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Política

Bruno Reis evita posicionamento sobre anistia e diz que União Brasil ainda vai deliberar sobre o tema

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O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), declarou nesta segunda-feira (7) que o partido ainda não definiu posição oficial sobre a proposta de anistia aos envolvidos nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023, em Brasília. Segundo ele, o tema será discutido internamente pela Executiva Nacional do União Brasil.

“O União Brasil ainda vai decidir qual o posicionamento. A gente vai ter uma reunião da Executiva Nacional para tomar uma decisão. Em breve, o partido será convocado para que possa se posicionar sobre esse assunto”, afirmou Bruno.

Questionado sobre sua opinião pessoal, o prefeito preferiu não antecipar qualquer posicionamento.

“Vou aguardar o partido, conhecer com maior profundidade o processo para tomar uma decisão”, disse.

Bruno também já havia comentado o tema recentemente. Em 27 de março, ao ser questionado sobre o processo contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Supremo Tribunal Federal (STF), ele afirmou esperar que o ex-mandatário tenha um “julgamento justo”.

Reprodução: Instagram

As declarações do prefeito ocorrem um dia após o ato em defesa da anistia, convocado por Jair Bolsonaro em São Paulo, reunindo apoiadores e lideranças políticas do campo conservador.

Redação Saiba+

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Política

Marcelino Galo defende Jerônimo após polêmica no 2 de Julho

Ex-deputado afirma que episódio durante cortejo foi provocado por adversária política e critica tentativa de transformar situação em agressão

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O ex-deputado estadual Marcelino Galo (PT) saiu em defesa do governador Jerônimo Rodrigues após a repercussão de um episódio ocorrido durante o tradicional cortejo do 2 de Julho, em Salvador. Segundo o petista, a situação foi resultado de uma provocação política e não pode ser interpretada como um ato de agressão por parte do chefe do Executivo baiano.

Durante declaração à imprensa, Marcelino Galo afirmou que houve uma tentativa de distorcer os fatos para gerar desgaste político ao governador. De acordo com ele, a abordagem feita durante o evento foi planejada com o objetivo de provocar uma reação e, posteriormente, explorar o episódio no debate político.

“Ela abordou o governador, criou a provocação e depois tentaram vender a cena como se Jerônimo tivesse agredido alguém. Isso é método de quem não faz debate político limpo”, declarou o ex-parlamentar ao comentar a repercussão do caso.

Galo também afirmou que Cristiele Santos não participou do cortejo apenas como cidadã, mas na condição de adversária política do governo estadual. Segundo o ex-deputado, ela disputou uma eleição para vereadora pelo antigo Democratas, legenda que posteriormente integrou o União Brasil após fusão com o PSL.

Ainda conforme Marcelino Galo, Cristiele mantém ligação política com o ex-prefeito de Camaçari, Elinaldo Araújo, aliado do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto. Para o petista, esse contexto reforça a natureza política da abordagem realizada durante as comemorações da Independência da Bahia.

A declaração amplia o debate em torno do episódio registrado no cortejo do 2 de Julho, que reuniu autoridades, lideranças políticas e milhares de pessoas nas ruas de Salvador. O caso segue repercutindo entre representantes de diferentes grupos políticos, enquanto manifestações sobre o ocorrido continuam movimentando o cenário estadual.

Redação Saiba+

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Política

Lula pede campanha sem ataques no Ceará

Presidente orienta Elmano de Freitas a manter o nível do debate eleitoral durante disputa pela reeleição ao governo estadual

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Durante agenda oficial no Ceará, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez um apelo público ao governador Elmano de Freitas (PT) para que conduza a campanha à reeleição com foco em propostas e sem recorrer a ataques pessoais. A declaração foi feita em meio às articulações políticas para as eleições e ganhou repercussão no cenário nacional.

Em seu discurso, Lula afirmou que Elmano não deve fazer “jogo rasteiro” nem “abaixar o nível” durante a disputa eleitoral, reforçando a importância de preservar um ambiente de respeito e diálogo ao longo da campanha.

O governador cearense deve enfrentar nas urnas o ex-ministro Ciro Gomes (PSDB), que se uniu ao PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, em uma aliança política voltada à disputa pelo comando do Palácio da Abolição, sede do governo estadual.

A fala de Lula ocorre em um momento de intensificação das articulações eleitorais, com partidos consolidando alianças e definindo estratégias para a corrida ao governo do Ceará. O presidente destacou que o debate político deve priorizar projetos e ideias voltadas ao desenvolvimento do estado, evitando confrontos que possam elevar o tom da campanha.

A disputa pelo governo cearense é considerada uma das mais relevantes do cenário político nacional, reunindo lideranças de diferentes grupos e ampliando a expectativa em torno do processo eleitoral. A orientação de Lula busca reforçar a defesa de uma campanha pautada pelo respeito entre os candidatos, em meio ao aumento da movimentação política no estado.

Com o avanço do calendário eleitoral, a tendência é que os principais grupos políticos intensifiquem suas agendas e apresentem propostas para conquistar o eleitorado cearense, mantendo o Ceará como um dos estados de maior atenção nas eleições.

Redação Saiba+

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Política

PEC do fim da escala 6×1 deve ficar para depois de agosto

Tramitação no Senado avança lentamente e aliados do governo admitem que proposta só deverá ser votada após o recesso legislativo

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A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da jornada de trabalho no modelo 6×1 e propõe novas regras para a organização da carga horária dos trabalhadores brasileiros deverá ter sua votação adiada para depois do mês de agosto. A avaliação é de aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que reconhecem a dificuldade de concluir a análise da matéria antes do recesso parlamentar.

Segundo interlocutores do governo, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), tem demonstrado sinais considerados dúbios sobre a condução do debate da proposta, o que contribui para a expectativa de que a tramitação permaneça sem definição nas próximas semanas.

A previsão representa uma mudança em relação às expectativas iniciais do Palácio do Planalto, que esperava ver o tema avançar antes do início do recesso legislativo, marcado para 18 de julho. Com o novo cenário, a discussão deverá ser retomada somente após o retorno das atividades no Congresso Nacional.

A PEC é considerada estratégica por aliados do governo federal, que enxergam na proposta um tema de grande repercussão junto à população. A expectativa é que a discussão sobre mudanças na jornada de trabalho possa ganhar destaque no cenário político e nas futuras agendas legislativas.

O texto foi aprovado pela Câmara dos Deputados em 27 de maio e, desde então, aguarda andamento no Senado Federal. Até o momento, a proposta ainda não avançou para novas etapas de tramitação na Casa.

Caso seja analisada pelos senadores, a PEC seguirá os procedimentos previstos para alterações constitucionais, incluindo debates, votações e quórum qualificado para eventual aprovação. Enquanto isso, trabalhadores, empregadores e representantes de diferentes setores acompanham os desdobramentos da proposta, que pode provocar mudanças significativas nas relações de trabalho no país.

Redação Saiba+

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