Política
Lula promove generais e marca avanço histórico no Exército
Claudia Cacho se torna a primeira mulher a alcançar o topo da hierarquia militar após ato oficial publicado no DOU

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva oficializou, nesta terça-feira (31), o ato de promoção de generais do Exército Brasileiro, em medida considerada histórica para as Forças Armadas. A decisão foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União e atende a uma reivindicação do ministro da Defesa, José Múcio.
Entre as promoções, o destaque fica para Claudia Lima Gusmão Cacho, que ascendeu ao posto de general de brigada, tornando-se a primeira mulher a alcançar o topo da hierarquia do Exército Brasileiro. O feito representa um marco na história da instituição e reforça avanços na participação feminina em cargos de alta liderança militar.
A promoção de Claudia Cacho simboliza uma mudança significativa no perfil das Forças Armadas, tradicionalmente marcadas pela predominância masculina nos postos mais elevados. A decisão também é vista como um passo importante rumo à ampliação da diversidade e à valorização da meritocracia dentro da carreira militar.
O ato assinado por Lula contempla outros oficiais, mas o reconhecimento à trajetória de Cacho ganhou repercussão nacional, sendo apontado como um divisor de águas para a presença feminina no Exército. Especialistas destacam que a conquista pode abrir caminho para novas gerações de mulheres na instituição.
Nos bastidores, a iniciativa também reflete um alinhamento entre o Palácio do Planalto e o Ministério da Defesa, evidenciando um movimento estratégico de fortalecimento institucional e modernização das Forças Armadas.
Com a publicação no Diário Oficial, as promoções passam a ter efeito imediato, consolidando um momento histórico para o Exército Brasileiro e para a representatividade feminina em espaços de poder.
Política
Vice de Jerônimo agita bastidores políticos na Bahia
Conversas com Ivana Bastos e articulações com MDB movimentam disputa por composição da chapa governista

A definição do nome para vice na chapa governista liderada por Jerônimo Rodrigues voltou a movimentar intensamente os bastidores da política baiana nos últimos dias. Após repercussão de conversas com o deputado federal Elmar Nascimento, o foco mais recente recaiu sobre a deputada Ivana Bastos, ambos envolvidos em articulações com o mesmo objetivo: a composição da chapa.
Nos corredores políticos, chegou a circular a informação de que uma reunião teria ocorrido na noite anterior, com um possível encaminhamento já definido. Segundo especulações, Ivana Bastos migraria para o Movimento Democrático Brasileiro (MDB) para ocupar a vaga de vice ao lado de Jerônimo. O cenário, tratado como praticamente fechado nos bastidores, rapidamente ganhou força entre lideranças e analistas políticos.
No entanto, ao ser questionado sobre o assunto, o cacique do MDB, Geddel Vieira Lima, evitou confirmar qualquer acordo. A postura cautelosa indica que, apesar das conversas avançadas, a definição ainda não está consolidada e depende de ajustes políticos e partidários.
A movimentação evidencia o grau de complexidade na montagem da chapa governista, envolvendo interesses de diferentes grupos e partidos. A escolha do vice é considerada estratégica e pode influenciar diretamente o equilíbrio político e eleitoral na Bahia.
Enquanto isso, o “tititi” político segue intenso, com novas possibilidades sendo avaliadas e nomes sendo colocados à mesa. A tendência é que as negociações avancem nos próximos dias, à medida que o grupo governista busca construir uma composição sólida para a disputa.
Política
Lula confirma Alckmin como vice na reeleição
Presidente reafirma parceria durante reunião com ministros que deixarão o governo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou, na manhã desta terça-feira (31/3), de uma reunião ministerial com auxiliares que devem deixar o governo nos próximos dias para disputar as eleições. O encontro ocorre em meio ao prazo de desincompatibilização e marca um momento estratégico na reorganização política do Executivo.
Durante a abertura da reunião, Lula fez um discurso no qual confirmou oficialmente que o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) seguirá como seu companheiro de chapa na tentativa de reeleição. A declaração reforça a continuidade da aliança firmada na última disputa presidencial.
A reunião reúne ministros que estão de saída para concorrer a cargos eletivos, e também serve como espaço de alinhamento político e administrativo. O presidente destacou a importância da unidade do grupo e da manutenção dos projetos em andamento, mesmo com as mudanças na equipe.
A confirmação de Alckmin na chapa sinaliza estabilidade na composição majoritária e busca consolidar o apoio de diferentes setores políticos. A estratégia visa fortalecer a campanha e ampliar a base eleitoral em um cenário de disputa acirrada.
Nos bastidores, a permanência do vice é vista como peça-chave na articulação política, especialmente pela capacidade de diálogo com diferentes correntes partidárias. O movimento reforça o planejamento do governo para as eleições e indica continuidade na condução do projeto político.
Política
Mendonça se surpreende com decisão do STF sobre CPMI do INSS
Ministro esperava apoio de colegas, mas Corte decide encerrar comissão que investigava irregularidades no INSS

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), demonstrou surpresa durante o julgamento no plenário da Corte que resultou no encerramento da CPMI do INSS. A decisão frustrou a expectativa do magistrado quanto ao posicionamento de outros integrantes do tribunal.
De acordo com informações de bastidores, Mendonça revelou que esperava contar com o apoio do presidente da Corte, Edson Fachin, e da ministra Cármen Lúcia, para garantir a prorrogação das investigações conduzidas pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito.
A CPMI do INSS havia sido instaurada no Congresso Nacional do Brasil com o objetivo de apurar possíveis irregularidades envolvendo benefícios previdenciários. No entanto, a maioria dos ministros do STF decidiu pelo fim da comissão, interrompendo a continuidade dos trabalhos investigativos.
Nos bastidores do Supremo, a avaliação é de que o desfecho do julgamento reflete divergências jurídicas sobre os limites e a condução das investigações parlamentares. A decisão também repercute no cenário político, já que a CPMI era considerada estratégica por diferentes grupos no Congresso.
A surpresa manifestada por Mendonça evidencia o grau de imprevisibilidade nas votações do STF, especialmente em temas sensíveis que envolvem a relação entre os Poderes. O episódio reforça o impacto das decisões da Corte sobre investigações em curso e sobre a dinâmica política nacional.
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