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Política

Câmara deve votar regulamentação da IA ainda em junho

Presidente da Câmara, Hugo Motta, afirma que projeto sobre inteligência artificial será analisado pelo plenário nas próximas semanas.

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A regulamentação da inteligência artificial no Brasil entrou de vez na pauta prioritária do Congresso Nacional. Durante a abertura do XIV Fórum de Lisboa, realizada nesta segunda-feira (1º), o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, afirmou que o projeto de lei que estabelece regras para o uso da tecnologia deverá ser votado pelo plenário da Casa ainda neste mês de junho.

O anúncio foi feito durante evento que reúne autoridades, juristas, acadêmicos e especialistas para debater os desafios contemporâneos da democracia, da tecnologia e da governança pública. Em sua participação, Hugo Motta destacou a necessidade de o Brasil avançar na construção de um marco regulatório moderno, capaz de acompanhar a velocidade das transformações tecnológicas.

Segundo o presidente da Câmara, o país precisa desenvolver uma legislação que acompanhe a evolução da inteligência artificial sem comprometer as liberdades individuais e os direitos fundamentais da população. A proposta busca criar parâmetros para o uso responsável da tecnologia, estabelecendo regras que ofereçam segurança jurídica tanto para cidadãos quanto para empresas e instituições.

A crescente presença da inteligência artificial em setores como educação, saúde, comunicação, indústria e serviços tem ampliado o debate sobre a necessidade de regulamentação. Especialistas apontam que a criação de normas específicas pode contribuir para aumentar a transparência dos sistemas automatizados, reduzir riscos e fortalecer a confiança no uso dessas ferramentas.

A expectativa é que a votação ainda em junho represente um passo decisivo para definir as diretrizes que irão orientar o desenvolvimento e a aplicação da inteligência artificial no Brasil nos próximos anos. O tema é considerado estratégico para a competitividade econômica e para a adaptação do país às novas demandas da era digital.

Com o avanço das discussões no Legislativo, o Brasil se aproxima de um dos debates mais relevantes da atualidade, envolvendo inovação, proteção de dados, ética digital e responsabilidade tecnológica. A definição das regras poderá influenciar diretamente o ambiente de negócios, a pesquisa científica e a relação da sociedade com as novas tecnologias.

Redação Saiba+

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Política

Governo Lula anuncia Lei de Reciprocidade após tarifas dos EUA

Palácio do Planalto classificou a medida norte-americana como um marco negativo nas relações bilaterais e informou que responderá com base na legislação brasileira.

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O governo federal anunciou que aplicará a Lei de Reciprocidade em resposta à decisão dos Estados Unidos de impor uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros. O posicionamento foi divulgado nesta quinta-feira (16), por meio de uma nota oficial do Palácio do Planalto.

No comunicado, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que o dia 15 de julho passará para a história das relações entre Brasil e Estados Unidos como um “marco lastimável”, em referência ao anúncio da nova política tarifária adotada pelo governo norte-americano.

A decisão de recorrer à Lei de Reciprocidade sinaliza uma reação oficial do Brasil às novas barreiras comerciais, permitindo ao país adotar medidas equivalentes diante de ações consideradas prejudiciais aos interesses nacionais. O objetivo, segundo o governo, é proteger a economia brasileira e preservar a competitividade dos produtos nacionais no mercado internacional.

A imposição da tarifa de 25% amplia as tensões comerciais entre os dois países e gera preocupação entre setores da indústria e do agronegócio, que acompanham os possíveis impactos sobre as exportações brasileiras para o mercado norte-americano.

Com a resposta anunciada pelo Palácio do Planalto, o cenário passa a ser acompanhado de perto por representantes do setor produtivo e do comércio exterior, enquanto o governo brasileiro avalia os próximos passos nas relações diplomáticas e comerciais com os Estados Unidos.

Redação Saiba+

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Política

MP investiga contratos da Prefeitura de Salvador com empresas sob suspeita

Inquérito Civil apura contratação de empresas citadas em investigação sobre suposto esquema de corrupção durante a gestão municipal.

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A Prefeitura de Salvador passou a ser alvo de um Inquérito Civil instaurado para apurar a contratação de empresas citadas em investigações relacionadas a um suposto esquema de corrupção. A medida foi formalizada por meio de uma portaria divulgada nesta quinta-feira (16).

O procedimento foi instaurado pelo promotor de Justiça Luciano Taques Ghignone, da 7ª Promotoria de Justiça de Proteção da Moralidade Administrativa e do Patrimônio Público da Capital, com o objetivo de verificar a regularidade dos contratos firmados pela administração municipal.

Segundo a portaria, o inquérito busca reunir informações e documentos que possam esclarecer as circunstâncias das contratações, além de avaliar se houve eventual descumprimento de normas da administração pública. A investigação faz parte das atribuições do Ministério Público na fiscalização da aplicação dos recursos públicos e da legalidade dos atos administrativos.

A abertura do procedimento não representa conclusão sobre a existência de irregularidades, mas marca o início de uma fase de coleta de elementos que poderão subsidiar o andamento das apurações. Durante essa etapa, poderão ser solicitados documentos, informações e esclarecimentos aos órgãos e pessoas envolvidas.

O Inquérito Civil tem como finalidade verificar os fatos e identificar eventual responsabilidade administrativa ou civil, caso sejam constatadas irregularidades. As investigações seguem sob responsabilidade do Ministério Público, que poderá adotar as medidas cabíveis conforme o avanço das diligências.

O caso amplia o acompanhamento sobre contratos públicos firmados pela administração municipal e reforça o papel dos órgãos de controle na fiscalização da gestão dos recursos públicos e da moralidade administrativa.

Redação Saiba+

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Política

Jaques Wagner critica Flávio Bolsonaro após tarifa dos EUA

Senador do PT afirmou que a postura do pré-candidato à Presidência demonstra falta de bom senso e nacionalismo após a confirmação de sobretaxa sobre produtos brasileiros.

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O senador Jaques Wagner (PT) voltou a fazer críticas ao pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) após a confirmação de uma sobretaxa de 25% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. As declarações foram feitas durante entrevista concedida nesta quinta-feira (16) à rádio Interativa FM, de Itabuna.

Durante a entrevista, Wagner classificou a postura de Flávio Bolsonaro e de sua família como uma “falta absoluta de bom senso e nacionalismo”, ao comentar os desdobramentos da medida anunciada pelo governo norte-americano.

O parlamentar defendeu que temas relacionados às relações comerciais e diplomáticas entre Brasil e Estados Unidos devem ser tratados com responsabilidade, considerando os possíveis impactos para a economia nacional e para os setores produtivos afetados pelas novas tarifas.

As declarações ocorrem em meio ao aumento das tensões políticas envolvendo a decisão dos Estados Unidos de aplicar uma sobretaxa sobre produtos brasileiros, assunto que tem gerado repercussão entre integrantes do governo federal e lideranças da oposição.

O debate sobre a medida segue mobilizando diferentes setores políticos, com troca de críticas e posicionamentos sobre as causas da decisão e seus efeitos para o comércio exterior brasileiro. A nova tarifa passou a ocupar espaço central nas discussões sobre política externa, economia e os impactos para as exportações do país.

Redação Saiba+

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