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Polícia

Operação mira base do CV baiano no Rio

Investigação aponta que criminosos utilizavam comunidades da Zona Oeste para coordenar ações e expandir atividades interestaduais

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Uma operação conjunta das polícias civis da Bahia e do Rio de Janeiro revelou um esquema de atuação interestadual envolvendo integrantes do Comando Vermelho (CV). De acordo com as investigações, traficantes ligados à facção teriam transformado comunidades da Zona Oeste do Rio de Janeiro em uma espécie de centro estratégico para continuar coordenando atividades criminosas mesmo estando longe de suas áreas de atuação na Bahia.

A descoberta motivou a deflagração da segunda fase da Operação Maré Vermelha, realizada nesta quinta-feira (11), com o objetivo de aprofundar as investigações e enfraquecer a estrutura operacional do grupo criminoso. A ação integra um conjunto de medidas voltadas ao combate ao tráfico de drogas e às organizações criminosas com atuação em diferentes estados do país.

Segundo os investigadores, os suspeitos utilizavam a presença em comunidades cariocas para manter contato com integrantes da facção, administrar operações ilícitas e fortalecer a logística criminosa entre Bahia e Rio de Janeiro. O modelo de atuação permitia que lideranças continuassem exercendo influência sobre atividades ilegais mesmo fora de seus territórios de origem.

As apurações apontam que a articulação interestadual tem sido uma estratégia adotada por organizações criminosas para ampliar sua capacidade operacional, dificultando a atuação das forças de segurança. A integração entre diferentes núcleos da facção também favoreceria a movimentação de recursos, informações e integrantes entre os estados.

A Operação Maré Vermelha busca desarticular essa rede criminosa e identificar todos os envolvidos no esquema, reunindo informações sobre a estrutura, os financiadores e os responsáveis pela coordenação das atividades investigadas. As autoridades acreditam que a ofensiva poderá gerar novos desdobramentos nas próximas semanas.

O trabalho conjunto entre as polícias da Bahia e do Rio de Janeiro reforça a importância da cooperação interestadual no enfrentamento ao crime organizado. A troca de informações e a realização de operações integradas têm sido consideradas fundamentais para combater grupos que atuam além das fronteiras estaduais.

As investigações seguem em andamento e novas medidas poderão ser adotadas para ampliar o alcance da operação, com foco na identificação de lideranças e no enfraquecimento da estrutura financeira e operacional da organização criminosa.

A ação representa mais um passo no combate às facções criminosas que atuam em diferentes regiões do país e evidencia a preocupação das autoridades em impedir a expansão de redes ligadas ao tráfico de drogas e outros crimes de alta complexidade.

Redação Saiba+

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Polícia

MPSP investiga delegado por suspeita de recusar ocorrências

Apuração começou após relatos de forças policiais de cinco cidades do interior de São Paulo sobre supostas dificuldades para formalizar registros

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O Ministério Público de São Paulo (MPSP) abriu uma investigação contra um delegado da Polícia Civil suspeito de se recusar a formalizar ocorrências envolvendo pessoas detidas por crimes.

O caso veio à tona após forças policiais de cinco municípios do interior paulista relatarem dificuldades relacionadas ao atendimento das ocorrências. O delegado investigado é titular do Distrito Policial de Jaguariúna.

Segundo os relatos, em algumas situações, o policial demoraria para comparecer à unidade e, com isso, acabaria fazendo com que as ocorrências fossem encaminhadas e registradas em outras delegacias.

Caso mais recente ocorreu em Itapira

Um dos episódios mais recentes teria ocorrido neste sábado (22), quando um homem foi preso pela Polícia Militar (PM) sob suspeita de furtar uma instituição de ensino no município de Itapira.

A situação passou a integrar o conjunto de informações analisadas pelas autoridades durante a apuração sobre a conduta do delegado.

A investigação do MPSP deverá avaliar os relatos apresentados pelas forças policiais e verificar se houve irregularidades no atendimento ou eventual descumprimento das atribuições funcionais.

A apuração ainda está em andamento, e a investigação, por si só, não significa que o delegado tenha cometido irregularidades. Eventuais responsabilidades deverão ser definidas após a análise dos fatos e das provas reunidas pelo Ministério Público.

Redação Saiba+

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Polícia

Justiça nega prisão de padre investigado

Sacerdote é investigado por crimes sexuais contra coroinhas em Ribeirão Preto; inquérito retorna à delegacia para novas diligências

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A Justiça de São Paulo negou o pedido de prisão preventiva do padre Mário Reis da Silveira, investigado por suspeitas de estupro de vulnerável e importunação sexual contra coroinhas da Paróquia Senhor Bom Jesus do Bonfim, em Ribeirão Preto, no interior paulista.

O pedido de prisão havia sido apresentado pela Polícia Civil em 13 de agosto, após a conclusão do inquérito policial na semana passada. Com a decisão judicial, o sacerdote não será submetido à prisão preventiva neste momento.

Investigação terá novas diligências

Diante da decisão, os autos do inquérito retornaram à Delegacia de Polícia responsável pelo caso para o cumprimento de diligências que ainda estão pendentes.

A investigação envolve denúncias relacionadas a supostos crimes sexuais contra coroinhas que frequentavam a Paróquia Senhor Bom Jesus do Bonfim. As autoridades ainda devem realizar as medidas consideradas necessárias para a conclusão da apuração.

A defesa do padre nega as acusações e afirma que ele é inocente. Em manifestação sobre o caso, os advogados declararam confiança na condução da investigação pelas instituições responsáveis.

A negativa da prisão preventiva não encerra o procedimento. O caso continua sob investigação, e novas diligências poderão ser realizadas antes de uma eventual definição sobre os próximos passos judiciais.

Redação Saiba+

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Polícia

Justiça mantém prisão de seguranças suspeitos

Investigados pela morte de ciclista em Copacabana foram submetidos à audiência de custódia neste sábado

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A Justiça do Rio de Janeiro decidiu manter a prisão temporária dos dois seguranças investigados pela morte do ciclista Cláudio Rafael Landeiro, em um caso que ganhou repercussão após a vítima ser confundida com um suposto ladrão de bicicletas.

O crime aconteceu no último dia 11, no bairro de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Segundo as investigações, os seguranças teriam agredido Cláudio, que não resistiu aos ferimentos.

Os investigados Davi Santos Machado e Jorge Luiz Machado Dias passaram por audiência de custódia neste sábado (22). Durante a análise, o juiz Rafael de Almeida Rezende avaliou a situação das prisões e concluiu que os mandados foram expedidos regularmente.

Prisão temporária é mantida

De acordo com a decisão, os mandados de prisão permanecem válidos e dentro do prazo estabelecido pela Justiça, não havendo, neste momento, determinação para a soltura dos investigados.

O caso segue em investigação para esclarecer as circunstâncias da abordagem e da agressão que terminou com a morte do ciclista. A apuração também deverá buscar esclarecer como ocorreu a confusão que levou os seguranças a suspeitarem que Cláudio estaria envolvido em um possível furto.

A manutenção das prisões permite que as autoridades avancem na coleta de depoimentos, imagens e demais elementos que possam ajudar a esclarecer a dinâmica do crime e a eventual responsabilidade dos investigados.

Redação Saiba+

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