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Brasil

STF retoma julgamento de Bolsonaro em meio a embates políticos e pressão por anistia

Alexandre de Moraes inicia leitura de voto no processo contra o ex-presidente, enquanto cresce a tensão entre o Supremo e aliados de Jair Bolsonaro, com destaque para os discursos de Tarcísio de Freitas em defesa de anistia ampla

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O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal) - Gabriela Biló - 3.set.2025

O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta terça-feira (9) as sessões decisivas do julgamento que pode condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), acusado de envolvimento em uma suposta trama golpista após as eleições de 2022.

O relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, abriu a leitura do seu voto já pela manhã, em uma sessão marcada por expectativa e forte tensão política. Moraes deve apresentar uma análise extensa sobre os crimes imputados pela Procuradoria-Geral da República (PGR), que incluem organização criminosa armada, tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado.

O clima político ganhou novos contornos após o ato do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), no último domingo (7), na Avenida Paulista. Diante de uma multidão estimada em 42 mil pessoas, Tarcísio criticou duramente o STF, chamou Moraes de “ditador” e defendeu uma “anistia ampla e irrestrita” aos condenados dos atos de 8 de janeiro de 2023.

As falas tiveram repercussão imediata no Supremo. O ministro Gilmar Mendes rebateu afirmando que “o que o Brasil realmente não aguenta mais são as sucessivas tentativas de golpe”. Já o presidente do STF, Luís Roberto Barroso, declarou que a Corte atua “à luz do dia” e que “na ditadura é que existia um mundo de sombras”.

O julgamento seguirá ao longo da semana com os votos dos demais ministros da Primeira Turma: Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. O desfecho do caso pode selar o futuro político de Bolsonaro e reacender o debate sobre os limites da atuação do STF, da PGR e do Congresso Nacional diante das pressões populares por liberdade, pacificação e anistia.

Enquanto isso, apoiadores do ex-presidente reforçam manifestações em defesa da pátria e da democracia, pedindo respeito às instituições e denunciando o que chamam de perseguição política.

Redação Saiba+

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Lula celebra indicação de Wagner Moura ao Oscar 2026

Presidente destaca talento do ator baiano após anúncio oficial dos indicados à premiação internacional

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Os indicados foram divulgados na manhã desta quinta-feira (22) | Bnews - Divulgação Reprodução

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comemorou publicamente a indicação do ator baiano Wagner Moura ao Oscar 2026 na categoria de Melhor Ator, reconhecimento conquistado por sua atuação no filme O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho. A manifestação foi feita nas redes sociais, onde Lula exaltou o talento do artista e afirmou que “o baiano tem o molho”, em referência ao destaque internacional alcançado por Moura.

A lista oficial dos indicados foi divulgada na manhã desta quinta-feira (22), movimentando o cenário cultural brasileiro e reforçando a presença do país na maior premiação do cinema mundial. A performance de Wagner Moura no longa tem sido amplamente elogiada pela crítica especializada, consolidando o ator como um dos nomes mais expressivos do audiovisual contemporâneo.

A reação do presidente também repercutiu entre artistas, produtores e admiradores do cinema nacional, que celebraram a conquista como um marco para a indústria brasileira. A indicação fortalece a visibilidade do trabalho de Kleber Mendonça Filho, diretor reconhecido por sua linguagem autoral e por obras que dialogam com questões sociais e culturais do país.

Com a nomeação, Wagner Moura entra oficialmente na disputa pela estatueta, ampliando as expectativas do público brasileiro para a cerimônia de 2026 e reafirmando o potencial do cinema nacional no cenário internacional.

Redação Saiba+

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Brasil

Zé Eduardo critica caminhada de Nikolas Ferreira rumo a Brasília

Apresentador chama ato simbólico de “hipocrisia barata” e questiona motivação do deputado

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Apresentador questionou as prioridades do deputado | Bnews - Divulgação Reprodução

O apresentador Zé Eduardo fez duras críticas, nesta quarta-feira (21), à caminhada realizada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) de Minas Gerais até Brasília. O ato simbólico foi promovido pelo parlamentar como forma de protesto contra a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, investigado por envolvimento em uma suposta trama golpista.

Durante o programa Giro Baiana, transmitido pela rádio Baiana FM (89,3), Zé Eduardo classificou a iniciativa como “uma hipocrisia barata”, destacando que, em sua avaliação, o deputado demonstra preocupação exclusiva com “um único personagem político”.

O comunicador também questionou a real efetividade do gesto, afirmando que manifestações desse tipo pouco contribuem para o debate público e acabam servindo mais como estratégia de visibilidade do que como defesa de princípios democráticos.

A declaração repercutiu entre ouvintes e nas redes sociais, ampliando a discussão sobre o papel de figuras públicas em atos políticos e sobre os limites entre engajamento e autopromoção.

Redação Saiba+

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Boulos prevê votação do fim da escala 6×1 ainda neste semestre

Ministro afirma que articulação com Câmara avança e que mudança na jornada de trabalho ganha força no Congresso

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Mudança na lei trabalhista deve ser uma das apostas da campanha à reeleição de Lula | Bnews - Divulgação Freepik

O ministro da Secretaria-Geral, Guilherme Boulos, revelou que o governo intensificou as articulações para alterar o modelo atual de jornada de trabalho no país. Segundo ele, uma conversa recente com o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, e com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), abriu caminho para que o tema avance no Legislativo.

Durante entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, Boulos afirmou que a expectativa é de que o Congresso Nacional vote o fim da escala 6×1 ainda neste semestre, sinalizando que a proposta tem ganhado apoio entre parlamentares e setores do governo.

O ministro destacou que a mudança busca modernizar as relações trabalhistas e garantir melhores condições aos trabalhadores, reforçando que o debate está sendo conduzido com responsabilidade e diálogo entre Executivo e Legislativo.

A possível revisão da escala 6×1 — modelo em que o trabalhador atua seis dias consecutivos e folga apenas um — é vista como um passo importante para equilibrar produtividade e qualidade de vida, tema que vem ganhando relevância nas discussões sobre direitos trabalhistas no Brasil.

Redação Saiba+

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