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Polícia

Justiça mantém prisão de Oruam

Defesa alegou quadro de tuberculose pulmonar e pediu revogação da prisão preventiva, mas solicitação foi negada

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A Justiça do Rio de Janeiro decidiu manter a prisão preventiva do rapper Oruam, mesmo após a defesa apresentar documentos médicos informando que o artista enfrenta um quadro de saúde considerado delicado. A decisão mantém o cantor preso enquanto o processo segue em tramitação.

Segundo os advogados de Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, nome de registro do artista, ele foi diagnosticado com tuberculose pulmonar e apresenta sintomas como tosse persistente, lesões nos pulmões e perda significativa de peso.

A defesa solicitou a revogação da prisão preventiva, argumentando que o estado de saúde do rapper exige acompanhamento médico especializado e que sua permanência no sistema prisional poderia agravar o quadro clínico. Os advogados sustentaram ainda que o artista necessita de tratamento contínuo e adequado.

Apesar dos argumentos apresentados, a Justiça entendeu que não havia elementos suficientes para modificar a medida cautelar, optando pela manutenção da prisão preventiva. Com isso, Oruam permanecerá detido enquanto o processo continua sendo analisado pelas autoridades competentes.

O caso segue acompanhado pela defesa, que poderá apresentar novos recursos ou pedidos judiciais caso surjam alterações no estado de saúde do artista ou novos elementos processuais.

A decisão chama atenção por envolver a análise conjunta de questões relacionadas à saúde do investigado e aos requisitos legais para manutenção da prisão preventiva, tema que costuma gerar debates no âmbito jurídico.

Redação Saiba+

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Polícia

Suspeito de liderar tráfico morre em confronto

Homem apontado como gerente do tráfico na Engomadeira morreu após troca de tiros com equipes da Polícia Militar em Salvador

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Um homem identificado como Jair dos Santos de Lisboa Junior, conhecido pelos apelidos de “MD” e “Malhado”, morreu na tarde desta sexta-feira (26) após um confronto com equipes da Polícia Militar no bairro do Pero Vaz, em Salvador.

Segundo informações da polícia, o suspeito era apontado como gerente do tráfico de drogas na localidade da Candelária, no bairro da Engomadeira, e teria ligação com um criminoso conhecido pelo apelido de “Galo”, investigado pelas forças de segurança.

A ocorrência foi registrada por volta das 17h46, na Rua Boa Fé, durante uma ação policial na região. Conforme relato das autoridades, houve troca de tiros entre os agentes e o suspeito, que foi baleado durante o confronto.

Após ser atingido, Jair dos Santos de Lisboa Junior foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. As circunstâncias da ocorrência serão apuradas pelos órgãos competentes, conforme os procedimentos adotados em casos envolvendo intervenção policial.

As forças de segurança informaram que o suspeito figurava entre os investigados por envolvimento com o tráfico de drogas na capital baiana e era considerado uma liderança criminosa na área onde atuava.

O caso será investigado para esclarecer todos os detalhes da ação policial, enquanto o material eventualmente apreendido durante a operação deverá ser encaminhado para perícia.

Redação Saiba+

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Polícia

PF mira fraude na Americanas e pede bloqueio bilionário

Operação investiga irregularidades na crise da varejista e solicita bloqueio de cerca de R$ 54 bilhões em bens e ativos em SP e RJ.

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A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (25), uma operação para apurar possíveis irregularidades relacionadas à crise financeira que atingiu a rede varejista Americanas. A ação inclui um pedido de bloqueio de aproximadamente R$ 54 bilhões em bens e ativos, valor que chama atenção pela dimensão e impacto no mercado financeiro.

De acordo com as informações apuradas, os agentes federais cumprem nove mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, em uma investigação que busca esclarecer o suposto esquema envolvendo a companhia e seus controladores.

Entre os alvos da operação estão os bilionários Jorge Paulo Lemann e Carlos Alberto Sicupira, acionistas de referência da Americanas e nomes conhecidos no cenário empresarial global. Ambos também possuem participação em grandes companhias internacionais, como Ambev e Kraft Heinz, o que amplia a repercussão do caso no ambiente corporativo.

A investigação da PF busca entender a origem das inconsistências financeiras que levaram a varejista a uma das maiores crises do setor no país, com impactos bilionários e forte repercussão no mercado de ações e na confiança de investidores.

O bloqueio solicitado pela Polícia Federal representa uma das medidas mais robustas já pedidas em investigações envolvendo grandes empresas no Brasil, evidenciando a gravidade das suspeitas em apuração.

Até o momento, não foram divulgados detalhes adicionais sobre o andamento da operação ou possíveis novos desdobramentos. As autoridades seguem analisando documentos e materiais apreendidos durante o cumprimento dos mandados.

A crise da Americanas, que já vinha sendo acompanhada por órgãos reguladores e pelo mercado financeiro, ganha agora um novo capítulo com a atuação da Polícia Federal, que aprofunda as investigações sobre possíveis fraudes contábeis e responsabilidades na gestão da companhia.

O caso segue em investigação e pode ter novos desdobramentos nos próximos dias, à medida que o material apreendido for analisado pelas autoridades competentes.

Redação Saiba+

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Polícia

Operação desmonta esquema com máquinas de cartão

Sete suspeitos foram presos em ação policial que investigava o desvio de equipamentos usados em golpes financeiros em São Paulo e no Rio de Janeiro.

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Uma operação policial realizada nesta terça-feira (23) resultou na prisão de sete pessoas suspeitas de integrar uma organização criminosa especializada no desvio de máquinas de cartão para aplicação de golpes financeiros. As ações ocorreram simultaneamente em cidades dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro.

Além das prisões, os agentes apreenderam uma grande quantidade de materiais utilizados pelo grupo. Entre os itens recolhidos estão 117 máquinas de cartão, mais de 1,3 mil chips de telefonia móvel, cerca de R$ 14 mil em dinheiro, dezenas de celulares, computadores, além de um carro e uma motocicleta.

As investigações tiveram início em fevereiro deste ano, após a descoberta de um esquema envolvendo funcionários de uma empresa responsável pelo fornecimento de máquinas de pagamento eletrônico. Segundo as apurações, os equipamentos eram desviados e repassados para integrantes da organização criminosa, que os utilizavam em fraudes e golpes financeiros.

O grupo é suspeito de estruturar uma rede de atuação que permitia o uso irregular das máquinas para movimentações fraudulentas, dificultando o rastreamento das operações e ampliando o alcance dos crimes.

A operação foi considerada um importante avanço no combate a crimes financeiros e fraudes eletrônicas, modalidade que tem registrado crescimento nos últimos anos em diversas regiões do país.

As investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos e verificar a extensão dos prejuízos causados pelas ações do grupo. A polícia também busca esclarecer como funcionava toda a cadeia de desvio, distribuição e utilização dos equipamentos apreendidos.

Com a ação, as autoridades esperam enfraquecer a estrutura criminosa e impedir novas fraudes praticadas por meio de sistemas de pagamento eletrônico.

Redação Saiba+

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