça o combate a crimes ambientais e fundiários na região sul da Bahia, área que historicamente enfrenta conflitos relacionados à posse e uso da terra.

As investigações seguem em andamento, e a Polícia Federal não descarta novas fases da operação, conforme o avanço das análises do material apreendido.

Redação Saiba+

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Polícia

Justiça nega prisão de padre investigado

Sacerdote é investigado por crimes sexuais contra coroinhas em Ribeirão Preto; inquérito retorna à delegacia para novas diligências

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A Justiça de São Paulo negou o pedido de prisão preventiva do padre Mário Reis da Silveira, investigado por suspeitas de estupro de vulnerável e importunação sexual contra coroinhas da Paróquia Senhor Bom Jesus do Bonfim, em Ribeirão Preto, no interior paulista.

O pedido de prisão havia sido apresentado pela Polícia Civil em 13 de agosto, após a conclusão do inquérito policial na semana passada. Com a decisão judicial, o sacerdote não será submetido à prisão preventiva neste momento.

Investigação terá novas diligências

Diante da decisão, os autos do inquérito retornaram à Delegacia de Polícia responsável pelo caso para o cumprimento de diligências que ainda estão pendentes.

A investigação envolve denúncias relacionadas a supostos crimes sexuais contra coroinhas que frequentavam a Paróquia Senhor Bom Jesus do Bonfim. As autoridades ainda devem realizar as medidas consideradas necessárias para a conclusão da apuração.

A defesa do padre nega as acusações e afirma que ele é inocente. Em manifestação sobre o caso, os advogados declararam confiança na condução da investigação pelas instituições responsáveis.

A negativa da prisão preventiva não encerra o procedimento. O caso continua sob investigação, e novas diligências poderão ser realizadas antes de uma eventual definição sobre os próximos passos judiciais.

Redação Saiba+

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Polícia

Justiça mantém prisão de seguranças suspeitos

Investigados pela morte de ciclista em Copacabana foram submetidos à audiência de custódia neste sábado

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A Justiça do Rio de Janeiro decidiu manter a prisão temporária dos dois seguranças investigados pela morte do ciclista Cláudio Rafael Landeiro, em um caso que ganhou repercussão após a vítima ser confundida com um suposto ladrão de bicicletas.

O crime aconteceu no último dia 11, no bairro de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Segundo as investigações, os seguranças teriam agredido Cláudio, que não resistiu aos ferimentos.

Os investigados Davi Santos Machado e Jorge Luiz Machado Dias passaram por audiência de custódia neste sábado (22). Durante a análise, o juiz Rafael de Almeida Rezende avaliou a situação das prisões e concluiu que os mandados foram expedidos regularmente.

Prisão temporária é mantida

De acordo com a decisão, os mandados de prisão permanecem válidos e dentro do prazo estabelecido pela Justiça, não havendo, neste momento, determinação para a soltura dos investigados.

O caso segue em investigação para esclarecer as circunstâncias da abordagem e da agressão que terminou com a morte do ciclista. A apuração também deverá buscar esclarecer como ocorreu a confusão que levou os seguranças a suspeitarem que Cláudio estaria envolvido em um possível furto.

A manutenção das prisões permite que as autoridades avancem na coleta de depoimentos, imagens e demais elementos que possam ajudar a esclarecer a dinâmica do crime e a eventual responsabilidade dos investigados.

Redação Saiba+

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Polícia

Mulher é presa após matar o pai em Bragança Paulista

Suspeita de 30 anos teria transmitido o crime pelas redes sociais; vítima, de 62 anos, era cadeirante

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Uma mulher de 30 anos, identificada como Edilene, foi presa na sexta-feira (21) após ser suspeita de matar o próprio pai, Osmar Ferreira, de 62 anos, a facadas, em Bragança Paulista, no interior de São Paulo.

Segundo informações da polícia, o crime teria sido transmitido ao vivo pelas redes sociais por meio do celular da mulher. A ocorrência mobilizou equipes da Polícia Militar depois que vizinhos ouviram gritos vindos da residência.

Ao chegarem ao imóvel, os policiais encontraram Edilene próxima ao corpo do pai. Osmar Ferreira era cadeirante e foi localizado morto sobre a cama.

A mulher foi detida no local e encaminhada às autoridades. As circunstâncias que antecederam o crime e a possível motivação do homicídio deverão ser investigadas pela Polícia Civil.

O caso permanece sob apuração, e a suspeita deverá responder judicialmente pelas acusações relacionadas à morte do pai.

Redação Saiba+

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