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Política

Vice de Jerônimo agita bastidores políticos na Bahia

Conversas com Ivana Bastos e articulações com MDB movimentam disputa por composição da chapa governista

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Presidente da Alba, Ivana Bastos, ao lado do governador Jerônimo Rodrigues (PT) - Foto: Reprodução

A definição do nome para vice na chapa governista liderada por Jerônimo Rodrigues voltou a movimentar intensamente os bastidores da política baiana nos últimos dias. Após repercussão de conversas com o deputado federal Elmar Nascimento, o foco mais recente recaiu sobre a deputada Ivana Bastos, ambos envolvidos em articulações com o mesmo objetivo: a composição da chapa.

Nos corredores políticos, chegou a circular a informação de que uma reunião teria ocorrido na noite anterior, com um possível encaminhamento já definido. Segundo especulações, Ivana Bastos migraria para o Movimento Democrático Brasileiro (MDB) para ocupar a vaga de vice ao lado de Jerônimo. O cenário, tratado como praticamente fechado nos bastidores, rapidamente ganhou força entre lideranças e analistas políticos.

No entanto, ao ser questionado sobre o assunto, o cacique do MDB, Geddel Vieira Lima, evitou confirmar qualquer acordo. A postura cautelosa indica que, apesar das conversas avançadas, a definição ainda não está consolidada e depende de ajustes políticos e partidários.

A movimentação evidencia o grau de complexidade na montagem da chapa governista, envolvendo interesses de diferentes grupos e partidos. A escolha do vice é considerada estratégica e pode influenciar diretamente o equilíbrio político e eleitoral na Bahia.

Enquanto isso, o “tititi” político segue intenso, com novas possibilidades sendo avaliadas e nomes sendo colocados à mesa. A tendência é que as negociações avancem nos próximos dias, à medida que o grupo governista busca construir uma composição sólida para a disputa.

Redação Saiba+

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Política

Prisão de Canella reacende disputa ao Senado no Rio

Cenário político é reavaliado após prisão do ex-prefeito de Belford Roxo, e Felipe Curi surge como nome cotado para a chapa de Flávio Bolsonaro

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A prisão do ex-prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella (União Brasil), autuado em flagrante pela Polícia Federal por posse ilegal de um fuzil, provocou uma reconfiguração nas articulações para a disputa ao Senado nas eleições de 2026 no Rio de Janeiro. O episódio reacendeu as conversas entre lideranças partidárias sobre a composição da chapa encabeçada pelo presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Nos bastidores, o nome que ganhou força para ocupar a vaga ao Senado é o do ex-secretário de Polícia Civil do Rio, Felipe Curi (PP). Integrantes do União Brasil e do PL avaliam que o ex-gestor reúne características consideradas estratégicas para a disputa, especialmente pelo histórico na área de segurança pública e pela boa interlocução entre os partidos que integram a aliança.

Apesar do avanço das articulações, uma eventual candidatura de Felipe Curi enfrenta resistência dentro do Progressistas (PP). Dirigentes da legenda consideram o ex-secretário um dos principais nomes para impulsionar a votação do partido na eleição para a Câmara dos Deputados, fator que poderia ser comprometido caso ele migre para a disputa ao Senado.

A possível mudança obrigaria o PP a revisar sua estratégia eleitoral para 2026, especialmente no planejamento voltado à ampliação da bancada federal. Enquanto isso, as negociações seguem em andamento e devem evoluir conforme o cenário político se desenha nos próximos meses.

O caso evidencia como decisões judiciais e mudanças no quadro político podem influenciar diretamente as articulações eleitorais, alterando estratégias partidárias e abrindo espaço para novos nomes nas principais disputas do próximo pleito.

Redação Saiba+

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Mundo

Escalada no Oriente Médio acende alerta para economia

Especialista avalia que tensão geopolítica amplia riscos para combustíveis, inflação e juros, mas cenário ainda depende da evolução do conflito

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A recente escalada das tensões no Oriente Médio voltou a chamar a atenção dos mercados internacionais e acendeu um sinal de alerta para os impactos sobre a economia global. Apesar da preocupação, especialistas avaliam que o novo cenário não altera imediatamente as perspectivas para combustíveis, inflação e juros no Brasil, embora aumente os riscos que precisam ser acompanhados.

Antes da retomada das tensões, a combinação de queda nos preços do petróleo, redução das incertezas geopolíticas e possibilidade de retirada gradual de subsídios vinha contribuindo para diminuir a pressão sobre os preços dos combustíveis, refletindo positivamente nas expectativas para a inflação e na curva de juros brasileira.

Segundo Sérgio Goldenstein, sócio-fundador da Eytse Estratégia e ex-chefe do Departamento de Operações do Mercado Aberto do Banco Central, o anúncio do fim do cessar-fogo com o Irã, feito pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e a consequente intensificação do conflito na região não significam, por si só, uma reversão do cenário econômico observado nas últimas semanas.

O especialista ressalta, no entanto, que o agravamento da situação geopolítica pode provocar volatilidade no mercado internacional, especialmente no setor de energia, caso haja impactos relevantes sobre a oferta de petróleo ou sobre as rotas comerciais estratégicas.

A expectativa dos agentes econômicos permanece voltada para os próximos desdobramentos da crise no Oriente Médio, que poderão influenciar o comportamento das commodities, da inflação e das decisões de política monetária nos principais mercados, incluindo o Brasil.

Redação Saiba+

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Política

TRE-BA mantém multa contra influenciadora por propaganda antecipada

Justiça Eleitoral confirma condenação de R$ 5 mil após publicação de vídeo com acusações contra deputada e familiares nas redes sociais

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O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) manteve a condenação e a multa de R$ 5 mil aplicada à influenciadora Yennefer Ferreira Delfino por propaganda eleitoral antecipada negativa. A decisão confirma o entendimento da Justiça Eleitoral sobre a divulgação de conteúdo nas redes sociais envolvendo agentes políticos antes do período permitido pela legislação.

A influenciadora, que se apresentava como porta-voz de um grupo de “hackativistas anônimos”, publicou um vídeo acusando a deputada estadual Ludmilla Fiscina (PSD), o ex-prefeito de Alagoinhas Joaquim Neto e outros familiares de integrarem um suposto esquema criminoso milionário no estado.

A decisão foi assinada pelo desembargador eleitoral Isaías Vinícius de Castro Simões, ao analisar um recurso apresentado pela Procuradoria Regional Eleitoral. O órgão apontou a existência de um erro técnico relacionado à numeração dos arquivos do processo.

Após a análise do recurso, o magistrado corrigiu a inconsistência processual identificada, mas concluiu que não havia fundamento para alterar a decisão anteriormente proferida, mantendo integralmente a condenação e a penalidade financeira aplicada à influenciadora.

Com a decisão, permanece válida a punição por propaganda eleitoral antecipada negativa, reforçando o entendimento da Justiça Eleitoral sobre os limites da divulgação de conteúdos envolvendo possíveis candidatos e agentes públicos fora do período oficial de campanha.

Redação Saiba+

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