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Política

Geraldo Júnior assume governo da Bahia durante viagem de Jerônimo

Vice-governador ocupa interinamente o cargo e reforça protagonismo institucional ao liderar o Executivo mais uma vez

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Vice assume a chefia do Executivo baiano durante viagem do governador ao exterior | Bnews - Divulgação Ricardo Stuckert

O vice-governador da Bahia, Geraldo Júnior (MDB), assumiu interinamente o comando do Governo do Estado nesta quarta-feira (18), durante a viagem internacional do governador Jerônimo Rodrigues (PT) à Índia e à Coreia do Sul, onde integra uma agenda oficial ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Com a nova transmissão de cargo, Geraldo Júnior consolida-se como o vice que mais vezes esteve à frente do Executivo baiano, reforçando sua presença institucional e ampliando sua participação nas decisões estratégicas do Estado. A interinidade ocorre enquanto Jerônimo cumpre compromissos diplomáticos voltados à inovação, desenvolvimento econômico e parcerias internacionais.

Segundo o governo, a continuidade administrativa está garantida, e Geraldo Júnior seguirá acompanhando as ações prioritárias em andamento, mantendo diálogo com secretarias e órgãos estaduais.
A sucessão temporária reafirma a sintonia entre governador e vice, além de fortalecer a atuação conjunta da gestão.

A expectativa é que Jerônimo retorne ao Brasil após cumprir a agenda oficial nos dois países asiáticos, retomando o comando do Executivo nos próximos dias.

Redação Saiba+

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Política

Pesquisa mostra Lula à frente de Flávio Bolsonaro em 2026

Levantamento Nexus/BTG aponta disputa apertada em possível segundo turno entre o presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro.

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Os votos brancos, nulos ou em nenhum candidato somam 9%, e 1% dos entrevistados não souberam ou não responderam | Bnews - Divulgação Ricardo Stuckert

Uma pesquisa Nexus/BTG divulgada nesta segunda-feira (25) revelou um cenário de forte polarização para a eleição presidencial de 2026. De acordo com o levantamento, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 47% das intenções de voto em um eventual segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), que soma 43%.

O estudo mostra uma disputa equilibrada entre os dois nomes ligados aos principais grupos políticos do país. Ainda segundo a pesquisa, os votos brancos, nulos ou em nenhum candidato representam 9% do total, enquanto 1% dos entrevistados não souberam ou preferiram não responder.

O levantamento reforça a permanência da polarização política nacional entre campos liderados pelo PT e pelo grupo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Flávio Bolsonaro, senador pelo Rio de Janeiro e filho do ex-presidente, surge como um dos principais nomes do PL para a sucessão presidencial de 2026.

Já o presidente Lula segue como principal liderança do Partido dos Trabalhadores e mantém forte influência no cenário político brasileiro. A pesquisa indica que, mesmo distante do período eleitoral oficial, a corrida presidencial já começa a movimentar partidos e lideranças em todo o país.

Analistas políticos avaliam que o cenário ainda pode sofrer mudanças significativas nos próximos meses, especialmente diante do impacto da economia, das alianças partidárias e da popularidade dos governos estaduais e federal.

A divulgação do levantamento também intensifica debates sobre possíveis candidaturas, estratégias eleitorais e composição de alianças para a disputa de 2026. Nos bastidores, partidos já iniciam articulações visando fortalecer bases políticas e ampliar espaço no eleitorado.

A pesquisa Nexus/BTG contribui para medir tendências iniciais do eleitorado brasileiro e projeta um cenário competitivo caso a eleição presidencial fosse realizada atualmente.

Redação Saiba+

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Política

Quinho Tigre negocia suplência de Wagner em 2026

Ex-prefeito de Belo Campo confirma articulações para integrar chapa governista ao Senado com apoio do PSD baiano.

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Quinho Tigre, ex-prefeito de Belo Campo, confirma negociações para assumir a suplência do senador Jaques Wagner na chapa de 2026 | Bnews - Divulgação Reprodução

O ex-prefeito de Belo Campo, Quinho Tigre (PSD), confirmou que está em negociação para assumir a suplência do senador Jaques Wagner (PT) na chapa governista que disputará as eleições de 2026 na Bahia. O movimento político vinha sendo especulado nos bastidores nas últimas semanas e ganhou força após a confirmação do próprio ex-gestor municipal.

