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Política

Rejeição a Lula avança na Bahia e atinge 41,9%, aponta Paraná Pesquisas

Apesar de liderar cenários presidenciais no estado, avaliação negativa do petista supera a positiva; desaprovação já se aproxima de 50%

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Luiz Inácio Lula da Silva (PT) / Thuane Maria/GOVBA

Uma nova pesquisa divulgada nesta quinta-feira (31) pelo Instituto Paraná Pesquisas revela um dado preocupante para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT): mesmo com vantagem nas intenções de voto na Bahia, sua rejeição segue alta e ultrapassa a avaliação positiva no estado onde tradicionalmente encontra apoio consolidado.

Avaliação do Governo Lula na Bahia:

AvaliaçãoPercentual (%)
Ótimo14,3%
Bom19,9%
Regular22,5%
Ruim6,5%
Péssimo35,4%
Não sabe/opina1,5%

➡️ Avaliação positiva (Ótimo + Bom): 34,2%
➡️ Avaliação negativa (Ruim + Péssimo): 41,9%

Aprovação do Governo Lula:

RespostaPercentual (%)
Aprova49,3%
Desaprova47,3%
Não sabe/opina3,3%

Intenção de voto para presidente (Bahia)

Cenário com Jair Bolsonaro:

CandidatoPercentual (%)
Lula (PT)44,0%
Jair Bolsonaro (PL)30,1%
Ciro Gomes (PDT)7,4%
Ronaldo Caiado (UB)4,1%
Ratinho Junior (PSD)1,8%
Renan Filho (MDB)0,4%
Não sabe/opina4,4%
Branco/nulo/nenhum7,8%

Cenário com Michelle Bolsonaro:

CandidatoPercentual (%)
Lula (PT)44,4%
Michelle Bolsonaro (PL)24,3%
Ciro Gomes (PDT)8,6%
Ronaldo Caiado (UB)6,7%
Ratinho Junior (PSD)2,8%
Renan Filho (MDB)0,4%
Não sabe/opina4,5%
Branco/nulo/nenhum8,1%

Cenário com Tarcísio de Freitas:

CandidatoPercentual (%)
Lula (PT)44,6%
Tarcísio de Freitas (Republicanos)21,7%
Ciro Gomes (PDT)8,7%
Ronaldo Caiado (UB)5,2%
Ratinho Junior (PSD)3,3%
Renan Filho (MDB)0,6%
Não sabe/opina5,6%
Branco/nulo/nenhum10,4%

Apesar de Lula seguir numericamente à frente dos adversários, os índices de rejeição e desaprovação vêm crescendo mesmo em redutos petistas como a Bahia. O dado mais preocupante é que a avaliação negativa já supera a positiva, o que pode sinalizar um desgaste eleitoral do presidente no estado.

🗓️ Período da pesquisa: 25 a 29 de julho de 2025
👥 Entrevistados: 1.620 eleitores em 66 municípios
📊 Margem de erro: 2,5 pontos percentuais
Grau de confiança: 95%

Redação Saiba+

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Política

Jaques Wagner critica Flávio Bolsonaro após tarifa dos EUA

Senador do PT afirmou que a postura do pré-candidato à Presidência demonstra falta de bom senso e nacionalismo após a confirmação de sobretaxa sobre produtos brasileiros.

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O senador Jaques Wagner (PT) voltou a fazer críticas ao pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) após a confirmação de uma sobretaxa de 25% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. As declarações foram feitas durante entrevista concedida nesta quinta-feira (16) à rádio Interativa FM, de Itabuna.

Durante a entrevista, Wagner classificou a postura de Flávio Bolsonaro e de sua família como uma “falta absoluta de bom senso e nacionalismo”, ao comentar os desdobramentos da medida anunciada pelo governo norte-americano.

