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Polícia

Deolane é levada à Delegacia após operação contra lavagem de dinheiro

Influenciadora digital e advogada foi presa durante ação do MP-SP e da Polícia Civil que investiga suposta ligação financeira com o PCC

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Deolane Bezerra chega à sede da Polícia Civil em São Paulo — Foto: Maria Isabel Oliveira

A influenciadora digital e advogada Deolane Bezerra chegou há pouco à Delegacia Geral da Polícia Civil, localizada no centro de São Paulo, após ser presa durante a Operação Vérnix. A ação foi deflagrada pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) em conjunto com a Polícia Civil para investigar um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado à facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

De acordo com as investigações, a operação busca identificar movimentações financeiras consideradas suspeitas e possíveis conexões entre integrantes da organização criminosa e empresas utilizadas para ocultação de recursos ilícitos. A prisão de Deolane ocorreu na residência da influenciadora, durante o cumprimento de mandados judiciais expedidos pela Justiça paulista.

A chegada da advogada à sede da Polícia Civil movimentou a região central da capital paulista e atraiu a atenção da imprensa e de curiosos. Conhecida nas redes sociais por sua forte presença digital e por polêmicas envolvendo sua vida pública, Deolane voltou a ocupar os assuntos mais comentados da internet após a divulgação da operação.

O Ministério Público informou que a Operação Vérnix faz parte de uma força-tarefa voltada ao combate ao crime organizado e à lavagem de dinheiro. Os investigadores apuram se empresas e pessoas físicas teriam sido utilizadas para movimentar valores oriundos de atividades ilegais relacionadas ao PCC.

Até o momento, a defesa de Deolane Bezerra ainda não divulgou posicionamento oficial sobre as acusações investigadas pelas autoridades. O caso segue em andamento e novas diligências não estão descartadas.

Redação Saiba+

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Polícia

Bebê e três adolescentes são resgatados de maus-tratos em Goiás

Crianças e adolescentes viviam em condições insalubres; casal foi preso em flagrante após denúncia encaminhada ao Conselho Tutelar

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Um bebê e três adolescentes, de 12, 14 e 17 anos, foram resgatados de uma situação de maus-tratos e condições insalubres durante uma ação da Guarda Civil Municipal (GCM) no bairro Chácara São Pedro, em Aparecida de Goiânia (GO). A ocorrência foi registrada na segunda-feira (6), após uma denúncia que mobilizou as autoridades.

De acordo com as informações divulgadas, a mãe das vítimas e o marido foram presos em flagrante por suspeita de envolvimento nos maus-tratos. A ação ocorreu após o Conselho Tutelar receber uma denúncia anônima encaminhada por meio de uma carta, que relatava as condições em que as crianças e os adolescentes estariam vivendo.

Ao chegarem ao imóvel, as equipes encontraram os quatro menores em um ambiente considerado insalubre, com indícios de negligência e violações dos direitos das crianças e adolescentes. Diante da situação, os agentes realizaram o resgate imediato das vítimas e acionaram os órgãos responsáveis pelo atendimento e proteção.

Após o resgate, o bebê e os adolescentes foram encaminhados para acompanhamento dos serviços de assistência social e da rede de proteção à infância e adolescência, onde receberão atendimento especializado e terão a situação familiar avaliada pelas autoridades competentes.

O caso segue sob investigação para apurar todas as circunstâncias dos fatos e verificar há quanto tempo as vítimas viviam nessas condições. As autoridades reforçam a importância das denúncias anônimas, que podem ser fundamentais para identificar situações de violência, abandono e maus-tratos contra crianças e adolescentes.

Redação Saiba+

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Polícia

Operação mira rede de postos por suspeita de lavagem de dinheiro

Sexta fase da Operação Unha e Carne investiga movimentação de R$ 7,6 bilhões e apura supostas ligações entre agentes públicos e grupos criminosos

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A 6ª fase da Operação Unha e Carne, deflagrada na manhã desta terça-feira (7), teve como foco uma investigação sobre um suposto esquema de lavagem de dinheiro envolvendo uma rede de postos de combustíveis que, segundo as apurações, teria movimentado cerca de R$ 7,6 bilhões.

A operação faz parte de uma investigação mais ampla que busca esclarecer possíveis conexões entre agentes públicos e organizações criminosas com atuação no estado do Rio de Janeiro. As diligências incluem o cumprimento de medidas autorizadas pela Justiça para aprofundar a coleta de provas e o avanço das investigações.

Entre os principais alvos da ação está Márcio Canella, ex-prefeito de Belford Roxo e pré-candidato ao Senado pelo União Brasil. Também figura entre os investigados o delegado Marcus Amim, ex-secretário estadual de Polícia Civil, além de outros agentes ligados à corporação.

De acordo com as investigações, o grupo é suspeito de integrar uma estrutura financeira que teria sido utilizada para ocultar e movimentar recursos de origem supostamente ilícita por meio de empresas do setor de combustíveis. As autoridades apuram a extensão da movimentação financeira e a eventual participação de cada um dos investigados.

A nova etapa da Operação Unha e Carne reforça o trabalho das autoridades no combate à lavagem de dinheiro, ao crime organizado e à corrupção. As investigações seguem em andamento, e os fatos ainda serão analisados no decorrer do processo, assegurando aos investigados o direito ao contraditório e à ampla defesa.

Redação Saiba+

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Polícia

MP-BA cobra esclarecimentos sobre segurança no Salvador Shopping

Empreendimento terá dez dias úteis para apresentar protocolos de segurança após investigação sobre o sequestro de três mulheres no estacionamento.

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O Ministério Público da Bahia (MP-BA) determinou que o Salvador Shopping apresente, no prazo de dez dias úteis, informações detalhadas sobre os protocolos de segurança adotados no estacionamento do empreendimento. A medida integra um procedimento instaurado para apurar as circunstâncias do sequestro de três mulheres, registrado no local em março deste ano.

A decisão foi publicada nesta segunda-feira (6) e é assinada pelo promotor de Justiça Saulo Murilo de Oliveira Mattos, titular da 3ª Promotoria de Justiça do Consumidor de Salvador. O objetivo é verificar se o episódio foi um fato isolado ou se existem possíveis falhas estruturais nos sistemas de segurança do centro comercial.

O procedimento busca reunir informações sobre as medidas preventivas adotadas pelo shopping, incluindo protocolos de monitoramento, controle de acesso, vigilância, funcionamento do circuito de câmeras e demais ações voltadas à proteção de clientes, funcionários e visitantes.

Segundo o Ministério Público, a apuração pretende avaliar se as práticas de segurança atualmente empregadas são suficientes para garantir a integridade dos consumidores que utilizam o estacionamento e as demais áreas do empreendimento. A investigação poderá subsidiar eventuais providências caso sejam identificadas irregularidades ou necessidade de aperfeiçoamento dos procedimentos internos.

O caso ganhou grande repercussão após o sequestro de três mulheres ocorrido nas dependências do estacionamento, levantando questionamentos sobre a eficácia das medidas de segurança existentes no local. A partir da análise das informações solicitadas, o MP-BA pretende esclarecer se houve falhas que possam ter contribuído para a ocorrência do crime.

A iniciativa reforça o papel do Ministério Público na fiscalização dos direitos do consumidor e na busca por ambientes mais seguros para a população. Após o recebimento da documentação, o órgão deverá analisar os protocolos apresentados e definir os próximos passos da investigação, conforme os elementos apurados durante o procedimento.

Redação Saiba+

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