Segundo Quinho Tigre, as conversas foram conduzidas com articulação direta do senador Otto Alencar (PSD), principal liderança da legenda no estado e presidente estadual do partido. A possível composição reforça a estratégia de ampliação da base aliada do governo estadual para o próximo ciclo eleitoral.

A eventual presença de Quinho Tigre como suplente de Jaques Wagner representa um gesto de fortalecimento político entre PT e PSD, duas das principais forças da base governista na Bahia. O ex-prefeito também possui forte ligação com lideranças municipalistas, especialmente após ter presidido a União dos Prefeitos da Bahia (UPB).

Nos bastidores, aliados avaliam que a composição pode ampliar a influência política da chapa no interior do estado, principalmente na região Sudoeste da Bahia, onde Quinho Tigre consolidou espaço político ao longo dos últimos anos.

Embora as negociações ainda estejam em andamento, a confirmação pública do diálogo sinaliza avanço nas definições para a disputa eleitoral de 2026. O grupo governista busca construir uma chapa competitiva e manter a aliança entre partidos que sustentam a atual base política estadual.

Jaques Wagner, uma das principais lideranças do PT nacional, segue como nome estratégico dentro do cenário político baiano. Já o PSD, comandado por Otto Alencar no estado, continua desempenhando papel decisivo nas articulações eleitorais e na composição de alianças.

O cenário político para 2026 começa a ganhar movimentações importantes, com partidos intensificando conversas e definições de possíveis candidaturas majoritárias e alianças regionais na Bahia.

Redação Saiba+

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Política

Moraes é notificado nos EUA em ação movida por Rumble e Trump Media

Ministro do STF terá prazo de 21 dias para responder processo apresentado pela plataforma Rumble e pela empresa ligada ao presidente Donald Trump nos Estados Unidos.

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Advogado confirma intimação judicial e alerta sobre o prazo para defesa de Moraes em tribunal americano | Bnews - Divulgação Marcelo Camargo

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, foi oficialmente notificado por e-mail sobre uma ação judicial protocolada nos Estados Unidos pela plataforma de vídeos Rumble e pela Trump Media & Technology Group, empresa associada ao ex-presidente norte-americano Donald Trump.

De acordo com informações divulgadas, o magistrado brasileiro terá 21 dias para apresentar resposta formal ao processo, que tramita na Justiça norte-americana. O caso amplia a repercussão internacional envolvendo decisões do STF relacionadas à atuação de plataformas digitais e ao controle de conteúdos publicados nas redes sociais.

A ação judicial ocorre em meio ao debate global sobre liberdade de expressão, atuação das big techs e limites da moderação de conteúdo nas plataformas online. As empresas alegam questionamentos sobre medidas determinadas pelo ministro brasileiro que teriam impacto direto sobre usuários e serviços digitais com atuação internacional.

Nos últimos meses, decisões do STF envolvendo bloqueios de perfis, remoção de conteúdos e investigações ligadas à disseminação de informações falsas ganharam destaque fora do Brasil. O episódio envolvendo a Rumble e a Trump Media reforça o cenário de tensão entre autoridades judiciais e empresas de tecnologia.

Especialistas avaliam que o desdobramento do processo pode gerar repercussões diplomáticas e jurídicas, principalmente por envolver diferentes sistemas legais entre Brasil e Estados Unidos. Além disso, o caso pode abrir precedentes para discussões internacionais sobre jurisdição digital e soberania das decisões judiciais.

A notificação por e-mail segue procedimentos previstos na legislação norte-americana para comunicações internacionais em determinados processos civis. Até o momento, não houve manifestação oficial pública do ministro Alexandre de Moraes sobre o conteúdo da ação.

O caso continua sendo acompanhado de perto por setores políticos, jurídicos e tecnológicos, diante do impacto que a disputa pode provocar nas relações entre plataformas digitais e autoridades públicas em diferentes países.

Redação Saiba+

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