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Fundação José Silveira e MPBA firmam parceria para inclusão de jovens

Projeto Na Medida Certa vai promover formação cidadã, qualificação profissional e oportunidades para adolescentes e jovens em cumprimento ou egressos de medidas socioeducativas.

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A Fundação José Silveira (FJS) e o Ministério Público do Estado da Bahia (MPBA) oficializaram, nesta quarta-feira, a assinatura de um Termo de Colaboração para a execução do Projeto Na Medida Certa, iniciativa que busca fortalecer a inclusão social, ampliar oportunidades e promover a qualificação profissional de adolescentes e jovens em cumprimento ou egressos de medidas socioeducativas.

A parceria é coordenada pelo Centro de Apoio Operacional da Criança e do Adolescente (CAOCA), do MPBA, em conjunto com a Fundação José Silveira, o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania e a Fundação da Criança e do Adolescente (FUNDAC), por meio do Convênio nº 935987/2022.

O projeto tem como objetivo oferecer capacitação profissional, formação cidadã e ações de fortalecimento da autonomia, criando condições para que os participantes possam construir novas perspectivas de vida e ampliar suas possibilidades de inserção no mercado de trabalho.

Além da qualificação, a iniciativa pretende estimular o desenvolvimento de competências pessoais e sociais, contribuindo para a reintegração dos jovens à sociedade e reduzindo os fatores de vulnerabilidade que podem favorecer a reincidência em atos infracionais.

A atuação integrada entre instituições públicas e entidades parceiras reforça o compromisso com a proteção dos direitos da infância e da juventude, incentivando políticas públicas voltadas à educação, à inclusão social e ao acesso a oportunidades para adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade.

Com a formalização do acordo, o Projeto Na Medida Certa passa a fortalecer a rede de atendimento socioeducativo na Bahia, ampliando o alcance de ações que unem educação, cidadania, qualificação profissional e promoção da inclusão social.

Redação Saiba+

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STF mantém decisão que obriga Promédica a internar paciente na Bahia

Ministra Cármen Lúcia rejeita recurso do plano de saúde e mantém determinação para tratamento especializado de idosa em hospital de Camaçari.

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A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), manteve a decisão da Justiça da Bahia que obriga a Promédica a custear a internação de uma paciente de 62 anos no Hospital da Obesidade, localizado na Estrada do Coco, em Camaçari. A magistrada rejeitou a ação apresentada pelo plano de saúde, que buscava suspender a liminar concedida em favor da beneficiária.

Na ação, a operadora alegava que o tratamento indicado não integra o rol de procedimentos obrigatórios da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). No entanto, a ministra entendeu que não havia fundamentos suficientes para modificar a decisão já proferida pela Justiça baiana, preservando o direito da paciente ao atendimento especializado.

De acordo com os autos do processo, a mulher apresenta obesidade grau 3, com Índice de Massa Corporal (IMC) de 47, além de hipertensão arterial, transtorno bipolar e severas limitações de mobilidade. O quadro clínico foi considerado complexo pelos profissionais responsáveis pelo acompanhamento médico.

Os relatórios apresentados à Justiça apontam que a realização de uma cirurgia bariátrica foi descartada em razão do alto risco cirúrgico, tornando inviável esse tipo de procedimento. Diante desse cenário, a internação em unidade especializada, com acompanhamento de equipe multidisciplinar, foi indicada como a alternativa terapêutica mais adequada para o tratamento da paciente.

Com a decisão do STF, permanece válida a determinação para que a Promédica garanta a internação e o tratamento recomendado pela equipe médica. O caso reforça o entendimento de que a cobertura assistencial pode ser assegurada judicialmente quando houver comprovação da necessidade clínica e da imprescindibilidade do tratamento prescrito, especialmente em situações que envolvem riscos à saúde e à integridade do paciente.

Redação Saiba+

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Parlamento Europeu rejeita restrição à soja brasileira

Moção aprovada por comissão do Parlamento Europeu preserva exportações do grão e é comemorada por produtores do Brasil, Argentina e Europa

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O Comitê da Indústria, Pesquisa e Energia (ITRE) do Parlamento Europeu aprovou uma moção contrária à proposta que previa a inclusão da soja em uma lista de restrições para uso no continente europeu. A decisão representa um alívio para o setor produtivo, uma vez que a medida poderia impactar diretamente as exportações brasileiras do grão para a União Europeia.

A proposta fazia parte de uma iniciativa apresentada pela Comissão Europeia, órgão executivo da União Europeia, dentro da estratégia de ampliar a participação de fontes de energia limpa até 2030. Caso fosse aprovada, a inclusão da soja na lista de restrições poderia afetar o comércio internacional do produto e gerar reflexos para importantes países exportadores.

Em 2025, o Brasil exportou aproximadamente seis milhões de toneladas de soja para o bloco europeu, consolidando a União Europeia como um dos principais destinos do produto brasileiro. O setor avaliava com preocupação a possibilidade de mudanças que pudessem comprometer esse fluxo comercial.

A decisão do comitê foi recebida de forma positiva por entidades representativas de produtores de soja do Brasil, da Argentina e da Europa, que consideraram a medida importante para preservar a competitividade do mercado e garantir segurança nas relações comerciais entre os países envolvidos.

Com a aprovação da moção, o debate sobre as regras relacionadas ao uso da soja no mercado europeu permanece em discussão, mas o resultado reforça a importância do diálogo entre autoridades, produtores e representantes do setor agrícola diante das políticas voltadas à sustentabilidade e ao comércio internacional.

Redação Saiba+

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Brasil

Cesta básica sobe em 17 capitais no mês de junho

Pesquisa do Dieese aponta aumento no custo dos alimentos na maior parte do país, enquanto outras capitais registraram queda nos preços

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O custo da cesta básica registrou aumento em 17 capitais brasileiras durante o mês de junho, conforme aponta a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos. O levantamento revela que, nas demais capitais e no Distrito Federal, houve redução no valor médio dos produtos que compõem a alimentação básica das famílias.

O estudo é divulgado mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em parceria com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A pesquisa acompanha a variação dos preços dos principais alimentos consumidos pelos brasileiros e serve como referência para análises sobre o custo de vida e o poder de compra da população.

De acordo com o levantamento, a alta da cesta básica em grande parte das capitais reflete as oscilações nos preços de alimentos essenciais, influenciadas por fatores como oferta, demanda, condições climáticas e custos de produção. Já nas localidades onde houve redução, o comportamento do mercado contribuiu para aliviar parcialmente as despesas com alimentação.

O acompanhamento mensal da cesta básica é considerado um importante indicador da inflação dos alimentos e auxilia na avaliação dos impactos econômicos sobre o orçamento das famílias brasileiras, especialmente aquelas de menor renda.

Os dados reforçam a importância do monitoramento constante dos preços dos alimentos e das políticas voltadas à segurança alimentar, diante das variações registradas no custo dos produtos essenciais em diferentes regiões do país.

Redação Saiba+

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