Política
TRE abre cadastro para mesários voluntários
Tribunais Regionais Eleitorais já recebem inscrições de cidadãos interessados em atuar nas eleições deste ano, previstas para outubro

Os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) de todo o país estão com inscrições abertas para o banco de mesários voluntários que irão atuar nas eleições deste ano, marcadas para outubro. O cadastro pode ser realizado de forma permanente por meio da Justiça Eleitoral, permitindo que eleitores interessados participem diretamente da organização do processo democrático brasileiro.
A principal função do mesário é auxiliar e fiscalizar o funcionamento das seções eleitorais durante o período de votação. Entre as responsabilidades estão a conferência de documentos dos eleitores, organização das filas, orientação ao público e apoio no encerramento das atividades da urna eletrônica.
Os mesários voluntários desempenham papel fundamental para garantir segurança, transparência e agilidade no processo eleitoral, sendo considerados peças essenciais para o funcionamento das eleições em todo o Brasil.
Além da experiência cívica, a atuação como mesário também pode trazer benefícios previstos pela legislação eleitoral, como dias de folga no trabalho mediante comprovação, certificado de participação e, em alguns casos, vantagens em concursos públicos e atividades acadêmicas, conforme critérios estabelecidos por cada instituição.
A Justiça Eleitoral reforça que o cadastro pode ser feito antecipadamente, permitindo melhor organização das equipes responsáveis pelas zonas eleitorais. A expectativa é ampliar a participação de voluntários em diversas cidades brasileiras durante o pleito deste ano.
Política
Mulher agredida em elevador sofre ataques após filiação ao PT
Juliana Soares, vítima de violência brutal em Natal, voltou ao centro das discussões nas redes sociais após anunciar entrada no Partido dos Trabalhadores.

A potiguar Juliana Soares, de 35 anos, voltou a ganhar repercussão nacional após anunciar sua filiação ao Partido dos Trabalhadores (PT). A decisão provocou uma onda de ataques e comentários nas redes sociais, reacendendo debates sobre violência contra a mulher, exposição digital e polarização política no Brasil.
Juliana ficou conhecida nacionalmente após ser vítima de uma agressão brutal em junho de 2025, dentro do elevador de um prédio em Natal (RN). Segundo as investigações, ela foi atingida com 61 socos pelo ex-namorado, o ex-jogador de basquete Igor Eduardo Cabral, que permanece preso na Cadeia Pública Dinorá Simas, em Ceará-Mirim.
O caso chocou o país pela violência extrema registrada. Juliana sofreu múltiplas fraturas nos ossos da face e precisou passar por diversas cirurgias, incluindo procedimentos complexos de reconstrução facial. Desde então, sua história passou a simbolizar a luta contra a violência doméstica e o combate ao feminicídio.
Após tornar pública sua aproximação com o PT, a vítima passou a receber ataques virtuais relacionados à sua escolha política. A repercussão gerou manifestações de apoio de internautas, movimentos sociais e grupos de defesa dos direitos das mulheres, que criticaram o uso político em torno de uma vítima de violência.
Especialistas alertam que episódios como esse evidenciam o aumento da intolerância nas redes sociais e reforçam os impactos emocionais enfrentados por vítimas expostas publicamente. O caso também reacende discussões sobre violência de gênero, responsabilização criminal e os limites do debate político nas plataformas digitais.
Enquanto o processo judicial segue em andamento, Juliana continua em recuperação física e emocional. O episódio permanece como um dos casos mais marcantes de violência contra a mulher registrados recentemente no Rio Grande do Norte.
Política
Partidos ampliam gastos e fecham contas no vermelho
Mesmo com expectativa de quase R$ 5 bilhões para campanhas eleitorais, maioria das siglas registrou despesas superiores às receitas nos últimos anos.

Às vésperas de receberem quase R$ 5 bilhões destinados ao financiamento das campanhas eleitorais, partidos políticos brasileiros enfrentam um cenário financeiro preocupante. Levantamento realizado a partir dos balanços contábeis das legendas aponta que a maioria das siglas terminou o último ciclo eleitoral com mais gastos do que arrecadação.
Os dados revelam que, em 2024, 19 dos 29 partidos que participaram das eleições municipais fecharam o ano com saldo negativo entre despesas e receitas. O cenário acende um alerta sobre a sustentabilidade financeira das legendas em meio ao aumento dos custos das disputas eleitorais em todo o país.
Especialistas apontam que o crescimento das despesas está ligado ao fortalecimento das campanhas digitais, estrutura partidária, deslocamentos, publicidade e manutenção de bases políticas regionais. Mesmo com o fundo eleitoral bilionário previsto para os próximos pleitos, muitos partidos continuam enfrentando dificuldades para equilibrar as contas internas.
Nos bastidores políticos, dirigentes avaliam que o desequilíbrio financeiro pode impactar diretamente as estratégias eleitorais futuras, especialmente para partidos menores, que dependem fortemente do fundo partidário e do fundo eleitoral para manter atividades e candidaturas competitivas.
O cenário também reacende debates sobre a gestão dos recursos públicos destinados às campanhas e o modelo de financiamento eleitoral adotado no Brasil. Enquanto algumas legendas apostam em ampliar arrecadações privadas permitidas pela legislação, outras buscam reorganizar despesas para evitar novos déficits.
A expectativa para os próximos meses é de intensificação das articulações partidárias, com foco na distribuição de recursos e fortalecimento de alianças políticas visando as eleições futuras. O volume bilionário previsto para as campanhas reforça o peso estratégico das disputas eleitorais no país.
Política
Lula recebe Michelle Bachelet no Planalto
Ex-presidente do Chile é apontada como possível candidata ao comando da ONU em 2027 e encontro com Lula reforça articulações diplomáticas na América Latina.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebe nesta segunda-feira (11), no Palácio do Planalto, a ex-presidente do Chile, Michelle Bachelet, em um encontro que movimenta os bastidores da diplomacia internacional e fortalece discussões sobre o futuro da liderança global na Organização das Nações Unidas (ONU).
Bachelet, que já comandou o Chile por dois mandatos e também atuou como alta comissária de Direitos Humanos da ONU, aparece entre os nomes cotados para disputar o cargo de secretária-geral da entidade em 2027. A reunião com Lula ocorre em meio ao aumento das articulações políticas e diplomáticas envolvendo lideranças da América Latina no cenário internacional.
O encontro reforça a aproximação histórica entre Lula e Michelle Bachelet, ambos reconhecidos internacionalmente por participarem de agendas ligadas à democracia, direitos humanos e integração regional. A visita também é interpretada como um gesto estratégico diante das discussões sobre o papel dos países latino-americanos em organismos multilaterais.
Nos bastidores políticos, a possível candidatura de Bachelet à chefia da ONU já desperta atenção de governos e lideranças internacionais. Caso avance, ela poderá representar uma forte presença feminina e latino-americana na principal organização diplomática do mundo.
A agenda no Palácio do Planalto também ocorre em um momento de fortalecimento das relações exteriores do Brasil, com o governo Lula ampliando diálogos internacionais e buscando maior protagonismo em pautas globais.
A expectativa é que o encontro aborde temas ligados à cooperação internacional, democracia, desenvolvimento sustentável e desafios geopolíticos enfrentados pela América Latina nos próximos anos.
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