Paula Soares, à esquerda, ao lado de voluntárias do projeto Anjos de Asas / Foto: Divulgação
O município de Barrocas, na região do Sisal, se prepara para realizar o maior evento de saúde de sua história, marcando um novo capítulo no cuidado com o bem-estar da população. A ação, promovida em parceria com o projeto Anjos de Asas, reunirá uma força-tarefa de profissionais da saúde com foco no atendimento humanizado e gratuito, especialmente para quem mais precisa.
Com mais de 10 anos de atuação na Bahia, os Anjos de Asas já beneficiaram mais de 100 mil pessoas em situação de vulnerabilidade social, levando serviços médicos, exames, orientações e cuidados preventivos a comunidades que enfrentam dificuldades de acesso à rede pública de saúde.
“Esse será um momento histórico para Barrocas, pois vamos proporcionar aos nossos cidadãos um atendimento digno, acolhedor e com qualidade técnica. Estamos muito felizes por oferecer esse evento, que vai impactar positivamente a saúde da nossa população”, afirmou o secretário municipal de Saúde, Adelson Brito.
A ação inclui consultas com clínicos gerais, pediatras, ginecologistas, dentistas, oftalmologistas, além de exames laboratoriais e atividades educativas. A proposta vai além da assistência pontual: é também uma oportunidade de fortalecer a atenção básica e fomentar uma cultura de prevenção e autocuidado entre os moradores.
Paula Soares, ao lado de voluntárias do projeto Anjos de Asas / Foto: Divulgação
Para Paula Soares, coordenadora e idealizadora do projeto Anjos de Asas, a iniciativa representa um passo decisivo na luta por mais equidade em saúde:
“Investir em saúde é investir na vida. Ao priorizar o acesso a serviços médicos e ações preventivas, o município constrói as bases para uma sociedade mais justa e saudável. Eventos como esse aproximam os cuidados de quem mais precisa e reforçam a importância do autocuidado. Barrocas dá um passo firme rumo a um futuro com mais dignidade e bem-estar para sua população.”
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A mobilização deve atrair centenas de moradores da sede e zona rural, consolidando o evento como um marco na história da saúde pública de Barrocas.
Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) confirmaram um surto de norovírus a bordo do cruzeiro Ruby Princess, da companhia Princess Cruises. Segundo o órgão de saúde, 125 passageiros e tripulantes foram infectados, apresentando sintomas característicos da doença, como diarreia, vômitos e desconforto gastrointestinal.
A embarcação transportava mais de 4 mil pessoas durante a viagem e atracou nesta quinta-feira em São Francisco, no estado da Califórnia. A confirmação dos casos mobilizou protocolos sanitários para monitoramento dos passageiros e reforço das medidas de higiene a bordo.
O norovírus é um dos principais causadores de surtos de gastroenterite em ambientes com grande circulação de pessoas, como navios de cruzeiro, escolas, hospitais e instituições coletivas. A transmissão ocorre principalmente pelo contato com pessoas infectadas, alimentos contaminados ou superfícies onde o vírus esteja presente, exigindo cuidados rigorosos para evitar a propagação.
Após a identificação dos casos, equipes responsáveis pela operação da embarcação intensificaram os procedimentos de limpeza e desinfecção, além de adotar medidas para reduzir o risco de novos contágios entre passageiros e tripulantes.
Especialistas alertam que o norovírus possui alta capacidade de transmissão, embora a maioria dos pacientes apresente recuperação em poucos dias com hidratação adequada e acompanhamento médico quando necessário. Crianças, idosos e pessoas com baixa imunidade merecem atenção especial devido ao maior risco de complicações decorrentes da desidratação.
O episódio reforça a importância das medidas preventivas em viagens marítimas, como a higienização frequente das mãos, o consumo de alimentos preparados de forma segura e o isolamento de pessoas que apresentem sintomas compatíveis com infecções gastrointestinais.
A prática regular de musculação pode oferecer benefícios que vão muito além do fortalecimento muscular e da melhora do condicionamento físico. Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) revelou que o treinamento de força foi capaz de modificar o funcionamento de genes no fígado, reduzindo danos associados ao acúmulo de gordura no órgão em testes realizados com camundongos obesos.
De acordo com a pesquisa, os resultados apontam que a musculação pode exercer um papel importante na proteção do metabolismo hepático. As alterações observadas na atividade genética contribuíram para diminuir os efeitos provocados pelo excesso de gordura no fígado, condição frequentemente relacionada à obesidade e ao desenvolvimento de doenças metabólicas.
Os pesquisadores destacam que o treinamento de força promove adaptações no organismo que vão além do ganho de massa muscular. Os efeitos positivos identificados no estudo sugerem que a musculação também pode influenciar processos biológicos fundamentais para a saúde do fígado, ampliando o conhecimento científico sobre os impactos do exercício físico no organismo.
Embora o experimento tenha sido conduzido em camundongos, os resultados reforçam a importância da atividade física como ferramenta de prevenção e promoção da saúde. Novas pesquisas poderão aprofundar a compreensão sobre como esses mecanismos podem se manifestar em seres humanos e contribuir para futuras estratégias de tratamento.
Especialistas ressaltam que a prática de musculação, quando orientada por profissionais qualificados e associada a hábitos saudáveis, pode trazer benefícios para diferentes sistemas do corpo, incluindo melhora da composição corporal, do metabolismo e da qualidade de vida.
A pesquisa da Unicamp fortalece as evidências de que o treinamento de força pode desempenhar um papel relevante na saúde metabólica, abrindo novas perspectivas para estudos sobre obesidade, fígado gorduroso e prevenção de doenças relacionadas ao excesso de gordura corporal.
A Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo (SES) confirmou, na noite desta terça-feira (30), dois novos casos de sarampo na capital paulista. Com as novas confirmações, o estado de São Paulo soma sete casos da doença registrados em 2026, aumentando a atenção das autoridades sanitárias para o monitoramento da circulação do vírus.
De acordo com a pasta, os casos foram identificados em uma região próxima ao município de Guarulhos, na Região Metropolitana de São Paulo. Os pacientes são um bebê de seis meses de idade e uma mulher de 20 anos, mãe de um dos bebês diagnosticados com sarampo na semana anterior.
As autoridades de saúde seguem realizando o rastreamento de contatos e o monitoramento epidemiológico para reduzir o risco de novos registros. A identificação rápida dos casos é considerada essencial para interromper possíveis cadeias de transmissão e proteger a população mais vulnerável, especialmente crianças que ainda não completaram o esquema vacinal.
O sarampo é uma doença viral altamente contagiosa, transmitida por meio de secreções respiratórias, como gotículas eliminadas ao tossir, espirrar ou falar. Entre os principais sintomas estão febre alta, manchas vermelhas pelo corpo, tosse, coriza e conjuntivite. Em alguns casos, a infecção pode provocar complicações graves, principalmente em crianças pequenas, gestantes e pessoas com baixa imunidade.
Diante do aumento das notificações, as autoridades reforçam a importância da vacinação como principal forma de prevenção contra o sarampo. Manter a caderneta vacinal atualizada continua sendo a medida mais eficaz para evitar surtos e reduzir a disseminação da doença.
Com a confirmação dos novos casos, a vigilância epidemiológica intensifica as ações de prevenção, investigação e acompanhamento dos pacientes, enquanto acompanha a evolução do cenário para impedir a expansão da circulação do vírus no estado.