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Política

Bahia lança campanha contra assédio eleitoral

TRT-BA, TRE-BA e MPT-BA firmam parceria para combater pressões sobre trabalhadores durante o período eleitoral

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Com a proximidade das eleições, o assédio eleitoral voltou a ganhar atenção das instituições do Judiciário e do Ministério Público. Na Bahia, uma parceria entre o Tribunal Regional do Trabalho da Bahia (TRT-BA), o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) e o Ministério Público do Trabalho (MPT-BA) busca fortalecer as ações de prevenção e combate a esse tipo de abuso.

A parceria foi oficializada nesta sexta-feira (7), durante o lançamento da campanha “Aliança pelo Voto Livre e Secreto”, realizado no Fórum 2 de Julho, em Salvador.

A iniciativa tem como objetivo reforçar a proteção ao direito de escolha dos trabalhadores e conscientizar a sociedade sobre situações em que empregadores ou outras pessoas possam tentar pressionar, ameaçar ou constranger eleitores em razão de suas preferências políticas.

A campanha regional integra uma estratégia de alcance nacional que reúne o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Tribunal Superior do Trabalho (TST) e a Procuradoria-Geral do Trabalho, ampliando a atuação conjunta das instituições durante o período eleitoral.

O assédio eleitoral pode ocorrer em diferentes ambientes de trabalho e envolver práticas destinadas a interferir na liberdade de escolha do eleitor. Por isso, a atuação integrada das instituições busca facilitar a prevenção, a identificação e o encaminhamento de possíveis denúncias.

Com a campanha, os órgãos envolvidos também pretendem reforçar a importância do voto livre e secreto, princípio fundamental do processo democrático brasileiro.

A mobilização ocorre em um momento de intensificação das atividades relacionadas às eleições e busca garantir que trabalhadores possam exercer o direito ao voto sem sofrer qualquer tipo de pressão ou retaliação.

A parceria entre os órgãos baianos representa mais uma frente de atuação institucional para combater o assédio eleitoral e preservar a liberdade de escolha nas urnas.

Redação Saiba+

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Política

Aliados de Lula criticam decisão de Moraes

Petistas avaliam que restrição à visita dos filhos de Jair Bolsonaro pode fortalecer discurso de vitimismo e favorecer Flávio Bolsonaro.

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Aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) demonstraram, nos bastidores, preocupação com a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de impedir a visita dos filhos de Jair Bolsonaro ao pai no Dia dos Pais.

Segundo informações divulgadas pelo jornalista Igor Gadelha, do Metrópoles, integrantes do grupo político ligado a Lula avaliam que a medida pode produzir um efeito contrário ao esperado no cenário político.

Na avaliação desses aliados, a restrição pode reforçar o discurso de “vitimismo” adotado por setores bolsonaristas, ampliando a repercussão política em torno do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Outro ponto citado pelos lulistas é o possível impacto sobre a corrida eleitoral. Para esse grupo, a decisão de Moraes pode acabar favorecendo a projeção de Flávio Bolsonaro, que vem sendo apontado como um dos nomes ligados ao campo bolsonarista para a disputa pelo Palácio do Planalto.

A avaliação ocorre em meio à crescente disputa política envolvendo integrantes da família Bolsonaro e decisões judiciais relacionadas ao ex-presidente. O episódio também deve continuar sendo explorado no debate público entre grupos de oposição e aliados do governo federal.

Apesar das críticas nos bastidores, a decisão partiu do ministro Alexandre de Moraes no âmbito do STF e envolve restrições relacionadas às visitas a Jair Bolsonaro. A repercussão política da medida, porém, passou a preocupar integrantes do próprio campo governista, diante da possibilidade de fortalecer a narrativa utilizada pelos adversários.

O episódio evidencia como decisões judiciais envolvendo figuras de grande projeção política podem gerar efeitos que ultrapassam o âmbito jurídico e repercutem diretamente no cenário eleitoral.

Redação Saiba+

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Política

Suspeito de matar mulher é preso na Bahia

Homem de 41 anos foi localizado às margens da BR-101, em Presidente Tancredo Neves, após apresentar nome falso durante abordagem

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Um homem de 41 anos, suspeito de matar Fernanda Higino de Sousa, foi preso às margens da BR-101, no município de Presidente Tancredo Neves, no sul da Bahia.

A prisão ocorreu durante uma abordagem realizada por policiais civis e militares. Segundo as informações divulgadas sobre o caso, o suspeito teria utilizado um nome falso para tentar dificultar sua identificação durante a ação policial.

Após a abordagem, os agentes constataram a verdadeira identidade do homem e deram cumprimento à prisão relacionada à investigação da morte de Fernanda Higino de Sousa.

O caso segue sob investigação das autoridades, que deverão apurar as circunstâncias do crime e reunir elementos para esclarecer a participação do suspeito na morte da mulher.

A localização do investigado às margens da BR-101 representa mais uma etapa das diligências realizadas pelas forças de segurança para localizar suspeitos de crimes na região.

O homem foi encaminhado para os procedimentos legais e permanece à disposição da Justiça. As circunstâncias da prisão e os detalhes da investigação deverão ser esclarecidos no decorrer do processo.

Redação Saiba+

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Política

Cinegrafista da GloboNews é retirado de debate

Profissional foi afastado das áreas do Grupo Bandeirantes após ser acusado de agredir um fotógrafo durante cobertura eleitoral

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Um cinegrafista da GloboNews, que não teve a identidade divulgada, foi retirado das áreas do Grupo Bandeirantes durante a cobertura do primeiro debate eleitoral para o governo de São Paulo, realizado na noite deste domingo (9).

Segundo as informações divulgadas sobre o episódio, o profissional teria agredido um fotógrafo durante a cobertura do evento. Após a ocorrência, ele foi retirado das dependências destinadas à imprensa e às equipes que acompanhavam o debate.

O episódio aconteceu em meio à movimentação de jornalistas e profissionais de comunicação que participavam da cobertura do primeiro debate eleitoral para governador de São Paulo.

A situação chamou atenção durante o evento, que reuniu candidatos e equipes de diferentes veículos de comunicação para acompanhar a disputa pelo governo paulista.

O profissional envolvido não teve o nome divulgado nas informações disponíveis sobre o caso. Também não foram apresentados detalhes sobre as circunstâncias que antecederam a suposta agressão.

A retirada do cinegrafista das áreas do Grupo Bandeirantes ocorreu ainda durante a cobertura do debate.

Redação Saiba+

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