O parlamentar defendeu que temas relacionados às relações comerciais e diplomáticas entre Brasil e Estados Unidos devem ser tratados com responsabilidade, considerando os possíveis impactos para a economia nacional e para os setores produtivos afetados pelas novas tarifas.

As declarações ocorrem em meio ao aumento das tensões políticas envolvendo a decisão dos Estados Unidos de aplicar uma sobretaxa sobre produtos brasileiros, assunto que tem gerado repercussão entre integrantes do governo federal e lideranças da oposição.

O debate sobre a medida segue mobilizando diferentes setores políticos, com troca de críticas e posicionamentos sobre as causas da decisão e seus efeitos para o comércio exterior brasileiro. A nova tarifa passou a ocupar espaço central nas discussões sobre política externa, economia e os impactos para as exportações do país.

Redação Saiba+

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Política

Moraes dá cinco dias para PGR analisar justificativa de Bolsonaro

Ministro do STF determinou que a Procuradoria-Geral da República avalie a manifestação da defesa do ex-presidente sobre carta divulgada por Flávio Bolsonaro.

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou um prazo de cinco dias para que a Procuradoria-Geral da República (PGR) apresente um parecer sobre a justificativa apresentada pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em relação à divulgação de uma carta envolvendo seu filho, Flávio Bolsonaro (PL).

A decisão passou a valer a partir desta quarta-feira (15) e representa mais uma etapa da tramitação do caso sob análise da Corte. A manifestação da PGR deverá avaliar os argumentos apresentados pela defesa de Bolsonaro, que busca esclarecer os fatos relacionados ao conteúdo da carta tornada pública.

O documento citado no processo foi divulgado por Flávio Bolsonaro, senador e pré-candidato à Presidência da República, tornando-se alvo de questionamentos no âmbito das investigações conduzidas pelo Supremo Tribunal Federal.

Após o recebimento do parecer da Procuradoria-Geral da República, Alexandre de Moraes deverá analisar o posicionamento do órgão antes de decidir sobre os próximos passos do processo. A expectativa é que a manifestação técnica da PGR contribua para definir o encaminhamento jurídico do caso.

O episódio reforça a continuidade das apurações envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro e mantém o foco sobre os desdobramentos judiciais acompanhados pelo STF. A análise da Procuradoria será considerada um dos elementos fundamentais para a sequência da tramitação processual.

Redação Saiba+

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Política

Boulos evita polêmica sobre disputas internas no PSol

Ministro da Secretaria-Geral da Presidência concedeu entrevista à Baiana FM e BNews TV e preferiu não comentar divergências envolvendo a legenda e sua aproximação com o PT.

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O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSol), evitou comentar as disputas internas que vêm movimentando o Partido Socialismo e Liberdade (PSol) durante entrevista concedida nesta quinta-feira (16) ao programa Giro Baiana, da Baiana FM 89,3 e BNews TV.

Ao ser questionado sobre o cenário interno da legenda, Boulos optou por não entrar em polêmicas relacionadas às divergências que têm marcado o partido nos últimos meses. O tema ganhou destaque diante da saída de integrantes da sigla e de debates sobre os rumos políticos adotados pelo PSol.

As discussões internas envolvem, entre outros pontos, a aproximação do partido com o Partido dos Trabalhadores (PT) e mudanças na condução de pautas consideradas prioritárias por setores da legenda. Essas divergências têm provocado diferentes posicionamentos entre lideranças e filiados, ampliando o debate sobre a estratégia política do partido para os próximos anos.

Durante a entrevista, o ministro concentrou suas declarações em temas relacionados à atuação do governo federal, evitando aprofundar questões referentes às disputas partidárias. A postura foi interpretada como uma tentativa de manter o foco nas atribuições do cargo e preservar o debate interno da sigla.

O cenário político do PSol segue acompanhado de perto por lideranças e analistas, especialmente diante das movimentações que podem influenciar o posicionamento da legenda em futuras articulações políticas e eleitorais.

Redação Saiba+

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