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Política

Lula lidera cenários para 2026, diz Datafolha

Pesquisa mostra petista à frente no primeiro e no segundo turno; rejeição à direita cresce com apoio a Trump e desgaste do bolsonarismo

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O petista amplia vantagem sobre Bolsonaro e Tarcísio / Reprodução

A mais recente pesquisa do Datafolha aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entrou em 2026 com vantagem consolidada sobre seus principais adversários em todos os cenários testados. A sondagem mostra crescimento da margem de Lula tanto no primeiro quanto no segundo turno, em relação à pesquisa anterior.

No primeiro turno, Lula aparece com 39% das intenções de voto, contra 33% de Jair Bolsonaro (PL), ampliando em cinco pontos a diferença registrada no levantamento passado. Mesmo inelegível, Bolsonaro continua sendo testado para fins de comparação, repetindo estratégia semelhante à de Lula em 2018.

Além do ex-presidente, outros nomes ligados ao bolsonarismo foram derrotados com folga pelo petista:

  • Eduardo Bolsonaro (PL-SP): Lula 39% x 20%
  • Flávio Bolsonaro (PL-RJ): Lula 40% x 18%
  • Michelle Bolsonaro (PL-DF): Lula 39% x 24%

No confronto com Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), considerado hoje o nome mais viável da direita, Lula também se mantém à frente com 38% contra 21%, em cenário de estabilidade.

Outros nomes testados incluem Ratinho Jr. (PSD-PR), que registra entre 10% e 14% nos cenários mais competitivos, e Romeu Zema (Novo-MG), que aparece em desvantagem de 46% a 36% em um eventual segundo turno contra o petista. Ronaldo Caiado (União-GO) também perderia por 47% a 35%.

No segundo turno, Lula rompeu os empates técnicos anteriores e passou a liderar numericamente com margem:

  • Lula 47% x 43% Bolsonaro
  • Lula 45% x 41% Tarcísio
  • Lula 48% x 40% Michelle
  • Lula 49% x 37% Eduardo
  • Lula 48% x 37% Flávio

No campo governista, Fernando Haddad (PT) e Geraldo Alckmin (PSB) enfrentam disputas acirradas quando Lula é retirado da simulação. Tarcísio vence Haddad por 43% a 37%, e empata tecnicamente com Alckmin (40% x 38%).

A rejeição ainda é um desafio para os líderes da polarização:

  • Lula tem 47% de rejeição
  • Bolsonaro, 44%
  • Michelle, 38%
  • Eduardo, 36%
  • Flávio, 37%

nomes menos expostos nacionalmente como Tarcísio (17%), Ratinho Jr. (21%) e Zema (22%) aparecem com menor rejeição, o que pode beneficiar suas candidaturas em uma eleição aberta.

A pesquisa do Datafolha foi realizada nos dias 29 e 30 de julho, com 2.004 eleitores entrevistados em 130 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos

Redação Saiba+

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Política

Lentidão da PF para avançar no caso do INSS envolvendo Lulinha incomoda Mendonça

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Roberta Luchsinger, Lulinha e outra amiga, Priscilla Bittar: pagamento pelo serviço de lobby seria de 25 milhões de reais.Redes sociais

Chegou ao Planalto uma informação que alarmou Lula, segundo um aliado. Relator do escândalo do INSS no Supremo, o ministro André Mendonça teria cobrado a Polícia Federal sobre uma suposta inércia nas investigações contra Lulinha.

Pelo relato levado ao palácio, o ministro teria questionado a ausência de diligências contra o filho de Lula. A PF já poderia ter pedido pelo menos a apreensão do passaporte de Lulinha.

Diante das cobranças, investigadores da PF ouvidos pelo Radar ponderaram que o trabalho em relação ao filho de Lula está, sim, avançando. A leitura é de que o caso evolui ancorado em provas. “O concreto é que há um relato sobre pagamentos ao Lulinha. Quem operaria isso está preso pela PF e sendo investigado”, diz uma fonte da instituição.

Redação Saiba+

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Política

Otto Alencar desmente rumores sobre possível filiação de ACM Neto ao PSD

Senador nega encontro entre o pré-candidato e Gilberto Kassab e reforça que informação não procede

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Senador destaca que tentativas de desestabilizar o PSD Bahia não terão sucesso, garantindo a unidade do partido | Bnews - Divulgação Devid Santana

O senador e presidente do PSD na Bahia, Otto Alencar, utilizou suas redes sociais nesta terça-feira (3) para desmentir a informação de que o pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União), teria se reunido com o presidente nacional da sigla, Gilberto Kassab, para discutir uma eventual filiação ao partido.

Segundo Otto, a notícia não tem qualquer fundamento e não corresponde à realidade das articulações internas do PSD. O senador destacou que a legenda mantém sua linha de atuação definida e que não houve qualquer encontro entre Kassab e ACM Neto com esse propósito.

A manifestação pública de Otto Alencar ocorre após a circulação de rumores em bastidores políticos e redes sociais, que levantaram especulações sobre possíveis movimentações partidárias envolvendo o ex-prefeito de Salvador. Ao negar a informação, o senador buscou estabelecer clareza e evitar interpretações equivocadas sobre o posicionamento do PSD na Bahia.

O episódio evidencia o ambiente de intensa disputa e especulação que costuma marcar o período pré-eleitoral, reforçando a importância de informações oficiais para evitar distorções no debate público.

Redação Saiba+

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Política

CPMI do INSS deve protocolar convocação que preocupa Flávio Bolsonaro

Requerimento previsto para esta semana pode atingir diretamente o senador e pré‑candidato à Presidência, segundo apuração de bastidores.

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ocumentos revelam conexões entre Flávio Bolsonaro e o núcleo de fraudes do INSS, levantando suspeitas sobre sua atuação. | Bnews - Divulgação Beto Barata

Um requerimento de convocação deve ser protocolado ainda nesta semana na Comissão Mista Parlamentar de Inquérito (CPMI) do INSS, movimentando os bastidores políticos em Brasília. A medida, segundo informações divulgadas pela coluna de Lauro Jardim, tem potencial para preocupar o senador e pré‑candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL).

Embora os detalhes do documento ainda não tenham sido oficialmente divulgados, a expectativa é de que o requerimento trate de temas sensíveis relacionados às investigações conduzidas pela CPMI, que apura possíveis irregularidades no Instituto Nacional do Seguro Social. A eventual convocação pode ampliar a pressão sobre o senador em um momento estratégico, às vésperas da consolidação das pré‑candidaturas para a disputa presidencial.

A movimentação dentro da comissão indica que parlamentares pretendem aprofundar a apuração e ampliar o escopo de depoimentos, o que pode gerar novos desdobramentos políticos. O clima é de atenção redobrada entre aliados e adversários, que acompanham de perto os próximos passos da CPMI.

O protocolo do requerimento deve intensificar o debate no Congresso e colocar novamente em evidência a atuação da comissão, que se tornou um dos focos de tensão no cenário político nacional.

Redação Saiba+

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